sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Influência...Televisiva

Como Reduzir seu Impacto Negativo

A televisão tem uma influência enorme sobre a forma com que as crianças veem nosso mundo. Desde que nascem e até os 18 anos de idade, as crianças passam mais horas vendo televisão do que na escola. Entre os aspectos positivos de ver televisões está o de que elas acabam conhecendo outros estilos de vida e outras culturas. Na atualidade, as crianças entram para a escola sabendo mais do que as crianças antes da era da TV. Além disto, a TV pode ser um bom professor, mas muitas crianças passam tempo demais vendo televisão e, portanto experimentam algumas das consequências negativas.

Aspectos Nocivos da Televisão


> A televisão toma o tempo de tipos ativos de recreação.

O excesso de televisão acarreta na diminuição do tempo dedicado a brincar com outras crianças, para usar a imaginação e pensar, participar nos esportes, música, arte e para outras atividades que requerem prática por parte da criança para que possa adquirir habilidade nelas.

> A televisão diminui o tempo disponível para conversação e troca de opiniões.

A TV reduz as interações sociais com a família e com os amigos.

> A televisão reprime a propensão para a leitura.

Para ler é necessário pensar muito mais do que para ver televisão. A leitura melhora o vocabulário de uma criança. A queda das notas em leitura pode estar relacionada com o tempo excessivo passado em frente ao televisor.

> Passar tempo demais vendo televisão (mais de 4 horas por dia) decididamente diminui o rendimento escolar.

Este excesso de televisão interfere no estudo, a leitura e o tempo para pensar. Se as crianças não dormem o suficiente porque estão vendo televisão, no dia seguinte não estarão suficientemente atentas para poder aprender bem.

> A televisão reduz a vontade de fazer exercícios.

Um estilo de vida inativo resulta em má forma física. Se isto é acompanhado pelo consumo frequente de sanduíches, o hábito exagerado de ver TV pode contribuir para a criação de problemas de aumento excessivo de peso corporal (obesidade).

> A publicidade na televisão estimula a demanda de posses materiais.

As crianças pequenas pressionarão seus pais para que comprem para eles os brinquedos anunciados. A televisão apresenta o materialismo como "o estilo de vida norte-americano".

> A violência na televisão pode afetar a forma como uma criança pensa a respeito da vida e de outras pessoas.

O fato de observar violência excessiva pode fazer com que uma criança torne-se muito temerosa com relação à sua segurança pessoal e futuro. A violência na televisão pode tirar a compaixão que uma criança normalmente sente para com as vítimas. Após ver programas de violência, as crianças pequenas podem ser mais agressivas em suas brincadeiras. Mesmo que a violência na televisão não aumente o comportamento agressivo para com os outros entre as crianças, pode aumentar este comportamento em crianças perturbadas ou impulsivas.

Prevenindo o vício de ver TV

 
> Estimule a recreação ativa.

Ajude seu filho a se interessar por esportes, brincadeiras, passatempos e música. De vez em quando, desligue a televisão e saia a caminhar ou brinque com seu filho.

> Leia para seus filhos.

Comece a ler para seu filho a partir de 1 ano de idade e estimule-o a ler sozinho. Alguns pais permitem um tempo de TV ou vídeo games equivalente ao que passam lendo. Ajude-os a melhorar suas aptidões para conversar, passando mais tempo conversando com seus filhos.

> Limite o tempo de ver televisão a 2 horas ou menos por dia.

Uma alternativa é limitar a televisão para 1 hora por noite durante a semana e 2 ou 3 horas por dia nos fins de semana. Permita-lhes mais tempo quando houver algum programa educativo especial.

> Não use a televisão como distração ou como babá para crianças em idade pré-escolar.

A televisão para crianças em idade pré-escolar deve esta limitada a programas especiais produzidos para crianças pequenas. Como a diferença entre fantasia e realidade nesta idade ainda não é clara, os programas normais de TV podem provocar medo.

> Se a criança apresentar mau desempenho escolar, limite o tempo de TV a meia hora por dia.

Estabeleça a regra de que a criança deve terminar primeiro o dever de casa e suas obrigações antes de ver TV. Se o programa favorito da criança for transmitido antes dela terminar o dever de casa, considere a hipótese de gravar o programa para que ele possa vê-lo mais tarde.

> Estabeleça a hora de dormir sem que este seja alterado por algum programa de TV que interesse a seu filho.

As crianças que são autorizadas a ficar acordadas até tarde vendo televisão normalmente estão muito cansadas no dia seguinte para lembrar o que foi ensinado na escola. De forma alguma não permita que seu filho tenha uma TV em seu quarto, porque isto limita o controle que tem sobre o tempo que ele passa vendo televisão.

> Desligue a televisão durante as refeições.

O tempo da família é demasiado valioso para desperdiçá-lo com programas de televisão. Além disto, não use a TV como música de fundo em sua casa. Se não gosta de casa silenciosa, tente escutar música instrumental.

> Ensine seu filho a escolher com discernimento os programas.

Ligue a televisão apenas para ver programas específicos. Não a ligue ao acaso para buscar algum programa interessante. Ensine seu filho a consultar o guia de programação antes de ligar a televisão.

> Ensine a seu filho a desligar a televisão quando terminar um programa.

Se a televisão permanecer ligada, seu filho provavelmente se interessará pelo programa seguinte e então será mais difícil desligar a televisão.

> Estimule seu filho a ver programas educativos ou que ensinem valores humanos

Estimule-o para que veja documentários ou dramas reais. Use os programas a respeito do amor, o sexo, as disputas familiares, o alcoolismo e as drogas como forma de iniciar as discussões familiares sobre estes temas difíceis.

> Proíba os programas violentos.

Isto significa que deve saber o que seu filho esteja vendo e deve desligar a televisão se achar que o programa não for bom. Faça listas de programas que são adequados para que as crianças pequenas e as maiores vejam. Torne as crianças mais velhas responsáveis por retirar as menores do quarto quando forem ver programas inadequados para menores. Se isto não for cumprido, desligue a TV. A disponibilidade de televisão a cabo e de tocador de dvd significa que qualquer criança de qualquer idade tem acesso às versões sem cortes dos filmes para adultos. Muitas crianças menores de 13 anos chegam a ter temores durante o dia e pesadelos à noite porque viram estes filmes.

> Caso permita que seu filho veja programas que mostram violência, fale com ele sobre as consequências desta.

Ensine a ele a forma como a violência prejudica a vítima e a família da vítima. Se seu filho está perturbado por um programa visto, certifique-se de conversar com ele a respeito.

> Discuta os anúncios publicitários com seus filhos.

Ajude-os a identificar os anúncios com alto grau de pressão para impulsionar vendas e as afirmações exageradas. Se seu filho quiser um brinquedo baseado em um personagem da televisão, pergunte como ele vai utilizar o brinquedo em casa (a resposta provavelmente o convencerá que o brinquedo servirá apenas para aumentar a coleção e não para brincar).

> Explique as diferenças entre a realidade e a fantasia.

Este tipo de classificação pode ajudar seu filho a desfrutar de um programa e contudo, compreender que o que está acontecendo na TV pode não acontecer na vida real.

> Dê exemplo.

Se você passa muito tempo diante da TV, pode estar certo de que seu filho fará o mesmo. Além disto, o tipo de programa que vê transmite uma mensagem muito clara a seu filho.(Fonte:PDF)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Superando Obstáculos...Inclusão Social


A inclusão social traz diversos benefícios tanto para a  pessoa com deficiência, como para o banco ou qualquer outra empresa. 

Abrir as portas para o que é novo só garante aprendizado e uma nova visão de mundo. 
Esta nova maneira de olhar a sociedade se reflete tanto dentro, como fora da organização, com reflexos positivos na sua imagem social.

Para a instituição, a contratação do profissional com deficiência contribui para humanizar as relações no ambiente de trabalho, já que há uma significativa melhora do clima organizacional, maior satisfação em trabalhar na corporação, aumento da solidariedade entre os colegas, maior produtividade e crescimento do ser humano, favorecendo a criação de novos valores. 
Para as pessoas com deficiência contratadas os ganhos também são inúmeros.

Ser reconhecido como um profissional com independência financeira e auto realização, faz com que ele se sinta incluído na sua comunidade, tenha auto estima elevada, além de apresentar maior autonomia nas atividades do dia a dia. 
Ter um papel participativo em uma sociedade produtiva, informada, culta, moderna, o faz sentir cidadão como outro qualquer. 

A inclusão ocorre quando a empresa não exclui seus funcionários, ou candidatos a emprego, em razão de qualquer atributo individual, como nacionalidade, naturalidade, gênero, cor, deficiência, compleição anatômica (gordos, magros, altos e baixos), idade e outros. 
Em uma empresa inclusiva todos os funcionários trabalham juntos e possuem igualdade de oportunidades.

Assim, as pessoas com deficiência devem ter metas e objetivos claros, ter sua performance avaliada e ser promovidas e mesmo demitidas quando necessário, como qualquer outro funcionário. 
Todas as pessoas, com ou sem deficiência, devem ter direitos e deveres iguais, já que as necessidades de todo o cidadão são da mesma importância. 

Estas necessidades constituem a base do planejamento social e todos os recursos precisam ser empregados para garantir oportunidades iguais de participação a todo indivíduo. 
As pessoas com deficiência têm direitos e deveres iguais ao de qualquer cidadão.

A partir do momento que uma pessoa começa a trabalhar, ela se torna parte de uma sociedade produtiva. 
Isto não é diferente com uma pessoa com deficiência. 
A representação social do trabalho agrega a ideia de autonomia e de assumir um papel ativo e responsável.(Fonte:PDF)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Medicina Alternativa...Acupuntura

> Como a acupuntura funciona?
> Afinal, acupuntura é eficaz ou não?
> Quais são as indicações de acupuntura?


Acupuntura é um método chinês para aliviar a dor e tratar doenças. Atualmente, a acupuntura vem sendo empregada com sucesso no tratamento de vários distúrbios dolorosos, com bons índices de sucesso em portadores de Espondilite Anquilosante.

O procedimento envolve a inserção de agulhas em várias partes do corpo. A acupuntura tem sido utilizada para tratar doenças como asma, surdez, úlceras, doenças dos olhos e alguns tipos de doenças mentais e faz parte do sistema de saúde na China há mais de 2.500 anos.

De acordo com a filosofia chinesa, a doença e a dor ocorrem devido a um desequilíbrio entre as duas principais forças da natureza, o Yin e o Yang. Acredita-se que a acupuntura restaure este equilíbrio. Muitos chineses e seguidores acreditam que a acupuntura influencie uma força vital (chamada QI) que flui ao longo de 12 meridianos (canais de energia que correm longitudinalmente no corpo) pareados e 2 não pareados.

Os terapeutas, chamados acupunturistas, inserem agulhas finas em um ou mais dos centenas de pontos específicos ao longo dos meridianos. A dor é mínima e logo desaparece, deixando lugar a uma sensação de peso ou dormência enquanto as agulhas estiverem no lugar. O paciente permanece consciente durante o tratamento.

Apenas recentemente a acupuntura foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil.

Como a acupuntura funciona?

Os cientistas propuseram três grandes teorias de como a acupuntura funciona. Uma teoria sugere que os meridianos realmente existem e conectam os órgãos do corpo de maneira bastante específica. De acordo com esta teoria, a acupuntura aumenta a atividade ao longo dos meridianos, influenciando assim o funcionamento de um determinado órgão.

A segunda teoria afirma que a acupuntura funcione, pelo menos em parte, aumentando a produção cerebral de analgésicos naturais chamados endorfinas. Estas substâncias são químicos correlacionados com a morfina e influenciam a sensibilidade dolorosa do corpo. O fato de que os antagonistas opióides, como a naloxona, revertem os efeitos analgésicos da acupuntura reforça esta teoria.

A estimulação através da acupuntura também deve ativar o hipotálamo e a glândula pituitária, resultando em um amplo espectro de efeitos sistêmicos. Foram documentadas alterações na secreção de neurotransmissores e neurohormônios e na regulação do fluxo sanguíneo, tanto central quanto perifericamente.

A terceira teoria sustenta que a acupuntura possa funcionar via sistema nervoso, desencadeando sinais que interrompem as mensagens dolorosas enviadas ao cérebro. Esta hipótese é conhecida como a "Teoria do portal da dor".

A despeito de esforços consideráveis para compreender a anatomia e a fisiologia dos "pontos" da acupuntura, a definição e caracterização destes pontos permanece controversa. Ainda mais alusiva é a base científica de alguns conceitos chaves da medicina Oriental tradicional, tais como circulação do Qi, o sistema de meridianos e outras teorias correlatas, que são difíceis de conciliar com a informação biomédica contemporânea, mas que continuam tendo um papel importante na avaliação dos pacientes e na formulação do tratamento na acupuntura.

Deve-se observar que, assim na acupuntura como em muitas outras terapias, os efeitos chamados "inespecíficos" respondem pelo sucesso do tratamento em si. Fatores como qualidade do relacionamento médico/paciente, grau de confiança, expectativas do paciente e outros aspectos que compõe o cenário do tratamento determinam a evolução do tratamento

Afinal, acupuntura é eficaz ou não?

 
A acupuntura é uma intervenção complexa que varia de acordo com o paciente, ainda que as queixas sejam similares. O número e a extensão dos tratamentos e os pontos específicos utilizados variam de indivíduo para indivíduo e até mesmo durante o tratamento. Infelizmente, os modelos de pesquisa recentes, baseados em relatos de casos, se mostraram inadequados para avaliar a eficácia da acupuntura.

Da mesma forma que em outros tipos de tratamentos, alguns indivíduos não respondem bem à acupuntura. Contudo, a maioria das pessoas apresenta alguma resposta favorável. As evidências da eficácia da acupuntura com agulha na náuseas e nos vômitos em adultos no período pós-operatório, ou pós quimioterapia, ou na gestação, são obscuras.

Existem vários estudo demonstrando a eficácia da acupuntura no tratamento da dor dental pós-operatória, da cólica menstrual, do cotovelo de tenista e da fibromialgia, sugerindo que a acupuntura possa ter um efeito mais geral sobre a dor. Entretanto, outras pesquisas não mostraram qualquer eficácia da acupuntura no tratamento da dor. Evidências recentes demonstraram que a acupuntura não foi eficaz no abandono do tabagismo e pode não ser eficaz em outras doenças.

Apesar de muitas doenças terem sido abordadas na literatura e algumas pesquisas mostrarem resultados animadores, a qualidade e a quantidade dessas evidências não são suficientes para sustentar afirmações incontestáveis quanto à eficácia da acupuntura neste momento. Contudo, as evidências atuais já são suficientes para estimular novas pesquisas.

Quais são as indicações de acupuntura?

Desde os anos 50, os médicos chineses vêm realizando cirurgias utilizando a acupuntura como anestésico local. O paciente permanece completamente consciente durante a operação.

Os praticantes da acupuntura dizem que o método é eficaz para cirurgias complicadas no estômago, no tórax, no pescoço e na cabeça.

Na Espondilite Anquilosante, a acupuntura pode ser empregada para reduzir a intensidade no uso de analgésicos e anti inflamatórios diversos, diminuindo o risco de efeitos medicamentosos adversos.

Outras indicações para acupuntura incluem:

 
>Tratamento da dor pós-operatória
>Tratamento da náusea e dos vômitos pós quimioterapia
>Complemento no tratamento de viciados em drogas
>Reabilitação de derrame cerebral
>Dores de cabeça
>Cólicas menstruais
>Cotovelo de tenista (um tipo de inflamação do cotovelo)
>Fibromialgia
>Dor miofascial
>Osteoartrite
>Dores lombares
>Síndrome do túnel do carpo
>Asma(Fonte:Comego)


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Ritual e Sagrado...Teatro

A arte da representação ou Teatro é algo tão antigo quanto a própria humanidade. Os estudiosos sobre o assunto não tem um consenso a respeito do surgimento do teatro mas podemos apresentar algumas ideias a respeito disso. 

A expressão de sentimentos, bem como a comunicação podem ter sido a mola propulsora da invenção do Teatro, assim para podermos conhecer e entender um pouco mais sobre a utilidade ou função do Teatro, faremos uma pequena visita a alguns momentos da história, verificando as diferentes funções que lhe foram atribuídas. 

Nossos antepassados, conhecidos como “homens pré-históricos”, já praticavam ritos em que faziam representações cênicas com função mágica e narrativa. 
Utilizavam-se de elementos musicais, movimentos corporais e pinturas. 

Desta forma, o Teatro surgiu com o próprio homem, assim como a dança, a música e a pintura, usadas em seus rituais para a caça, em louvor aos seus deuses e para contar histórias. 

Já nessa época, utilizava-se o artifício de fingir ser outro indivíduo ou outra pessoa, que vivia outra vida e agia representando acontecimentos que faziam parte de seu cotidiano.

A função decisiva da arte neste período foi a de conferir poder sobre a natureza, sobre os inimigos, sobre os parceiros, sobre a realidade, enfim, poder no sentido de um fortalecimento da coletividade humana. 

Já tentou imaginar como era a vida de nossos antepassados pré históricos? 
Como viviam em sociedade, caçavam, criavam seus filhos e enfrentavam os seus medos e angústias? 

Num ambiente perigoso e desconhecido, abrigando-se em cavernas, nossos parentes distantes reuniam-se ao redor de uma fogueira, no fim de um dia difícil, contando suas aventuras numa terra hostil. 

E sabe como é, uma história puxa a outra, e vai surgindo a necessidade de mostrar como se agiu em determinado momento e como tal pessoa ou animal agiu em outro.

Pronto! Já está caracterizado o fenômeno teatral, pois o teatro existe quando temos: 

> Uma pessoa que finja ser algo ou alguém: personagem. 
> Uma história ou uma ação para ser representada: ação. 
> Um determinado espaço (lugar ocupado durante a ação): espaço. 
> Alguém que veja ou assista essa representação: espectador. 

Porém, nessa época, ainda não havia a divisão entre atores e espectadores, ou seja, todos participavam do ritual e o lugar que faziam era comunitário, não era chamado de palco ou teatro, formas estas, que permanecem ainda hoje em certas manifestações populares, rituais, festas, comemorações, entre outras. 

A origem do teatro no Brasil

O teatro brasileiro teve sua origem no século XVI, em 1564, quando o Brasil passou a ser colônia de Portugal. Os padres da chamada companhia de Jesus, os Jesuítas, vieram para catequizar os índios, e com isso trouxeram suas influências culturais como a literatura e o teatro. Este então foi usado como instrumento pedagógico, em princípio para a educação religiosa, já que os índios tinham uma tendência natural para a música e a dança, e sendo assim os Jesuítas se utilizaram de elementos da cultura indígena e perceberam no teatro o método mais eficaz como instrumento de "civilização"

Pelo fascínio da imagem representativa, o teatro era muito mais eficaz do que um sermão,por exemplo. Nota-se, portanto, que a origem do teatro no Brasil é religiosa, assim como boa parte das manifestações culturais. Nessa época o Padre Anchieta era o responsável pela autoria das peças,ele escreveu alguns Autos como "Na festa de São Lourenço", também conhecido como "Mistério de Jesus", e o "Auto da Pregação Universal", escrito entre 1567 e 1570, e representado em várias regiões do Brasil, por vários anos.

No entanto, o principal objetivo era a catequese, por isso com esses elementos também estavam os dogmas da Igreja Católica . Sendo assim, as comédias e tragédias eram pouco representadas. A opção ficava com os autos sacramentais, que tinham caráter dramático, e, portanto, estavam impregnadas de características religiosas.

Até 1584 as peças eram escritas em tupi, português ou espanhol, quando então surgiu o latim. Os autos tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, representados por personagens de demônios, santos, imperadores e algumas vezes apenas simbolismos, como o amor ou o temor a Deus. Os atores eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios.
(Fonte:PDF)

sábado, 4 de outubro de 2014

Consequências em Nosso Ciclo Biológico...Horário de Verão

Quais as consequências no ciclo biológico dos seres humanos, quando estão sob influência do horário de verão?

Nós, humanos, estamos ajustados ao ciclo dia/noite de 24 horas como praticamente todos os seres vivos. O horário de verão consiste em uma modificação desse ciclo em dois momentos, na sua implantação (em meados de outubro) e na sua retirada (em meados de fevereiro).
Na implantação nos é imposto um dia de 23 horas e na retirada um dia de 25 horas.


Com o conhecimento acumulado principalmente nas últimas décadas e que constitui uma área do conhecimento chamada cronobiologia, sabe-se hoje que o ajuste dos organismos vivos aos ciclos ambientais é feito através de mecanismos conhecidos como ‘relógios biológicos’.


Nossos relógios biológicos são ajustados a um dia de 24 horas a cada dia, pois se ficarmos isolados dos sinais ambientais (como o dia e a noite) que marcam a passagem do tempo, nosso “dia” estende-se para 25 horas. Essa é uma das razões pelas quais tendemos a dormir e acordar mais tarde nos finais de semana, quando estamos menos presos a horários rígidos como nos outros dias.


Por esse motivo, na retirada do horário de verão, nos ajustamos com relativa facilidade.
O mesmo não acontece no início, o tal dia de 23 horas, ao qual temos muito mais dificuldade (e demora) em ajustar nossos relógios biológicos.
Por isso, as pessoas tendem a se queixar mais dos efeitos no início do que no final.


Essas queixas vão desde alterações no humor até transtornos digestivos, passando por problemas como insônia e sonolência durante o dia.
Esses problemas são a expressão do desajuste pelo qual nossos relógios estão passando e, em alguns
indivíduos, são bastante persistentes.


 
A adaptação ao novo horário varia para cada pessoa, e pode levar de poucos dias, à bem mais do que duas semanas – e algumas pessoas podem até não se ajustar. Normalmente, após alguns dias acordando mais cedo que o habitual, cria-se um “débito de sono” no corpo e automaticamente passa-se a ir para a cama mais cedo.



 Dicas para diminuir os efeitos do horário de verão sobre o corpo:



> Persista com sua rotina habitual (horários de sono, vigília e atividades) que, após alguns dias de fadiga e sonolência, você irá se adaptar ao novo horário.


 > Não durma durante o dia para compensar a noite “mal dormida”. Organize sua vida para conseguir finalizar suas atividades cotidianas mais cedo a fim de antecipar sua sonolência noturna.


 > Evite atividades estimulantes no começo da noite, como exercícios físicos, assistir filmes muito agitados ou mesmo trabalhar em algum projeto estressante.


 > Fuja da luminosidade de computadores e tablets antes de dormir.


 > Não consuma bebidas energéticas antes de dormir, como café e chá preto.


 > Não se alimente muito à noite ou deite em jejum e evite alimentos pesados nesse período.


 > Procure gradativamente dormir mais cedo, assim você acostuma o seu relógio biológico aos poucos.
(Fonte:PDF)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Rua, Residência...Poluição Doméstica

- Quais são as principais fontes de poluentes em casa?
- Quais os efeitos da Poluição Doméstica?
- O que fazer para controlar a Poluição Doméstica?


Nos últimos anos, várias pesquisas vêm indicando que o ar em nossas casas e no local de trabalho pode estar mais poluído que o ar da "rua", mesmo em grandes cidades industrializadas. Muitos produtos tóxicos apresentam níveis 2 a 5 vezes maiores dentro de casa do que na rua.

Fontes domésticas emissoras de gases ou partículas microscópicas são a principal causa de problemas na qualidade do ar em nossas residências. Uma ventilação inadequada aumenta os níveis internos de agentes nocivos ao não permitir uma renovação e uma diluição adequada da atmosfera doméstica.

Temperaturas elevadas e altos níveis de umidade também aumentam as concentrações de certos poluentes e então, ao final de um dia de luta na empresa, escritório ou consultório, chegando em casa para o merecido descanso, eis que nosso corpo passa se engajar em uma estressante luta contra poluentes e carcinógenos.

Quais são os principais fontes de poluentes em casa?


A importância relativa de uma determinada fonte depende da quantidade de emissão do poluente e quão prejudicial esta emissão é. Algumas fontes, como depósitos de materiais de construção e produtos para "refrescar o ar", liberam poluentes de maneira mais ou menos contínua, dependendo da frequência de uso.

Outras fontes, relacionadas a várias atividades desenvolvidas em casa (p.ex: tabagismo, uso de solventes, produtos de limpeza e pesticidas), liberam poluentes de maneira mais intermitente.

Existe muita controvérsia quanto à possibilidade da fibra de tapetes e carpetes produzirem e emitirem Compostos Orgânicos Voláteis (COVs). Os COVs, na verdade, estão presentes na atmosfera da fábrica onde são fabricados e terminam aprisionados nos tapetes e carpetes. Alguns dias após a instalação, começam a ser liberados em níveis muito pequenos, cessando em poucas semanas, sendo que esses níveis de liberação não são tóxicos. Geralmente, os problemas de alergia não decorrem do tapete ou carpete, mas da própria poeira doméstica acumulada por falta de limpeza adequada.

Quais os efeitos da Poluição Doméstica?

Os efeitos da exposição à poluição doméstica podem surgir imediatamente ou levar anos até se manifestar. Os efeitos mais imediatos incluem irritação dos olhos, nariz e garganta, dores de cabeça, tontura e fadiga, e em geral são temporários e tratáveis. Algumas vezes o tratamento se restringe a eliminar a exposição à fonte poluidora – quando esta pode ser identificada.

A reação à presença da poluição doméstica depende de vários fatores. Idade, sensibilidade individual e doenças pré-existentes os aspectos relacionados mais importantes. Infelizmente, as pessoas mais expostas à poluição doméstica – idosos, jovens e criticamente doentes – são exatamente aquelas mais susceptíveis aos seus efeitos

A maioria dos efeitos imediatos assemelha-se a resfriados e outras doenças virais leves. Em muitos casos é difícil determinar se os sintomas foram causados por exposição à poluição doméstica. Por isso é importante ficar atento ao local e ao período em que os sintomas ocorreram: sintomas recorrentes sempre que se tem contato com determinado ambiente sugerem poluição doméstica como causa.

Ainda não foram bem definidos a concentração dos poluentes domésticos e o período de exposição necessários para causar danos sérios à saúde. As reações individuais variam grandemente e muitos efeitos (p.ex.: doenças respiratórias, cardiopatias e câncer) levar anos para se manifestar ou surgirem apenas após um longo período de exposição. Por isso, é prudente melhorar a qualidade do ar em sua casa mesmo na ausência de quaisquer sintomas.


O que fazer para controlar a Poluição Doméstica?


As soluções para o problema da qualidade do ar em casa envolvem medidas como eliminar ou controlar a fonte poluente, aumentar a ventilação e instalar dispositivos de renovação e limpeza do ar ambiente.

Controle da fonte poluente: em geral, a maneira mais eficaz de melhorar a qualidade do ar em sua casa é eliminar as fontes poluentes ou reduzir sua emissão. Algumas fontes, podem ser seladas ou fechadas. Outras, como sistemas de gás, podem ser ajustadas para diminuir o volume de emissão. Na maioria dos casos, o controle da fonte é a solução mais eficaz.
Melhorar a ventilação: manter janelas e portas abertas sempre que possível ou acionar a função de exaustor quando estiver utilizando o ar-condicionado são medidas viáveis que podem ajudar. Melhorar a ventilação é especialmente importante quando está sendo desenvolvida alguma atividade produtora de poluentes (p.ex.: pinturas, cozimentos, soldas, reformas em geral, etc).


 Limpadores de ar: alguns modelos são realmente eficazes, mas a maioria deles geralmente não remove poluentes gasosos. Além disso, o uso destes dispositivos não exclui a necessidade de eliminar ou controlar a fonte emissora de poluentes. Há algum tempo havia a crença de que plantas poderiam reduzir os níveis de poluentes dentro de casa, mas até o momento não existem evidências científicas significativas comprovando isto. Ainda, plantas no interior da casa regadas excessivamente podem abrigar fungos na terra que lhes sustenta, afetando indivíduos alérgicos.
(Fonte:Comego)

sábado, 20 de setembro de 2014

Semana Farroupilha...Chama Crioula



   A Semana Farroupilha começou no Rio Grande do Sul em 1947, quando alunos do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, fundaram junto ao Grêmio Estudantil o Departamento de Tradições Gaúchas.
   Uma centena de Professores e alunos, entre eles Paixão Cortês, Antônio de Sá Siqueira, Celso Campos, Orlando Jorge Degrazia, Ciro Dias da Costa, Fernando Machado Vieira, Cyro Dutra Ferreira e outros, em suas reuniões, tinham a preocupação principal de preservar, desenvolver e proporcionar uma revitalização da cultura rio grandense.
   Esta reunião marcou o dia 20 de setembro como o marco máximo da Revolução Farroupilha, data da tomada de Porto Alegre e começo da Revolução Farroupilha.



Como começou a Ronda Crioula

A Ronda Crioula começou com a fundação do Departamento de Tradições Gaúchas no Colégio Júlio de Castilhos, em 1947. Paixão Cortês e seus companheiros, com o apoio da Liga de Defesa Nacional e o comando da Brigada Militar, tomaram uma centelha da "pira da pátria". Surgiu a Ronda Crioula, estendendo-se de 7 a 20 de setembro daquele ano.


De onde veio a Ronda Crioula


O nome Ronda Crioula foi buscado na campanha, onde, quando se cuida do gado nas tropeadas, os gaúchos ficam sempre em redor deles, cantarolando, assobiando, tocando violão, que assim faziam para acalmar os bois.
   Um fogo, aceso a certa distância do gado, fica igualmente rodeado de gaúchos que esperam para fazer a sua ronda, ou seja, vão substituir os companheiros que estão observando o gado. Ao redor do fogo, como é natural, “o mate corre de mão em mão”.


   
Chama Crioula

A Chama Crioula
   

O simbolismo do fogo é universal, encerra em si o poder e a força. Assim como na Semana da Pátria, também na Semana Farroupilha temos um fogo simbólico, a “Chama Crioula”, aliás, esta tem origem primeira naquela: foi em 1947 que, pela vez primeira, ardeu um candeeiro crioulo.


A “Chama Crioula” representa a história, a tradição, a alma da sociedade gaúcha, construída ao longo de pouco mais de três séculos. Em torno dela construímos um ambiente de reverência ao passado, de culto aos feitos e fatos que nos orgulham, de reflexão sobre a sociedade que somos e a que queremos ser. Frente à chama, não fazemos festa, não bebemos, não dançamos. Nossa postura é de reverência e de compenetração cívica.

Anualmente, em data e local definido no Congresso Tradicionalista, o Rio Grande e o mundo tradicionalista se voltam para alguma "Querência" do Rio Grande, onde a "Chama Crioula" é acesa para reverenciar a história e a trajetória vitoriosa de uma sociedade que superou todas as dificuldades, desde a sua povoação, passando pela Guerra Guaranítica e Revolução Farroupilha, entre outras, para manter e fazer crescer o Rio Grande do Sul e o Brasil.

Como liame que une todas as querências, todos os galpões, todos os acampamentos, todas as manifestações cívicas e culturais da Semana Farroupilha, a "Chama Crioula" arderá no Rio Grande, no Brasil e no coração de todos os gaúchos, rio grandenses ou não, sempre carregada a cavalo por homens e mulheres que sabem o que fazem e o que querem.(Fonte:PDF)



terça-feira, 2 de setembro de 2014

Cultura Perversa...Zoológico

Existem mais de 5 milhões de animais selvagens em zoológicos por todo o mundo. A cada ano, 500 mil morrem em suas instalações, que nunca serão apropriadas para abrigar as espécies que têm o direito e a necessidade de viver em liberdade.

Os zoológicos foram criados na Inglaterra no início do século passado para exibir humanos, especialmente aqueles com deficiência e os de origem primitiva. Rapidamente perceberam que era uma burla contra a própria espécie e não era apropriado exibir suas deformidades e atrasos.

Aí os grandes primatas e animais de grande porte substituíram os humanos como objetos de exibição e diversão. Para alimentar a fome dos zoológicos, especialmente do mundo mais desenvolvido, encomendas se disseminaram pelos países do terceiro mundo, que possuíam as espécies mais procuradas.

Milhões de indivíduos de todas as espécies foram tirados do seu habitat natural e destinados a milhares de zoológicos em todos os continentes. Os zoológicos cresceram sem controle e criaram também um incentivo para que pessoas com mais recursos montassem seus próprios zoológicos particulares. De ditadores a artistas, passando até por chefes do tráfico de drogas, como o colombiano Pablo Escobar, tiveram e têm seus próprios zoológicos, arrancando animais importantes do seu habitat natural para enriquecer suas coleções.

A paranoia chegou a um ponto que hoje, por exemplo, existem mais de 7 mil tigres em quintais de residências norte-americanas, mais do que os que existem em vida livre, que não passam de 5 mil.

Quando os zoológicos perceberam que estavam sendo atacados e expostos na sociedade por sua atividade predatória de devastar a fauna selvagem, a fim de enriquecer suas coleções, criaram uma justificativa para sua existência: educar a juventude, preservar as espécies ameaçadas de extinção e mostrar às crianças as espécies mais exóticas que existem na natureza. Porém, a verdadeira função dos zoológicos é divertir o público e isso ficou escondido, visto que não era justificável que para divertir o público se depredasse a natureza dessa forma.

Se não existisse reposição de espécies, hoje possivelmente os zoológicos brasileiros não teriam 1/3 dos grandes primatas que possuíam 10 anos atrás; mais de 70% dos grandes primatas em zoológicos brasileiros morreram nos últimos 10 anos e não morreram mais porque os Santuários do GAP resgataram uma boa parte dos que estavam marcados para desaparecer.

Quando o Zoológico de São Paulo tentou nos silenciar judicialmente 5 anos atrás, por denunciar a morte de todos seus grandes primatas em poucas semanas, usou como argumento que “nossa denúncia tinha impedido que eles substituíssem as espécies mortas procedentes de outras fontes e zoológicos”. Meses mais tarde recebeu oito chimpanzés de Portugal e dois orangotangos de Europa, substituindo aqueles que morreram precocemente, possivelmente por uma infecção viral transmitida por ratos e que nunca ficou totalmente esclarecida.

O caso agora do gorila Idi Amin e das duas fêmeas, trazidas a um custo substancial da Inglaterra, para acompanhar o gorila que vive há mais de 25 anos solitário, tem só um fim: “dar publicidade ao zoológico mineiro e aos políticos que gerem o destino da cidade e do Estado. Uma matéria veiculada em um programa de TV de grande audiência provou isso, quando o apresentador repetia incessantemente “o único Zoológico da América do Sul que tem um grupo de gorilas”.

O que a sociedade deve discutir e debater é para que é necessária a existência dos zoológicos da forma que existem, que os força a ser predadores de espécies na natureza para preencher suas coleções. O ser humano hoje não tem divertimentos suficientes, especialmente, com os últimos lançamentos eletrônicos e o que a cibernética lhe oferece, para continuar engaiolando milhões de seres inocentes, que morrem prematuramente, porque não resistem a vida fora do seu habitat natural? É ético, humano, correto, lógico ou legítimo condenar à morte 500 mil animais selvagens a cada ano para divertir a humanidade? (Fonte:PDF)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Prazo de Validade...

> Como é determinado o prazo de validade de um produto?

Para saber até quando um produto mantém boas condições de consumo, é feita uma análise em laboratório, com pequenas amostras, para avaliar sob que condições e em que velocidade ele se deteriora.

Com base nessa avaliação, chamada de teste de vida de prateleira, é que se determina o prazo de validade de alimentos, remédios e pneus de carro passam por outros testes. A data de validade é um guia não só para quem consome. 
Saber até quando o produto está em condições de ser vendido é bom para fabricantes, que evitam ter a imagem manchada por danos causados aos consumidores finais dos seus produtos e para os distribuidores, que conseguem planejar o ritmo de entrega para as lojas.

Prova de resistência
Testar a validade em laboratório é tão caro que a maioria dos fabricantes só copia o prazo dos concorrentes.


Cada Um Por Si
Nem todo fabricante encara o teste. Não é que tenham medo de ter o produto reprovado, mas é porque a avaliação é cara, cerca de 30 mil reais em testes de alimentos. Em vez de gastar a bolada, as empresas arriscam e estampam prazos de validade parecidos com os da concorrência.


Está Quente, Está Frio!
Amostras dos produtos vão para câmaras que aceleram sua degradação. Em alguns testes o produto é submetido a 10º C acima da temperatura média do lugar mais quente em que ele é comercializado. Outro teste é fazer a temperatura oscilar entre quente e frio várias vezes.


Perda Total
O fim do teste se dá quando algumas amostras estão muito fora do padrão de cor, sabor e textura. Por meio de análises químicas, é possível estimar o tempo que a degradação, acelerada pelo teste, levaria para aparecer em condições normais.


Aprovação Pública
Se o teste apontar o período máximo para consumo em três meses e 20 dias, o prazo de validade estampado na embalagem cai para três meses. Isso ajuda a garantir que a qualidade do produto não diminuirá antes do prazo ideal para consumo.



Validade pode variar de muitos anos a poucos dias:


> Pneu - 5 anos
> Milho em lata - 3 anos
> Aspirina - 2 anos
> Leite longa vida - 6 meses
> Ovo - 1 mês
> Frios - 3 dias


Degustadores e consumidores também avaliam o produto comparando itens recém processados com itens embalados há mais tempo.(Fonte:PDF)

domingo, 29 de junho de 2014

Contando...Histórias

No mundo de hoje a mídia está substituindo, cada vez mais, o diálogo nas famílias e diminuindo as oportunidades de desenvolvimento da imaginação infantil. O meio mais importante para atingir esse objetivo é a contação de histórias e a leitura, conduzidas num ambiente agradável para a criança. Contar ou ler histórias requer um certo preparo, que vai desde a escolha do texto até a sua apresentação.

Vivemos um período muito interessante na história da humanidade. Nunca antes tanta informação e tanta comunicação chegaram aos nossos lares, nossas escolas e aos nossos locais de trabalho e lazer.
Os atuais meios de comunicação e informação como TV, internet, revistas, jornais e vídeos prendem a atenção de grandes e pequenos.


Em princípio isto é bom – o horizonte de conhecimentos é ampliado e está ao alcance de cada vez mais pessoas. No entanto, é preciso ver com muita sobriedade, que esses meios de comunicação e informação podem gerar graves problemas no desenvolvimento integral do ser humano. O perigo que nos ronda, chama-se individualismo. Crianças e adultos buscam e recebem as informações e os divertimentos, que a moderna tecnologia coloca ao alcance de todos, sem que para isso precisem envolver-se com os outros. A agitada vida profissional de nossa época faz com que no fim do dia todos estejam tão cansados que somente querem relaxar.


O diálogo em família corre o risco de desaparecer, porque aquilo que os meios de comunicação oferecem parece mais interessante e não obriga ninguém a tomar posição.
Num passado já mais distante, havia espaço e tempo no seio da família para compartilhar as experiências e as vivências do dia a dia. Havia disposição para ouvir, falar e para compartilhar.


Em muitas famílias, após o jantar, todos se agrupavam ao redor do avô ou da avó, do pai ou da mãe, para ouvi-los falar sobre a história da família – e muitos tinham em seu meio um contador de histórias e histórias. Nessas horas um estava perto do outro, sentia o outro, afeto e carinho floresciam.


Os modernos meios de comunicação sabem contar e apresentar as velhas histórias, acompanhadas de som e imagem, de uma maneira tão bonita e fascinante, que os velhos contadores de histórias não se arriscam mais a abrir a boca. A história vem tão completa que não se precisa pedir alguma informação a mais, nem mesmo é necessário usar a imaginação.


Aqui somos confrontados com outro grave problema: a capacidade imaginativa diminui. A história apresentada na TV ou em vídeo vem tão completa que não é necessário criar imagens e usar a fantasia para entende-la. Além disso, nesses programas o diálogo com o interlocutor é reduzido a zero. Ao espectador e ouvinte cabe olhar e escutar em silêncio – e ai se alguém ousa falar ou fazer uma pergunta...


Atualmente, há opções de lazer como a televisão e o videogame. Muitas crianças estão sobrecarregadas de atividades como natação, ginástica, inglês, piano, além das obrigações da escola, da lição de casa. O tempo que elas teriam, talvez, para ler um livro está diminuindo. Infelizmente, esse é um comportamento que está ocorrendo não só com as crianças, mas com os adultos também. E, até por um aspecto cultural do Brasil, falta incentivo, o brasileiro não tem a cultura da leitura.


Diante desta realidade cabe perguntar: o que nós pais e educadores estamos fazendo para resgatar o gosto pelo imaginário nas crianças? O que estamos fazendo para ajudar nossas crianças a expressarem seus pensamentos e sentimentos e gostarem de conviver com os colegas e os membros da família? O que estamos fazendo para evitar que as crianças se tornem pessoas “ensimesmadas”, isto é, estejam centradas, quase que exclusivamente, em suas próprias questões?


A dura realidade de nossa época mostra que dia após dia aumenta o número de crianças que veem os pais cada vez menos e passam a maior parte do tempo sozinhas. Razões econômicas e sociais forçam esta realidade.
Por isso, é de suma importância que pais e professores batalhem pelo resgate do lúdico, do gosto pela expressão oral/corporal, do gosto pela leitura, pelo desenvolvimento dos sentidos e sentimentos.( Fonte:PDF)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Anabolizantes...Consequências do Uso

> O que são Esteróides Anabolizantes
> Consequências do Uso Abusivo de Anabolizantes
> Caminho sem Volta


"Cresce o número de pessoas que adere ao uso de esteróides anabolizantes para moldar o corpo e ganhar força, resistência e velocidade. Sem qualquer controle, o medicamento, apesar de ser proibido, é oferecido principalmente em academias de ginástica. Os danos causados por seu uso, entretanto, podem ser irreversíveis. O problema já está sendo visto como um caso de saúde pública".

>
A busca de corpos esculpidos à base de remédio está levando jovens de aparência saudável a um vício muitas vezes sem volta. O motivo é o uso dos chamados esteróides anabolizantes. Apesar de não haver estatísticas, sabe-se que vem crescendo o número de consumidores da droga. E não são apenas os atletas em busca de mais força, velocidade, e resistência dos músculos os únicos a usá-lo. Homens, jovens e mulheres que querem apenas ganhar massa corporal em pouco tempo também se deixam seduzir pelos efeitos da droga. O abuso desse medicamento não é novidade. O maior problema, atualmente, segundo especialistas, é a adesão às drogas nas academias convencionais.

"Muitas vezes, é o próprio instrutor quem chega para o aluno e diz que seu desenvolvimento chegou ao limite. Aí vem a sedução pelos anabolizantes", explica Fernando Vítor Lima, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Treinamento Esportivo. Nas lojas de suplementos nutricionais, a situação não é diferente: "O charlatanismo é muito grande nesse meio. As pessoas receitam o produto como se soubessem tudo sobre ele. Quem compra, na verdade está pagando pelo sonho de um corpo perfeito, na verdade, de uma ilusão, porque os problemas ocasionados são muitos", orienta.

Nos Estados Unidos, os anabolizantes já são considerados uma droga proibida, que só pode ser vendida com receita médica. Na Suécia, existem serviços que encaminham os usuários para tratamento, como se ele fosse um viciado em droga. No Brasil, segundo o professor, apesar da proibição de venda, a Vigilância Sanitária é falha e os esteróides continuam sendo consumidos em larga escala.

O uso indiscriminado desses esteróides teve início em 1930, com alguns fisiculturistas e atletas que buscavam desenvolvimento muscular rápido e melhora de performance. Com o passar dos anos, o uso se estendeu para esportistas amadores, frequentadores de academias e adolescentes.

O que são Esteróides Anabolizantes

 
Os anabolizantes são substâncias sintéticas similares aos hormônios sexuais masculinos e promovem, portanto, um aumento da massa muscular (efeito anabolizante) e o desenvolvimento de caracteres masculinizantes. A massa corporal aumenta porque eles aumentam a capacidade do corpo de absorver proteína, além de reter líquido provocando o inchaço dos músculos.

Geralmente, os anabolizantes, ou "bombas", como também são chamados, são tomados oralmente em cápsulas/tabletes, ou injetados no músculo. Muitas vezes, as drogas são usadas em associação de até três tipos diferentes e em doses 100 vezes maiores que as preconizadas por tratamento médico. Anadrol, Oxadrin e Durabolin são alguns exemplos de esteróides.

Embora muita gente não saiba, o anabolizante tem uso na medicina, para casos de osteoporose, deficiência de crescimento, problemas hormonais masculinos, como o hipogonadismo. Entretanto, só é ministrado em doses terapêuticas e necessitam sempre de prescrição médica para serem adquiridos. "Os médicos receitam doses de, no máximo, 15 mg enquanto que os fisiculturistas chegam a tomar até 300 mg", diz Fernando.

Consequências do uso de Anabolizantes


O efeito de um corpo saudável com os anabolizantes é apenas aparente. Está provado que seu uso só gera danos à saúde. Os efeitos colaterais das superdosagens são muitos. A pessoa pode desenvolver problemas no fígado, inclusive câncer, redução da função sexual, derrame cerebral, alterações de comportamento com aumento da agressividade e nervosismo, aparecimento de acne. Ao todo, 69 efeitos colaterais já foram documentados.

Em garotos e homens existe a diminuição da produção de esperma, retração dos testículos, impotência sexual, dificuldade ou dor ao urinar, calvície, desenvolvimento irreversível de mamas.



Em adolescentes de ambos os sexos, também pode ocorrer parada prematura do crescimento, tornado-os mais baixos que outros, não usuários de anabolizantes.
A parada brusca do uso de anabolizantes também pode produzir sintomas como depressão, fadiga, insônia, diminuição da libido, dores de cabeça, dores musculares e desejo de tomar mais anabolizantes.

O uso compartilhado de esteróides por seringas e agulhas não esterilizadas é comum e pode expor o indivíduo a doenças como Aids, hepatites B e C e endocardite bacteriana.

Caminho sem Volta


Segundo o professor Fernando, não se sabe até que ponto os problemas ocasionados pelo uso das "bombas" são reversíveis. "Os casos têm que ser analisados de forma isolada porque cada organismo reage de um jeito ao uso do esteróide. Em muitos casos, o nível de comprometimento das funções é tão grande que não há opção de cura. Várias pessoas já morreram por causa do uso indiscriminado dos anabolizantes", adverte.

Por tantos riscos e inconvenientes, o uso indiscriminado de anabolizantes deve ser desencorajado, banido do meio esportivo. Para Fernando, a grande arma capaz de resolver esse problema são as campanhas educativas. " O uso de esteróides já se tornou um caso de saúde pública. O governo tem que tomar providências", completa.
(Comego)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Cultura e Arte...Esquimó


Esquimó é um termo geral usado para se referir a um grupo de pessoas que habitam da costa do mar de Bering até a Groenlândia e a península de Chukchi no nordeste da Sibéria. Há grupos distintos de esquimós, eles são comumente identificados com base em diferenças nos padrões de exploração dos recursos.

Desde a década de 1970, grupos esquimós no Canadá e na Groenlândia adotaram o nome Inuit, embora o termo não se consolidasse no Alasca ou na Sibéria. Apesar das diferenças regionais, grupos esquimós são surpreendentemente uniformes na língua, tipo físico, e na cultura, e, como um grupo, são distintos nesses traços de todos os vizinhos. Eles falam dialetos de uma mesma língua, o Eskimo, que é um ramo principal da família Eskimo Aleut de idiomas. A antiguidade da população esquimó é desconhecida, mas é geralmente aceito que eles são migrantes relativamente recentes da América do Norte e da Ásia, espalhando-se de oeste para leste, ao longo dos últimos 5.000 anos.
adicionalmente, a maioria dos grupos contava com os mamíferos marinhos para alimentação, iluminação, óleo de cozinha, ferramentas e armas. Peixes e caribus eram de extrema importância para sua economia. A prática de comer carne crua era comum entre os esquimós, o que não era repetido por seus vizinhos nativos americanos.

Esquimós tradicionalmente utilizavam vários tipos de casas. Tendas de peles de rena ou peles de foca que eram mais adequadas para o verão, ou em estações mais frias o abrigo era construído de troncos ou às vezes de pedra, colocado sobre pisos escavados. Entre alguns grupos esquimós, a cabana de neve, conhecida como iglu, era usada como abrigo de inverno. Mais comumente, no entanto, essas estruturas foram usadas como abrigos temporários durante a noite durante as viagens.

O trenó puxado por cães era utilizado para o transporte de cargas pesadas em longas distâncias. Sua canoa de pele, conhecida como um caiaque, é uma das embarcações pequenas mais altamente manobráveis já construídas. As tecnologias de caça incluíam vários tipos de arpões, o arco e flecha, facas e lanças. Ferro e armas se tornaram uso comum apenas no século 20. Anteriormente, armas eram criadas a partir de marfim, osso, cobre ou pedra.

Para os esquimós distantes de centros populacionais, a vida no Ártico continua dura e pouco mudou desde seus antepassados há centenas de anos. Tradicionalmente esquimós eram caçadores e coletores. Eles viviam em grupos que se moviam de uma área para outra, de acordo com a época.


Habitações

Em algumas partes da Groenlândia e em regiões sem árvores do ártico do Canadá, como a Ilha de Baffin, os esquimós construíam casas de neve como abrigos de inverno. Estas casas abobadadas, construídas de blocos de neve recém cortados são comumente conhecidas como iglus.

Em outras partes do Canadá, Groenlândia, e no Alasca, alguns esquimós construíram casas de relva e pedra. Outros usavam espessas camadas de terra sobre bases de troncos ou osso de baleia. As casas geralmente tinham um quarto, com camas cobertos com peles de rena. No verão, quase todos os esquimós viviam em tendas feitas de peles de foca ou caribu.


Alimentos

A dieta tradicional esquimó varia com as estações. Focas, baleias e outros mamíferos marinhos são caçados nos meses de inverno. A carne são comidas cozidas, cruas, ou secas. No verão e no outono as fontes de alimento importantes são jogo caribu, pequenos peixes e frutas.

A iguaria tradicional esquimó é o akutok (muitas vezes chamado sorvete esquimó), feito a partir de bagas árticas, óleo de baleia e carne de caribu. Chá quente forte e biscoitos duros feitos com farinha comprada de um posto de troca são servidos em quase todos os lares.


Roupas

Roupas esquimó são feitas a partir de peles de animais. Tradicionalmente, homens, mulheres e crianças se vestem de forma parecida. Eles usam botas de pele de foca impermeáveis, jaquetas de pele encapuzados chamados parkas e calças de pele feitas de peles de focas, caribus, raposas, ou ursos polares.



Vida em Família

Os casais eram o núcleo de uma família. Os pais, irmãos, irmãs solteiras, ou outros parentes, muitas vezes partilhavam o mesmo lar. Todos os membros trabalham juntos para sobreviver aos invernos árticos. Os homens são responsáveis pelo fornecimento de alimentos. As mulheres fazem roupas e preparam alimentos. Durante os meses de inverno as famílias se entretinham contando e representando as histórias transmitidas de geração em geração.


Religião
Durante o século 20 mais esquimós se converteram ao cristianismo. Em regiões remotas, algumas famílias mantiveram a crença antiga de que certos homens e mulheres, chamados xamãs, têm a capacidade de invocar espíritos sobrenaturais para ajuda na cura de doenças, garantindo a boa caça e controlando o tempo.


Caça e Captura

Arcos e flechas eram usados para a caça de caribus e ursos polares até o século 19, quando fuzis e balas se tornaram disponíveis em postos de comércio. Focas eram caçadas com um arpão arremessado de um caiaque. Durante o longo inverno, raposa e outros curtumes animais eram caçados para alimentação e vestuário, e para a venda em postos de comércio. Os peixes eram capturados através de buracos no gelo no inverno e em rios e córregos no verão.


Artes e Ofícios

A forma de arte mais difundida esquimó era escultura da vida diária em miniatura de objetos, tais como animais, barcos e trenós puxados por cães. O material comumente usado era óleo de baleia e marfim de morsa. Em algumas áreas eram feitas máscaras altamente criativas de peles, em grande parte para fins religiosos ou de magia, como pacificar os espíritos malignos. Mulheres decoravam as roupas com peles de animais, apliques de pele de foca e acessórios esculpidos em marfim.
(Fonte: PDF-Culturamix)

terça-feira, 29 de abril de 2014

Tempestade Negra...1930

Designa-se por Dust Bowl um fenômeno climático de tempestade de areia que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1930 e que durou quase dez anos. Foi um desastre econômico e ambiental que afetou severamente boa parte dos Estados Unidos da América nessa altura.

Ocorreu em três eventos: 1934, 1936 e 1939-40, mas algumas das regiões das Planícies Altas (High Plains) experimentaram condições de seca por quase oito anos. O efeito "dust bowl" (taça de pó) foi provocado por anos de práticas de manejo do solo que o deixaram susceptível às forças do vento que provocaram seca induzida pelo alto nível de partículas de solo suspensas no ar. O solo, despojado de umidade, era levantado pelo vento em grandes nuvens de pó e areia tão espessas que escondiam o sol durante vários dias. Estes dias eram referidos como "brisas negras" ou "vento negro".

Consequências

Os prejuízos agrícola e econômico devastaram os residentes das Grandes Planícies (Great Plains). A seca Dust Bowl piorou as já graves crises econômicas que muitos dos agricultores enfrentavam durante a Grande Depressão. No início da década de 1930, muitos deles procuravam recuperar das perdas econômicas. Para compensar começaram a incrementar as colheitas. A grande produção baixou os preços, forçando os agricultores a incrementar as colheitas para pagar as suas terras e as suas dívidas. Quando a seca fez impacto, os agricultores já não puderam produzir a quantidade suficiente para pagar empréstimos e as suas necessidades básicas. Mesmo com a ajuda federal de emergência, muitos agricultores das Grandes Planícies não puderam suportar a crise econômica da seca. Muitos foram forçados a deixar as suas terras, com uma em cada dez explorações a mudar de dono no momento alto das transferências.



As grandes planícies continham uma vegetação natural que suportava longas estiagens, e ainda segurava a terra no lugar e gerava umidade, ajudando nas precipitações em períodos chuvosos. Com a entrega dos títulos de terra a milhares de americanos, para plantarem trigo, milho, cevada e outras gramíneas, essa capa de vegetação natural foi retirada para o plantio e deixou a terra sem proteção. Com a primeira estiagem, as culturas morreram e deram lugar à terra nua, sem umidade e prolongando a seca mais do que o normal.

O resultado foi as tempestades de areia constantes, alterando ainda mais o clima existente na região, inclusive chegando a Chicago, Washington, Nova York e na longínqua Boston, com relatos até de navios em pleno oceano Atlântico Norte divulgando que seus decks ficavam sujos de areia.

No final da década de 30, um grande projeto recuperou boa parte da vegetação natural e a condição voltou ao normal tempos depois.

Uma vez passado o Dust Bowl, observava-se claramente que muitos fatores contribuíram para o severo impacto da seca. Era preciso desenvolver uma melhor compreensão das interações entre elementos naturais (clima, plantas e solo) e as atividades humanas (prática agrícola, economia e condições sociais) das Grandes Planícies. As lições foram aprendidas, e devido a esta seca os agricultores adotaram novos métodos para ajudar a controlar a erosão do solo nos ecossistemas de terras secas. As secas subsequentes nesta região tiveram menor impacto devido a estas práticas de cultivo.(Fonte:PDF)

sábado, 5 de abril de 2014

Benefícios Para a Saúde...Andar, Pedalar


Para quem pensa em manter a forma não são necessários grandes esforços sobre-humanos para tanto. Basta um pouco de boa vontade e perseverança para obter a forma ideal. Atualmente duas práticas desportivas têm se destacado para os que buscam a boa forma. É a caminhada e a antiga e eterna bicicleta.

A falta de atividade física mais conhecida como sedentarismo, que se tem verificado com intensidade nos dias atuais, constitui-se um fator de risco para o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, em especial a arteriosclerose e a hipertensão arterial. O ato de caminhar funciona como efeito preventivo para vários problemas cardiovasculares.

Caminhar constitui uma das mais naturais atividades físicas por ser um método simples, facilmente controlável, sem a necessidade de equipamentos especiais e pode ser praticado por qualquer pessoa.

A caminhada está incluída no grupo de exercícios denominados de aeróbicos ou de resistência, que segundo os cardiologistas, significam exercícios rítmicos de grandes músculos, da mesma intensidade, até um nível em que o organismo utiliza o oxigênio como fonte de energia. Neste grupo de exercícios, além da caminhada estão incluídos ainda a corrida, a natação, andar de bicicleta e a própria dança aeróbica. Estes exercícios são os que proporcionam maiores benefícios ao sistema cardiovascular.

Benefícios

Outros efeitos benéficos da caminhada para o organismo, além da melhora e prevenção dos problemas cardíacos podem ser ressaltados, como a redução da gordura corporal, contribuindo para a manutenção do peso ideal, a melhoria da função respiratória, redução dos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, a redução da ansiedade e depressão, regularização do sono e consequentemente, um melhor desempenho intelectual e maior equilíbrio emocional. É considerada, ainda, como forma de lazer.

É preciso considerar alguns aspectos fundamentais para que a caminhada e demais exercícios aeróbicos tragam alguns benefícios à saúde. O principal deles é a intensidade do exercício a ser realizado, procurando-se obter de 51 a 85% da sua capacidade máxima. Isto pode ser medido através de testes, como por exemplo o ergométrico.
Outros aspectos a serem analisados são a duração e a frequência do exercício para que se obtenham resultados satisfatórios. Além disso, a prática deve ser de acordo com a idade, o sexo, o peso, o treinamento prévio, a situação cardiovascular e o uso de medicamentos.

Os fatores como a condição de vida e ambiente, a alimentação adequada, o trabalho diário, o hábito de bebidas alcoólicas, o fumo e as condições da temperatura devem ser consideradas. O ideal é que as pessoas que desejam iniciar qualquer atividade física contassem com uma avaliação prévia e controle regular através de exames solicitados por um cardiologista.

Cuidados

Além dos exames que garantem uma avaliação mais segura, as pessoas devem observar alguns princípios considerados fundamentais na prática da caminhada, como a escolha de um tênis confortável, flexível e macio, a escolha de local adequado e de preferência sem ladeiras.

Outro aspecto destacado é com relação ao uso adequado de roupas, que devem ser leves e confortáveis, evitando o suor excessivo, que deve surgir espontaneamente. E, com o término do exercício, as pessoas devem fazer o relaxamento, sob a forma de ginástica de alongamento e respiração leve para permitir a adaptação novamente ao estado de repouso.

Percursos

As pessoas, antes de iniciar qualquer atividade física, como por exemplo caminhar, devem ter o cuidado de se orientar com especialista sobre a necessidade ou não de alguns exames médicos. As pessoas que iniciam a caminhada com grandes percursos, ou que desejam entrar em forma de uma hora para a outra, devem lembrar que isto pode ser prejudicial à saúde com consequências imprevisíveis. O aumento de exercício deve ser gradual e qualquer alteração nas condições físicas deve ser comunicada a um especialista. Por exemplo, ao caminhar até 5 Km/h se consome 3,5 de energia; 7 Km já consome 4,5; e assim por diante.

Como exercício aeróbico perfeito, que não exige pique ou coordenação como nas aulas de academia, o caminhar em uma velocidade maior que a do andar normal tornou-se um grande esporte. Para tanto são necessárias algumas precauções como, uso de calçados adequados, postura, frequência, tempo, roupas e outros.

A vestimenta de quem se dispõe a caminhar deve ser leve. Os tecidos sintéticos ou emborrachados são desaconselháveis porque impedem a transpiração natural. Tênis acolchoados, com palmilhas que amortecem o impacto do pé contra o solo são os melhores. Mas se o único horário possível para a caminhada for a hora do almoço, procure usar pelo menos calçados que não estejam apertando os pés.

A postura de quem caminha deve ser ereta. O tempo de duração de uma caminhada não deve ser nunca menos de 20 minutos. É só, após este prazo que começa a queima de calorias. A hidratação deve ser feita com um copo de água antes, um durante e um depois da atividade.

Pedalar - um exercício lúdico

Já esta atividade física evita seu contato de impacto com o solo, eliminando os riscos de uma ruptura de ligamentos. Em termos aeróbicos os benefícios são os mesmos, além disso, pedalar fortalece os músculos da perna e do coração, combate à flacidez das pernas, melhora a circulação sanguínea e ajuda na queima de calorias.

Pedalar ainda é um exercício lúdico, estimula a convivência social e em família. Os melhores lugares são parques e ciclovias, pedalar ainda é indicado para as pessoas gordinhas porque exige menor esforço para executar a tarefa, principalmente para as crianças.

Algumas dicas para pedalar com segurança e prazer

O ideal é começar pedalando de 15 a 20 minutos, três vezes por semana. Use tênis, qualquer modelo, desde que confortáveis. As bicicletas devem ter guidão alto, para evitar esforços na coluna. A postura deve prezar por manter o tronco na vertical, sem forçá-lo. O banco deve estar regulado na altura da extensão das pernas.

O ciclismo não oferece risco algum, a não ser as quedas. Para usufruir do esporte como método de condicionamento físico, pedale mais de 20 minutos por dia, e para perder calorias o tempo deve ultrapassar os 40 minutos diários. Ainda é possível pedalar sem sair de casa, basta usar as bicicletas ergométricas. Os benefícios são os mesmos.

Antes de iniciar qualquer tipo de exercícios, é recomendável procurar um médico para obter maiores informações.(Fonte:Comego)

sábado, 8 de março de 2014

Introversão...

A nossa sociedade vem transformando escolas e escritórios em instituições dedicadas a extrovertidos — arquétipo que tem se revelado um grande desperdício de talento, energia e felicidade.

O sistema de valores contemporâneo segue a crença de que todos precisariam se sentir confortáveis sob a luz dos holofotes. A introversão vem sendo encarada como um traço de personalidade de segunda classe, praticamente como uma patologia. O que se descobre dos quietos é que está cometendo um erro grave ao abraçar esse ideal. Algumas das maiores ideias humanas — da teoria da evolução aos girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais — vieram de pessoas quietas que sabiam como se comunicar com seus universos interiores. Sem os introvertidos não haveria a teoria da relatividade, os noturnos de Chopin, o Google.

O temperamento extrovertido é atraente, mas, foi transformado em um padrão opressivo que muitos, mesmo contra sua própria essência, se acham obrigados a adotar. Tal ponto de vista surge fundamentado pelas mais recentes pesquisas nas áreas da psicologia e da neurociência, que têm apresentado ideias iluminadoras: os introvertidos, por exemplo, sentem-se confortáveis com menos estímulo, como quando resolvem palavras cruzadas ou leem um livro; já os extrovertidos gostam da vibração extra de atividades como conhecer pessoas novas e esquiar em montanhas perigosas.

Especialistas afirmam também que os dois tipos trabalham de maneiras diferentes. Os extrovertidos tendem a terminar tarefas em pouco tempo, tomando decisões rápidas, enquanto os introvertidos costumam atuar de forma mais lenta e ponderada, focando-se em uma tarefa de cada vez. “Pessoas introvertidas são pensadores atentos e reflexivos, capazes de tolerar a solidão que a produção de ideias requer. A implementação dessas boas ideias, por sua vez, implica em cooperação, e introvertidos são mais propensos a preferir ambientes cooperativos, enquanto os extrovertidos costumam favorecer a competição”.

 A questão do que chamamos de “temperamento” surge como ponto central do módulo, mostrando que introvertidos e extrovertidos pensam e processam dopamina de maneiras distintas, envolve biologia e estudos de personalidade. O assunto recebe um olhar cultural em um debate que envolve amor, trabalho e educação – sempre por meio de uma acurada e delicada observação do dia a dia.

Ainda à, algumas dúvidas comuns, mostrando que um introvertido não é necessariamente um eremita ou um misantropo. Nem mesmo a palavra “timidez” pode ser tida como um sinônimo de “introversão”: esta é o medo da desaprovação social e da humilhação, enquanto aquela é a preferência por ambientes onde não predominam os estímulos externos. Ao contrario da introversão, a timidez é inerentemente dolorosa.

Assim com acontece com outros opostos complementares (masculinidade e feminilidade, Ocidente e Oriente, liberais e conservadores), a humanidade seria irreconhecível sem a divisão entre introvertidos e extrovertidos. Poetas e filósofos têm pensando sobre o assunto desde o início dos tempos, sendo que os dois tipos aparecem na Bíblia e em escritos da antiguidade clássica. O poder dos quietos, assim, leva a se aprofundar no comportamento humano e mudar a maneira pela qual enxerga a si mesmo.(Fonte: O poder dos quietos > PDF)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Cinturão de Radiação...Van Allen

 Em 1958 o satélite de exploração espacial, o Explorer I dotado de um contador Geiger detectou radiação na órbita da Terra.
Esta consiste de elétrons e prótons, com energias altíssimas, entre 1 e 100 milhões de elétron volts.
A esta região foi dado o nome de Cinturão de Radiação Van Allen. Na verdade ela se divide em dois cinturões. 
Os dois cinturões de Van Allen, em geral, não estão presentes nos polos, tem a forma de forma duas capas que envolvem a Terra sendo mais espessas no Equador.

O cinturão mais interno está situado entre de mil e cinco mil quilômetros de altitude. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios cósmicos provindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera da Terra.

Assim, quando ejetados para fora da atmosfera, parte dos nêutrons se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar a região do cinturão. 
As trajetórias das partículas são espirais ao longo de linhas de força do campo magnético do planeta. 
Existe um segundo cinturão mais acima entre 15.000 e 25.000km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. 
Estas são íons, em geral trazidos pelo vento solar. 
Nesta região as partículas mais energéticas são elétrons com várias centenas de milhares de elétrons volt.

Os prótons no cinturão externo são muito menos energéticos do que os do mais interno. Não existe uma delimitação entre o cinturão interno e o externo, eles se fundem em altitudes que variam. 

Quando a atividade solar é intensa, partículas eletricamente carregadas rompem os cinturões, estas ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas. 
Contudo, muitas partículas são refletidas de volta para o espaço ao longo do campo magnético terrestre.
A atmosfera da Terra limita as partículas energéticas das regiões Van Allen entre 200 a 1.000 km aproximadamente, conforme já descrito anteriormente, o campo dos cinturões não se estende além de sete raios terrestres de distância, e seus limites estão restritos a uma área que de aproximadamente 65° do equador celeste.
A presença de um cinto de radiação já tinha sido teorizada por Nicholas Christofilos antes das primeiras prospecções realizadas por satélites na alta atmosfera terrestre.

A confirmação de sua existência se deu em primeiro lugar com as missões Explorer I no dia 31 de janeiro de 1958, e Explorer III, seu estudo foi realizado pelo Doutor James Van Allen. A primeira missão espacial a compilar dados significativos sobre o Cinturão de Van Allen foi a Sputnik 3, seguida pelas missões Explorer IV, Pioneer III e Luna 1. 

A presença de clorofluorohidrocarbono na atmosfera superior, liberado pela atividade humana, causa uma absorção seletiva de partículas alfa naquela região. 
O acúmulo cria nuvens ionicamente carregadas e invisíveis, conhecidas como região pseudo Van Allen, sendo 1x10-9 do tamanho real do cinturão de Van Allen verdadeiro. Atualmente, existem duas propostas paralelas de estudo do cinturão de radiação. 
Estas pesquisam o efeito quantitativo e qualitativo de absorção de radiação que se propaga para a baixa atmosfera terrestre.(Fonte:PDF)



sábado, 22 de fevereiro de 2014

Insatisfação Com a...Própria Imagem

Você é satisfeito com sua...Imagem ?



Uns quilos a mais, um nariz meio torto, seios pequenos, algumas manchas na pele. O que ocorre quando estas marcas da normalidade passam a ser percebidas como defeitos grotescos na aparência?

Em alguns casos, o que se vê é o surgimento de uma busca desenfreada por dietas, cirurgias reparadoras, cremes de beleza e tratamentos estéticos que são vistos como as únicas soluções para amenizar a insatisfação com o próprio corpo.



Embora a busca pela perfeição da forma corporal seja encarada com naturalidade pela sociedade contemporânea, deve-se alertar para os perigos desta busca que pode atingir níveis patológicos e comprometer a saúde física e mental dos indivíduos.

Em um momento em que a conquista do corpo perfeito nos é imposta como elemento essencial para o alcance da felicidade, cresce entre nós um sentimento de insatisfação com a própria imagem. Este contexto propicia o desenvolvimento de inúmeras patologias, entre as quais destaca-se o Distúrbio Dismórfico Corporal (DDC).

Este caracteriza-se por uma preocupação excessiva com um defeito mínimo ou imaginário na aparência. O indivíduo possui a sensação de que algum aspecto de seu corpo é feio ou repugnante, ainda que aqueles ao seu redor julguem que sua aparência não seja tão anormal.

O indivíduo com DDC realiza uma peregrinação por consultórios médicos, centros de estética, academias de ginásticas e spas, onde diversos tratamentos se sucedem. Não são raros os casos daqueles que fazem repetidas cirurgias plásticas, passam por dezenas de dietas e tratamentos de beleza.

Entretanto, após cada uma destas tentativas (ainda que bem sucedidas) a sensação de insatisfação com a própria imagem persiste, apontando que o problema não é de ordem física e sim psicológica.

Além dos danos físicos que podem advir das sucessivas intervenções às quais se submete o indivíduo com DDC, há também prejuízos nos campos social e afetivo. Isto porque a vergonha e o incômodo sentidos em função de um pequeno defeito na aparência acabam levando o indivíduo a restringir sua vida social na tentativa de esconder-se dos outros e, assim, evitar um julgamento negativo.

O DDC é um distúrbio tratável e recomenda-se que o indivíduo procure um psicólogo ou psiquiatra para que seja corretamente diagnosticado e tratado. Parte da intervenção consiste em ajudar o indivíduo a desenvolver uma avaliação mais realista das qualidades e defeitos do próprio corpo, podendo estabelecer uma relação mais satisfatória consigo mesmo.

É importante frisar que o diagnóstico de DDC não se aplica a todos aqueles que sentem ou já sentiram alguma forma de insatisfação com a própria imagem visto que, num mundo tão exigente, a satisfação total com a aparência é dificilmente atingida. Ainda assim, deve-se estar atento para o momento em que a preocupação com o corpo torna-se excessiva e passa a prejudicar a vida afetiva e social do indivíduo.(Fonte:PDF) 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A Moldagem no Rosto das Pessoas...Genes


 > Sequências genéticas que selecionam determinados genes pode atuar na 'escolha' do rosto.
Cientistas começaram a entender a razão pela qual os rostos das pessoas são tão diferentes. A partir de testes em ratos, pesquisadores dos Estados Unidos conseguiram identificar partes do DNA que determinam os traços faciais.


O estudo do Joint Genome Institute, do Lawrence Berkeley National Laboratory na Califórnia, mostra que mudanças no material genético podem alterar sutilmente o rosto de uma pessoa.



Os resultados da pesquisa foram publicados pela revista Science. Segundo os cientistas, os resultados registrados a partir de testes em animais têm grande chance de serem similares aos que seriam registrados com humanos.
Em entrevista à BBC, o professor Alex Visel disse que os cientistas buscam sabe “como as instruções para a formação da face humana são carregadas no DNA”.

“Em algum lugar deve haver um modelo que define nosso rosto”, disse.


Interruptor


A equipe de pesquisadores encontrou mais de 4.000 acentuassomos (sequências de DNA) no genoma do rato que, ao que tudo indica, desempenham um papel no desenvolvimento facial.

Essas sequências curtas de DNA agem como interruptores de luz, ligando e desligando genes. Os cientistas identificaram 200 sequências do genoma do rato que teriam essa função.

"Nós conseguimos ver exatamente, nos embriões de ratos, como à medida que o rosto se desenvolvem essas sequências ‘acendem’ e ‘desligam’ os genes que elas controlam”, diz o professor Visel.

Durante os testes, os pesquisadores extraíram três dessas sequências.

“Os ratos ficaram com com a aparência muito normal”, relatou o professor Visel, acrescentando que “é muito difícil para os humanos ver a diferença na face dos ratos”.

“Então resolvemos usar tomografia computadorizada para estudar o formato do rosto dos ratos”, disse.

Ao comparar os ratos com genes modificados com os demais, os pesquisadores encontraram mudanças muito sutis. Alguns camundongos, no entanto, desenvolveram crânios mais longos ou mais curtos, enquanto outros tiveram rostos mais largos ou mais estreitos.

“O que isso nos mostra é que esse interruptor especial também desempenha um papel no desenvolvimento do crânio e pode afetar o formato do crânio", explicou.



Bebês ‘Desenhados’?

 

Entender como esse mecanismo funciona pode mostrar também como os embriões podem desenvolver deformações faciais.

“Há muitas formas de deformação crânio facial de nascença. A fissura palatal e do lábio são as mais comuns”, disse o professor Visel.

“Isso traz graves implicações para as crianças afetadas. Há impacto na alimentação, na fala, na respiração, há a necessidade de cirurgia extensa, além das implicações psicológicas", disse.

Ainda que muitas dessas deformações sejam causadas por mutações genéticas, os cientistas querem saber como o mecanismo do ‘interruptor genético’ funciona.

Segundo o professor Visel, ainda há muito para se desvendar acerca do processo de desenvolvimento facial. Ele diz, no entanto, que a descoberta sugere que esse é um processo muito complexo.

Para o cientista, ainda está longe o dia que o DNA possa ser alterado para determinar a aparência de um bebê.(Fonte:
Rebecca Morelle-BBC)