quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O Conformismo...


Porquê viver num mundo de conformismo, onde tudo torna-se rotina, onde o que nos dizem são verdades inquestionáveis, onde somos controlados por um ser superior?

As pessoas não compreendem o quanto perdem conformando-se. 

Por vezes, perdemos o direito da palavra, perdemos o direito de lutarmos pelos nossos objetivos, desvalorizamos a nossa vida, deixamos de raciocinar.

Abandonar o pensamento, visto por alguém conformista não parece ser muito importante mas será que compreendem que a característica mais importante, a que nos diferencia dos animais é essa mesmo, por isso o ser humano é considerado um animal, sim meus senhores e senhoras, um animal racional.

Hoje em dia, se a nossa vida é muito melhor do que a de há alguns anos atrás, é devido ao poder da racionalidade no ser humano.

O progresso e a evolução nasceram da labuta do pensar.

O Homem com a sua racionalidade, tenta resolver os seus problemas, tenta arranjar forma de conquistar os seus objetivos.

Todos sabemos comentar os problemas que existem, mas o que fazemos para resolvê-los?

Cada um tem de pensar na forma como resolvê-los, de forma a beneficiar o maior número de pessoas possível, começando por este, havemos de ver como muitos problemas serão resolvidos,e para os outros encontraremos possíveis soluções.

Eu sou criticado por pensar muito e pela minha forma de pensar, mas acho que se é só a nível do pensamento que tenho liberdade plena, vou usufruí-lo da forma que quiser e quando quiser.
NT
 >Se a nossa vida é muito melhor do que a de há alguns anos atrás, é devido ao poder da racionalidade no ser humano.




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Nosso Corpo...e o Ciclo do Carbono

Os biólogos utilizam carbono radioativo(C14) para descobrir as "trilhas" de determinados processos, tanto no interior de células e de organismos quanto na natureza.

 O carbono radiotivo se comporta exatamente como o carbono comum no metabilismo dos organismos.

 A vantagem para o cientista é que ele emite radiação, por isso pode ser detectado facilmente.

 Usar carbono radiotivo num experimento equivale a colocar um pequeno transmissor de rádio num carro, que permite monitorar constantemente sua posição.

 Os átomos de carbono podem ser "seguidos" nas cadeias alimentares, desde sua incorporação pelos vegetais até sua passagem pelos vários níveis tróficos.

 Pesquisas realizadas com o uso do carbono radiotivo demonstram que os tecidos dos animais são constantemente reciclados.

 O aspecto geral de nosso corpo não muda de um ano para o outro, apesar disso, nossa matéria viva está o tempo todo sendo degradada e substituída, molécula por molécula, por substâncias provenientes de nosso alimento, que "moldamos à nossa imagem" e incorporamos à nossa estrutura. 

Calcula-se que, em média, a cada quatro anos haja uma reciclagem total da matéria que compõe nosso corpo.

Isso significa que participamos de forma intensa dos ciclos da matéria. 

Não deixa de ser pertubador pensar que certos átomos de carbono, em nosso corpo, podem ter pertencido, não faz muito tempo, a um pedaço de madeira, ao corpo de uma baleia, de uma minhoca, de uma samambaia, ou ainda de uma bactéria decompositora!

 E seria curioso saber em que organismos irão parar os átomos de carbono que saem dos nossos pulmões a cada instante.

 Haverá em nosso corpo alguns átomos que um dia pertenceram a um dinossauro ?

É possível que sim, se lembrarmos que a queima de combustíveis fósseis devolve à atmosfera átomos que ficaram afastados dos ciclos durante muitos milhões de anos. 

Na verdade, as gerações passam, mas os átomos na natureza permanecem os mesmos.(Fonte PDF)

domingo, 12 de agosto de 2012

Exploração Sexual...Tráfico de Mulheres

Segundo Relatório da Anistia Internacional, o tráfico de pessoas é uma das formas ilegais mais lucrativas no mercado mundial. Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) estimam que o tráfico humano movimente por ano cerca de 32 bilhões de dólares.

A Convenção de Palermo, um dos poucos marcos legais que tratam do tráfico de pessoas, o define como o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento de pessoas utilizando-se de ameaça, uso da força, formas de coação e abuso de autoridade sobre situações de vulnerabilidade para fins de exploração.

Segundo estimativas do Instituto Europeu para o Controle e Prevenção do Crime, cerca de 500 mil pessoas são traficadas de países mais pobres para este continente por ano. Quanto ao tráfico de pessoas para fins sexuais, estima-se que 98% das vítimas em todo o mundo são mulheres.

Para quem realiza este tipo de exploração, a atividade tem baixos riscos e altos lucros. As mulheres traficadas entram no seu país de destino com visto de turista e a ação da exploração sexual muitas vezes é camuflada nos registros por atividades legais como o agenciamento de modelos, babás, garçonetes ou dançarinas.

Poucas das mulheres vítimas deste crime têm ciência de que a migração se destina à exploração sexual. Por vezes elas permanecem em cárcere privado, sob permanente vigilância, além de sofrerem preconceito e discriminação por parte dos clientes e dos donos dos estabelecimentos.

Sabe-se que essas mulheres trabalham de 10 a 13 horas diárias no mercado do sexo, não podendo recusar clientes e sendo submetidas ao uso abusivo de drogas e álcool para permanecerem despertas. Elas acabam não se reconhecendo como traficadas, não se dão conta da grave exploração que sofrem, apenas admitem que foram enganadas.

O tráfico para fins de exploração sexual traz irreversíveis consequências às mulheres. Estas ficam expostas a todo tipo de doença sexualmente transmissível, inclusive ao vírus HIV, sofrem ataques físicos por parte dos clientes, são atacadas sexualmente pelos aliciadores, têm que lidar com constantes ameaças ou intimidações por todo o período que permanecem em regime de escravidão sexual, além de destinarem todo o dinheiro que arrecadam para pagar a dívida contraída com os cafetões.

Para a Associação para a Prevenção e Reinserção da Mulher Prostituída (APRAMP) a situação das brasileiras inseridas neste mercado de exploração merece atenção. A instituição alerta que o Brasil é hoje o país com maior número de mulheres traficadas para fins sexuais da América do Sul. Dados da Pesquisa Nacional sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes (PESTRAF) contabilizam 110 rotas nacionais e 131 rotas internacionais, sendo 32 dessas para a Espanha.

O mais alarmante é que se detectou que vem aumentando a quantidade de brasileiras que entram nos países de língua latina da Europa para fins de exploração sexual. Dessas tantas, muitas estão sofrendo uma nova forma de exploração: a revenda. As mulheres permanecem um pequeno período, menos de 28 dias, em um estabelecimento de prostituição, em seguida são revendidas a outros estabelecimentos com a finalidade levar novas possibilidade de escolha dos clientes. Para a estudiosa do assunto Iana Matei, o aumento desse comércio de troca é consequência da relação de traficantes de entorpecentes com a exploração sexual, levando a este ramo a administração em rede e a renovação de mercadoria para lucrar mais.(Fonte:A verdade).

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A Importância das Cidades...No Crescimento Econômico.



A concentração de consumidores, trabalhadores e empresas num local ou área, em conjunto com as instituições formais e informais que formam uma aglomeração "compacta" e coesa, tem o potencial para produzir externalidades e aumentar as receitas em função da escala.

Sessenta e sete por cento do PIB europeu é gerado em regiões metropolitanas, enquanto a sua população apenas representa 59% da população européia total. 

Uma comparação entre o desempenho econômico das cidades européias indica igualmente que as grandes cidades têm um desempenho melhor do que as restantes.

 No entanto, existe uma diferença acentuada entre o desempenho das capitais e o das outras cidades.

 É difícil distinguir os efeitos apenas da aglomeração das externalidades positivas decorrentes do fato de ser uma capital e centro de administrações públicas e privadas.

 Existe igualmente uma diferença ainda mais marcante entre as cidades não capitais ocidentais e orientais que não pode ser explicada apenas pela dimensão.

A concentração de atividade não é uma condição necessária ou suficiente para um crescimento elevado.

Após algumas décadas, as economias de aglomeração voltaram a estar em evidência no discurso político, com a tônica na ampla disponibilidade e diversidade de recursos em áreas com uma elevada densidade de atividades diferentes.

No entanto, a investigação atual não explica suficientemente o papel destas economias nem os limiares críticos dos diferentes elementos, tornando assim difícil a utilização do conceito.

Tem sido sugerido que os efeitos de aglomeração têm limites e que as externalidades negativas que podem resultar da aglomeração, tais como o congestionamento de tráfego, os aumentos dos preços e a falta de alojamento a preços acessíveis, a poluição, a expansão urbana, os custos crescentes das infraestruturas urbanísticas, as tensões sociais e as taxas de criminalidade mais elevadas, podem suplantar os benefícios.

Além dos custos econômicos diretos de uma diminuição na eficiência da economia, existe ainda o custo adicional de um ambiente degradado, problemas de saúde e uma qualidade de vida reduzida.

De acordo com a OCDE, a relação entre receitas e dimensão populacional torna-se negativa para as áreas metropolitanas com uma população de cerca de 6 à 7 milhões de habitantes, o que sugere deseconomias de aglomeração devido a congestionamento e outros custos relacionados.

domingo, 5 de agosto de 2012

FMI...Quem Paga a Conta?

Ao mesmo tempo em que aperta o cinto dos trabalhadores, os governos seguem drenando o dinheiro público para alimentar a vampiragem da moderna classe capitalista, o capital financeiro.

O FMI anunciou em abril mais US$ 430 bilhões para financiar os bancos e monopólios europeus em crise. Esses 430 bilhões sairão evidentemente dos governos e, consequentemente, dos povos que pagam impostos. Os EUA não se comprometeram com nenhum centavo, mas o Fundo quer que o Brasil entre com 10 bilhões de euros. Em 2009, o Brasil tirou da Saúde e da Educação do nosso povo US$ 10 bilhões que enviou generosamente para a Europa. A crise se aprofundou e, agora, querem mais dinheiro do nosso país, na base do “Deus lhe pague!”.

No total, do final do ano passado até abril de 2012, foram quase 1,5 trilhão de euros para financiar a banca.

Mas isso não é nada. De acordo com o FMI, a conta do total de crédito que os governos terão que garantir para evitar a falência do sistema financeiro na Europa pode ultrapassar a US$ 2,6 trilhões até 2013. Uma cifra espantosa, mas ainda menor que a que foi utilizada pelo governo dos Estados Unidos para salvar sua classe capitalista: 16 trilhões de dólares.

De onde vem esse dinheiro, senão dos impostos pagos pelos trabalhadores?

Vejamos o exemplo da Grécia. O governo deste país em troca das medidas draconianas contra seu povo recebeu um empréstimo de 130 bilhões de euros. No entanto, esses 130 bilhões ficaram sob controle do FMI para assegurar que serão gastos exclusivamente com o pagamento da dívida da Grécia. A Espanha, no mesmo dia que doou 66 bilhões de euros para o Fundo, adotou um ajuste fiscal no valor de 27 bilhões de euros, composto por aumento dos impostos e cortes nos gastos sociais.

A justificativa para essa política é sempre obter a confiança do chamado “mercado”, isto é, do capital financeiro que, como definiu Lênin, significa a fusão do capital bancário com o capital industrial, e não simplesmente, como apresenta a moderna social democracia, o capital bancário.

Em resumo, os governos capitalistas fazem opção em favor do capital em vez do emprego, da salvação de bancos e monopólios em vez da Saúde e da Educação e do bem-estar do povo.

Fica, portanto, evidente, a total impossibilidade de se alcançar a igualdade social, o fim do desemprego e da pobreza enquanto o controle da economia estiver nas mãos de um punhado de ricos. Provas: 1 bilhão de pessoas famintas, quase 300 milhões de desempregados, as guerras constantes e o empobrecimento da população, enquanto, um reduzido grupo de pessoas que forma a classe rica vive na fartura e no esbanjamento.(Fonte:A Verdade).

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Comunicação...Evolução ou Regressão?

No início dos tempos, o homem se comunicava através de gestos, sinais gravados em pedras e sinais de fumaça. Era uma comunicação eficiente, porém, demorada, que demandava certo tempo para se obter a resposta esperada.

Com a evolução humana, obtivemos duas das maiores heranças que nossos ancestrais poderiam ter nos deixado: a capacidade de se comunicar através da escrita e da fala.

A partir desta evolução, o homem aprimorou sua comunicação e estreitou seus relacionamentos, conseguindo desta maneira, expressar sentimentos de maneira mais “humana”.

Se comunicar com um parente distante passou a ser possível através de cartas, em seguida através do telegrafo e posteriormente através do telefone. Junto com essa evolução do processo de comunicação veio também a agilidade e as distâncias passaram a encurtar.

Mas como o processo de evolução é contínuo, a evolução nos trouxe também a internet e o e-mail. Ferramentas fantásticas que encurtou ainda mais as distâncias e agilizou a comunicação entre as pessoas, não importando se estão separadas por milhares de quilômetros ou até mesmo por oceanos.

Problemas que antes eram resolvidos através de visitas e reuniões passaram a ser resolvidos através de troca de e-mails, MSN ou pelo Skype.

Para aquelas pessoas sem tempo, a internet trouxe a facilidade de estudar em casa através do ensino à distância. Toda essa evolução trouxe sem dúvidas inúmeros benefícios à sociedade além dos já citados anteriormente. Mas como tudo na vida possui dois lados, esta evolução nos trouxe pontos positivos e pontos negativos.

Com o surgimento do e-mail e da internet, os relacionamentos se limitaram a uma tela de computador, não existe mais aquela conversa olho no olho, o contato com o outro ser humano, um belo aperto de mão para selar uma parceria.

Nossa sociedade está se isolando cada vez mais dentro de suas casas e se relacionando pelos computadores. Os colegas de trabalho desejam feliz aniversário através de trocas de e-mails. Cônjuges resolvem os problemas de casa se falando pelo MSN.

Chamo a atenção para um dos principais conceitos que a sociedade possui para alcançar seus objetivos: o trabalho em equipe. Relacionamento, comunicação entre seus colaboradores. Esse é um dos principais conceitos para que uma organização obtenha sucesso.

Tanto a sociedade quanto as organizações precisam encontrar um meio de equilibrar o uso destas ferramentas fantásticas de comunicação sem perder o contato humano para desta maneira, conseguir atingir seus objetivos de maneira saudável.(Fonte:BlogTech)