Com exceção dos prossímios, os demais primatas são reunidos sob o nome de antropóides, que, por sua vez, dividem-se em macacos do Novo Mundo, macacos do Velho Mundo e hominoídeos.
No grupo dos hominoídeos encontramos um terceiro grupo de macacos, os pongídeos, que apresentam maior semelhança com os seres humanos, e o grupo dos hominídeos, dos quais sobrou apenas o homem moderno, a espécie Homo Sapiens.
Os macacos do Novo Mundo que vivem na América do Sul e na América Central, têm hábitos exclusivamente arbóreos.
Uma cauda preênsil permite que se pendurem nas árvores, esse orgão é tão importante para sua locomoção que pode ser consideradoum quinto membro.
São exemplos de macacos do Novo Mundo: o sagüi, o mico-leão, o bugio, o mono-carvoeiro eo macaco-aranha, muitas dessas espécies estão ameaçadas de extinção.
Os macacos do Velho Mundo, quase todos asiáticos ou africanos, os macacos de Gibraltar são o único grupo europeu, têm hábitos arbóreos ou terrestres.
Usam as quatro patas ao andar, e sua cauda não é preênsil, como nos seus primos do Novo Mundo. Alguns exemplos: os babuínos, que vivem no chão, o mandril, o macaco Rhesus e os macacos de Gibraltar.
Os pongídeos são os mais parecidos com os seres humanos. Compreendem os gibões das florestas asiáticas, os orangotangos, também asiáticos, encontrados na Indonésia, os gorilase os cimpanzés, que vivem em florestas africanas.
Exceto pelos gibões, que pesam cerca de 6 kg, os pongídeos são maiores que os demais macacos (chimpanzés machos com 40 kg, orangotangos com cerca de 100kg, podendo os gorilas machos chegar a 180 kg).
Têm também o cérebro maior que os demais macacos, proporcionalmente ao tamanho do corpo. Entre os macacos, os chimpanzés são considerados os mais inteligentes.
Apresentam com portamento social, caminham em bandos e muitas vezes compartilham o alimento que arranjam.
Podem comer frutos,sementes, mel, ovos e até carne de outros animais.
Utilizam uma linguagem mímica bastante rica e conseguem se comunicar com certa eficiência.
São, além disso, capazes de utilizar ferramentas simples, como gravetos, para cavoucar e encontrar cupins, ou então pedras com as quais quebram sementes e frutos duros.
Por causa de sua inteligência e capacidade de aprendizado, seu comportamento tem sido objeto de muitas pesquisas nos últimos anos.
sábado, 19 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Nosso Pantanal...e sua Biodiversidade
Localizado no Centro-Oeste do Brasil, o Pantanal é considerado uma das maiores reservas ecológicas do mundo, com fauna e flora extremamente ricas, portanto com grande biodiversidade.
Trata-se de uma de uma planície percorrida pelos rios Paraguai e seus afluentes, na qual se formam áreas inundadas.
O ciclo de vida compreende dois períodos distintos, o período das águas, de novembro a março, e das secas, de abril a outubro.
No Pantanal, a planície tem um declive muito baixo, e isso faz com que a água das cheias não fique estagnada, escorrendo lentamente da planície para o leito dos rios, durante a seca.
Calcula-se, assim, que a água que cai nas cabeceiras do rio Paraguai leve quatro meses ou mais para atravassar todo o Pantanal.
As extensas áreas inundadas servem de abrigo para muitas espécies animais.
Existem ali centenas de espécies de peixes, quesaem do leito do leito dos rios durante a cheia e povoam as regiões inundadas, ondeprocuram alimento.
A riqueza do Pantanal em aves é também muito grande.
Jacarés, cobras, onças, ariranhas, macacos, porcos-do-mato e veados também fazem parte da fauna local.
Encontra-se no Pantanal alguns cerrados e campos inundáveis,além de ambientes aquáticos, como lagoas de água doce ou salobra e rios.
Os solos do Pantanal são arenosos e neles podem crescer pastagens, utilizadas pelos herbívoros da região e pelo gado bovino.
Trata-se de uma de uma planície percorrida pelos rios Paraguai e seus afluentes, na qual se formam áreas inundadas.
O ciclo de vida compreende dois períodos distintos, o período das águas, de novembro a março, e das secas, de abril a outubro.
No Pantanal, a planície tem um declive muito baixo, e isso faz com que a água das cheias não fique estagnada, escorrendo lentamente da planície para o leito dos rios, durante a seca.
Calcula-se, assim, que a água que cai nas cabeceiras do rio Paraguai leve quatro meses ou mais para atravassar todo o Pantanal.
As extensas áreas inundadas servem de abrigo para muitas espécies animais.
Existem ali centenas de espécies de peixes, quesaem do leito do leito dos rios durante a cheia e povoam as regiões inundadas, ondeprocuram alimento.
A riqueza do Pantanal em aves é também muito grande.
Jacarés, cobras, onças, ariranhas, macacos, porcos-do-mato e veados também fazem parte da fauna local.
Encontra-se no Pantanal alguns cerrados e campos inundáveis,além de ambientes aquáticos, como lagoas de água doce ou salobra e rios.
Os solos do Pantanal são arenosos e neles podem crescer pastagens, utilizadas pelos herbívoros da região e pelo gado bovino.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
A Inversão Térmica...
A Inversão térmica é um fenômeno bastante freqüente em várias cidades.
Em São Paulo, nos meses de inverno, provoca grande aumento nos poluentes do ar.
Normalmente, as camadas inferiores da atmosfera são mais quentes do que as superiores, o ar quente, menos denso, sobe, carregando os poluentes, e é substituído por ar frio.
Em determinadas épocas, no entanto, as camadas inferiores podem ficar mais frias do que as superiores, como conseqüência, o ar não circula verticalmente, e a concentração de poluentes cresce.
Se, além disso tudo, não houver ventos fortes, forma-se sobre a cidade um manto de poluentes cada vez mais concentrado.
As inversões térmicas normalmente desaparecem ao longo do dia, contudo com certas condições meteorológicas, como uma alta pressão sobre a área, esses fenômenos podem se estender por muitos dias.
A solução para o problema se baseia na adoção de medidas que controlem a poluição nos grandes centros urbanos. Além disso, o uso de combustíveis e fontes de energia mais limpas ajudam a diminuir o fenômeno.
Em São Paulo, nos meses de inverno, provoca grande aumento nos poluentes do ar.
Normalmente, as camadas inferiores da atmosfera são mais quentes do que as superiores, o ar quente, menos denso, sobe, carregando os poluentes, e é substituído por ar frio.
Em determinadas épocas, no entanto, as camadas inferiores podem ficar mais frias do que as superiores, como conseqüência, o ar não circula verticalmente, e a concentração de poluentes cresce.
Se, além disso tudo, não houver ventos fortes, forma-se sobre a cidade um manto de poluentes cada vez mais concentrado.
As inversões térmicas normalmente desaparecem ao longo do dia, contudo com certas condições meteorológicas, como uma alta pressão sobre a área, esses fenômenos podem se estender por muitos dias.
A solução para o problema se baseia na adoção de medidas que controlem a poluição nos grandes centros urbanos. Além disso, o uso de combustíveis e fontes de energia mais limpas ajudam a diminuir o fenômeno.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Camuflagem e Mimetismo
Um bom exemplo é a camuflagem, um "disfarce" do organismo que o confunde com o ambiente a seu redor.
Ao ficar parecido com o ambiente, camuflado, o animal pode se "esconder" de sua presa, o que lhe posibilita caçar mais eficientemente.
A superfície ventral dos peixes, por exemplo, costuma ser mais clara que o dorso.
Um predador que estiver abaixo do péixe poderá confundi-lo com a superfície iluminada da água, se o peixe for visto de cima, seu dorso poderá ser confundido com o fundo.
Gaivotas são escuras no dorso, o que as protege contra aves de rapina, e claras no ventre, de modo que não são vistas pelo peixe que pretendem comer.
Raposas do Ártico têm pelagem branca no inverno, por isso se confundem com a neve.
Lagartos e artrópodes que vivem na areia costumam ter cor clara e se confundem com o ambiente.
Mimetismo, é a semelhança entre seres de espécies diferentes.
O mimetismo batesiano, um mecanismo especial, não tem a função de "esconder" o organismo.
Uma borboleta chamada vice-rei é comestível, mas tem grande semelhança com outra espécie, chamada monarca, que tem gosto desagradável e é rejeitada pelos pássaros.
Essa semelhança faz com que a borboleta vice-rei acabe também sendo rejeitada pelos pássaros.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O Que São Fenocópias?
Às vezes, o meio ambiente pode agir sobre um organismo de forma que seu fenótipo simule o efeito de um gene em particular, mesmo que o organismo não tenha o gene em questão.
Sabe-se hoje que a tendência para o diabete é transmitida geneticamente.
O pâncreas do diabético, por alguns motivos, produz menos insulina do que o de indivíduos normais.
Isso resulta em distúrbio no metabolismo dos carboidratos.
No entanto, um indivíduo apresentará todos os sintomas de um diabético genético, sem no entanto possuir o gene para a doença.
Dizemos que esse indivíduo é uma fenocópia de diabético.
Da mesma forma, uma pessoa diabética pode ser uma fenocópia de um indivíduo normal.
Isso ocorre porque pessoas com diabete usam insulina para regularizar o metabolismo dos açucares; num diabético que toma insulina, todos os sintomas da doença desaparecem temporariamente, e seu organismo se comporta normalmente em relação aos açucares.
O efeito de normalidade, nesse caso, é induzido, não genéticamente, mas por um fator ambiental, a injeção de insulina.
Por isso esse indivíduo é considerado uma fenocópia de uma pessoa normal.
Outro exemplo é uma anomalia na formação do lábio superior conhecida como lábio leporino.
Sabe-se que, em alguns casos, esse caráter é determinado geneticamente; no entanto, a droga talidomina, que no passado foi ministrado a gestantes para combater naúseas, também podia provocar o mesmo tipo de defeito.
domingo, 22 de abril de 2012
A Biodiversidade...Os Impactos Sobre A Vida
A palavra biodiversidade tem sido muito usada nos últimos tempos. Refere-se à riqueza biológica que existe no planeta.
As regiões da da biosfera mais ricas em diversidade biológica são freqüentemente os países menos desenvolvidos, onde existe uma enorme área florestal.
Nas regiões tropicais, particularmente, há um número muito grande de espécies, tanto animais como vegetais, muitas dessas espécies não foram sequer identificadas.
É provável que muitos desses organismos venham a ter, um dia, imensa importância, seja no campo da medicina, da indústria ou da nutrição humana.
O Brasil está entre os cinco maiores detentores dessa riqueza biológica. Há, no entanto, uma diferença entre dispor dessa riqueza biológica e ser capaz de explorá-la.
Os países de maior biodiversidade normalmente não possuem os recursos que permitiriam desenvolver estudos aprofundados das espécies, nem recursos ecônomicos nem tecnológicos.
Os países que dispõem desses recursos , por sua vez, não têm essa biodiversidade em seu território.
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