A nossa sociedade vem transformando escolas e escritórios em instituições dedicadas a extrovertidos — arquétipo que tem se revelado um grande desperdício de talento, energia e felicidade.
O sistema de valores contemporâneo segue a crença de que todos precisariam se sentir confortáveis sob a luz dos holofotes. A introversão vem sendo encarada como um traço de personalidade de segunda classe, praticamente como uma patologia. O que se descobre dos quietos é que está cometendo um erro grave ao abraçar esse ideal. Algumas das maiores ideias humanas — da teoria da evolução aos girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais — vieram de pessoas quietas que sabiam como se comunicar com seus universos interiores. Sem os introvertidos não haveria a teoria da relatividade, os noturnos de Chopin, o Google.
O temperamento extrovertido é atraente, mas, foi transformado em um padrão opressivo que muitos, mesmo contra sua própria essência, se acham obrigados a adotar. Tal ponto de vista surge fundamentado pelas mais recentes pesquisas nas áreas da psicologia e da neurociência, que têm apresentado ideias iluminadoras: os introvertidos, por exemplo, sentem-se confortáveis com menos estímulo, como quando resolvem palavras cruzadas ou leem um livro; já os extrovertidos gostam da vibração extra de atividades como conhecer pessoas novas e esquiar em montanhas perigosas.
Especialistas afirmam também que os dois tipos trabalham de maneiras diferentes. Os extrovertidos tendem a terminar tarefas em pouco tempo, tomando decisões rápidas, enquanto os introvertidos costumam atuar de forma mais lenta e ponderada, focando-se em uma tarefa de cada vez. “Pessoas introvertidas são pensadores atentos e reflexivos, capazes de tolerar a solidão que a produção de ideias requer. A implementação dessas boas ideias, por sua vez, implica em cooperação, e introvertidos são mais propensos a preferir ambientes cooperativos, enquanto os extrovertidos costumam favorecer a competição”.
A questão do que chamamos de “temperamento” surge como ponto central do módulo, mostrando que introvertidos e extrovertidos pensam e processam dopamina de maneiras distintas, envolve biologia e estudos de personalidade. O assunto recebe um olhar cultural em um debate que envolve amor, trabalho e educação – sempre por meio de uma acurada e delicada observação do dia a dia.
Ainda à, algumas dúvidas comuns, mostrando que um introvertido não é necessariamente um eremita ou um misantropo. Nem mesmo a palavra “timidez” pode ser tida como um sinônimo de “introversão”: esta é o medo da desaprovação social e da humilhação, enquanto aquela é a preferência por ambientes onde não predominam os estímulos externos. Ao contrario da introversão, a timidez é inerentemente dolorosa.
Assim com acontece com outros opostos complementares (masculinidade e feminilidade, Ocidente e Oriente, liberais e conservadores), a humanidade seria irreconhecível sem a divisão entre introvertidos e extrovertidos. Poetas e filósofos têm pensando sobre o assunto desde o início dos tempos, sendo que os dois tipos aparecem na Bíblia e em escritos da antiguidade clássica. O poder dos quietos, assim, leva a se aprofundar no comportamento humano e mudar a maneira pela qual enxerga a si mesmo.(Fonte: O poder dos quietos > PDF)
sábado, 8 de março de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Cinturão de Radiação...Van Allen
Esta consiste de elétrons e prótons, com energias altíssimas, entre 1 e 100 milhões de elétron volts.
A esta região foi dado o nome de Cinturão de Radiação Van Allen. Na verdade ela se divide em dois cinturões.
Os dois cinturões de Van Allen, em geral, não estão presentes nos polos, tem a forma de forma duas capas que envolvem a Terra sendo mais espessas no Equador.
O cinturão mais interno está situado entre de mil e cinco mil quilômetros de altitude. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios cósmicos provindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera da Terra.
Assim, quando ejetados para fora da atmosfera, parte dos nêutrons se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar a região do cinturão.
As trajetórias das partículas são espirais ao longo de linhas de força do campo magnético do planeta.
Existe um segundo cinturão mais acima entre 15.000 e 25.000km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar.
Estas são íons, em geral trazidos pelo vento solar.
Nesta região as partículas mais energéticas são elétrons com várias centenas de milhares de elétrons volt.
Os prótons no cinturão externo são muito menos energéticos do que os do mais interno. Não existe uma delimitação entre o cinturão interno e o externo, eles se fundem em altitudes que variam.
Quando a atividade solar é intensa, partículas eletricamente carregadas rompem os cinturões, estas ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas.
Contudo, muitas partículas são refletidas de volta para o espaço ao longo do campo magnético terrestre.
A atmosfera da Terra limita as partículas energéticas das regiões Van Allen entre 200 a 1.000 km aproximadamente, conforme já descrito anteriormente, o campo dos cinturões não se estende além de sete raios terrestres de distância, e seus limites estão restritos a uma área que de aproximadamente 65° do equador celeste.
A presença de um cinto de radiação já tinha sido teorizada por Nicholas Christofilos antes das primeiras prospecções realizadas por satélites na alta atmosfera terrestre.
A confirmação de sua existência se deu em primeiro lugar com as missões Explorer I no dia 31 de janeiro de 1958, e Explorer III, seu estudo foi realizado pelo Doutor James Van Allen. A primeira missão espacial a compilar dados significativos sobre o Cinturão de Van Allen foi a Sputnik 3, seguida pelas missões Explorer IV, Pioneer III e Luna 1.
A presença de clorofluorohidrocarbono na atmosfera superior, liberado pela atividade humana, causa uma absorção seletiva de partículas alfa naquela região.
O acúmulo cria nuvens ionicamente carregadas e invisíveis, conhecidas como região pseudo Van Allen, sendo 1x10-9 do tamanho real do cinturão de Van Allen verdadeiro. Atualmente, existem duas propostas paralelas de estudo do cinturão de radiação.
Estas pesquisam o efeito quantitativo e qualitativo de absorção de radiação que se propaga para a baixa atmosfera terrestre.(Fonte:PDF)
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Insatisfação Com a...Própria Imagem
Você é satisfeito com sua...Imagem ?
Uns quilos a mais, um nariz meio torto, seios pequenos, algumas manchas na pele. O que ocorre quando estas marcas da normalidade passam a ser percebidas como defeitos grotescos na aparência?
Em alguns casos, o que se vê é o surgimento de uma busca desenfreada por dietas, cirurgias reparadoras, cremes de beleza e tratamentos estéticos que são vistos como as únicas soluções para amenizar a insatisfação com o próprio corpo.
Embora a busca pela perfeição da forma corporal seja encarada com naturalidade pela sociedade contemporânea, deve-se alertar para os perigos desta busca que pode atingir níveis patológicos e comprometer a saúde física e mental dos indivíduos.
Em um momento em que a conquista do corpo perfeito nos é imposta como elemento essencial para o alcance da felicidade, cresce entre nós um sentimento de insatisfação com a própria imagem. Este contexto propicia o desenvolvimento de inúmeras patologias, entre as quais destaca-se o Distúrbio Dismórfico Corporal (DDC).
Este caracteriza-se por uma preocupação excessiva com um defeito mínimo ou imaginário na aparência. O indivíduo possui a sensação de que algum aspecto de seu corpo é feio ou repugnante, ainda que aqueles ao seu redor julguem que sua aparência não seja tão anormal.
O indivíduo com DDC realiza uma peregrinação por consultórios médicos, centros de estética, academias de ginásticas e spas, onde diversos tratamentos se sucedem. Não são raros os casos daqueles que fazem repetidas cirurgias plásticas, passam por dezenas de dietas e tratamentos de beleza.
Entretanto, após cada uma destas tentativas (ainda que bem sucedidas) a sensação de insatisfação com a própria imagem persiste, apontando que o problema não é de ordem física e sim psicológica.
Além dos danos físicos que podem advir das sucessivas intervenções às quais se submete o indivíduo com DDC, há também prejuízos nos campos social e afetivo. Isto porque a vergonha e o incômodo sentidos em função de um pequeno defeito na aparência acabam levando o indivíduo a restringir sua vida social na tentativa de esconder-se dos outros e, assim, evitar um julgamento negativo.
O DDC é um distúrbio tratável e recomenda-se que o indivíduo procure um psicólogo ou psiquiatra para que seja corretamente diagnosticado e tratado. Parte da intervenção consiste em ajudar o indivíduo a desenvolver uma avaliação mais realista das qualidades e defeitos do próprio corpo, podendo estabelecer uma relação mais satisfatória consigo mesmo.
É importante frisar que o diagnóstico de DDC não se aplica a todos aqueles que sentem ou já sentiram alguma forma de insatisfação com a própria imagem visto que, num mundo tão exigente, a satisfação total com a aparência é dificilmente atingida. Ainda assim, deve-se estar atento para o momento em que a preocupação com o corpo torna-se excessiva e passa a prejudicar a vida afetiva e social do indivíduo.(Fonte:PDF)
Uns quilos a mais, um nariz meio torto, seios pequenos, algumas manchas na pele. O que ocorre quando estas marcas da normalidade passam a ser percebidas como defeitos grotescos na aparência?
Em alguns casos, o que se vê é o surgimento de uma busca desenfreada por dietas, cirurgias reparadoras, cremes de beleza e tratamentos estéticos que são vistos como as únicas soluções para amenizar a insatisfação com o próprio corpo.
Embora a busca pela perfeição da forma corporal seja encarada com naturalidade pela sociedade contemporânea, deve-se alertar para os perigos desta busca que pode atingir níveis patológicos e comprometer a saúde física e mental dos indivíduos.
Em um momento em que a conquista do corpo perfeito nos é imposta como elemento essencial para o alcance da felicidade, cresce entre nós um sentimento de insatisfação com a própria imagem. Este contexto propicia o desenvolvimento de inúmeras patologias, entre as quais destaca-se o Distúrbio Dismórfico Corporal (DDC).
Este caracteriza-se por uma preocupação excessiva com um defeito mínimo ou imaginário na aparência. O indivíduo possui a sensação de que algum aspecto de seu corpo é feio ou repugnante, ainda que aqueles ao seu redor julguem que sua aparência não seja tão anormal.
O indivíduo com DDC realiza uma peregrinação por consultórios médicos, centros de estética, academias de ginásticas e spas, onde diversos tratamentos se sucedem. Não são raros os casos daqueles que fazem repetidas cirurgias plásticas, passam por dezenas de dietas e tratamentos de beleza.
Entretanto, após cada uma destas tentativas (ainda que bem sucedidas) a sensação de insatisfação com a própria imagem persiste, apontando que o problema não é de ordem física e sim psicológica.
Além dos danos físicos que podem advir das sucessivas intervenções às quais se submete o indivíduo com DDC, há também prejuízos nos campos social e afetivo. Isto porque a vergonha e o incômodo sentidos em função de um pequeno defeito na aparência acabam levando o indivíduo a restringir sua vida social na tentativa de esconder-se dos outros e, assim, evitar um julgamento negativo.
O DDC é um distúrbio tratável e recomenda-se que o indivíduo procure um psicólogo ou psiquiatra para que seja corretamente diagnosticado e tratado. Parte da intervenção consiste em ajudar o indivíduo a desenvolver uma avaliação mais realista das qualidades e defeitos do próprio corpo, podendo estabelecer uma relação mais satisfatória consigo mesmo.
É importante frisar que o diagnóstico de DDC não se aplica a todos aqueles que sentem ou já sentiram alguma forma de insatisfação com a própria imagem visto que, num mundo tão exigente, a satisfação total com a aparência é dificilmente atingida. Ainda assim, deve-se estar atento para o momento em que a preocupação com o corpo torna-se excessiva e passa a prejudicar a vida afetiva e social do indivíduo.(Fonte:PDF)
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
A Moldagem no Rosto das Pessoas...Genes
> Sequências genéticas que selecionam determinados genes pode atuar na 'escolha' do rosto.
Cientistas começaram a entender a razão pela qual os rostos das pessoas são tão diferentes. A partir de testes em ratos, pesquisadores dos Estados Unidos conseguiram identificar partes do DNA que determinam os traços faciais.
O estudo do Joint Genome Institute, do Lawrence Berkeley National Laboratory na Califórnia, mostra que mudanças no material genético podem alterar sutilmente o rosto de uma pessoa.
Os resultados da pesquisa foram publicados pela revista Science. Segundo os cientistas, os resultados registrados a partir de testes em animais têm grande chance de serem similares aos que seriam registrados com humanos.
Em entrevista à BBC, o professor Alex Visel disse que os cientistas buscam sabe “como as instruções para a formação da face humana são carregadas no DNA”.
“Em algum lugar deve haver um modelo que define nosso rosto”, disse.
Interruptor
A equipe de pesquisadores encontrou mais de 4.000 acentuassomos (sequências de DNA) no genoma do rato que, ao que tudo indica, desempenham um papel no desenvolvimento facial.
Essas sequências curtas de DNA agem como interruptores de luz, ligando e desligando genes. Os cientistas identificaram 200 sequências do genoma do rato que teriam essa função.
"Nós conseguimos ver exatamente, nos embriões de ratos, como à medida que o rosto se desenvolvem essas sequências ‘acendem’ e ‘desligam’ os genes que elas controlam”, diz o professor Visel.
Durante os testes, os pesquisadores extraíram três dessas sequências.
“Os ratos ficaram com com a aparência muito normal”, relatou o professor Visel, acrescentando que “é muito difícil para os humanos ver a diferença na face dos ratos”.
“Então resolvemos usar tomografia computadorizada para estudar o formato do rosto dos ratos”, disse.
Ao comparar os ratos com genes modificados com os demais, os pesquisadores encontraram mudanças muito sutis. Alguns camundongos, no entanto, desenvolveram crânios mais longos ou mais curtos, enquanto outros tiveram rostos mais largos ou mais estreitos.
“O que isso nos mostra é que esse interruptor especial também desempenha um papel no desenvolvimento do crânio e pode afetar o formato do crânio", explicou.
Bebês ‘Desenhados’?
Entender como esse mecanismo funciona pode mostrar também como os embriões podem desenvolver deformações faciais.
“Há muitas formas de deformação crânio facial de nascença. A fissura palatal e do lábio são as mais comuns”, disse o professor Visel.
“Isso traz graves implicações para as crianças afetadas. Há impacto na alimentação, na fala, na respiração, há a necessidade de cirurgia extensa, além das implicações psicológicas", disse.
Ainda que muitas dessas deformações sejam causadas por mutações genéticas, os cientistas querem saber como o mecanismo do ‘interruptor genético’ funciona.
Segundo o professor Visel, ainda há muito para se desvendar acerca do processo de desenvolvimento facial. Ele diz, no entanto, que a descoberta sugere que esse é um processo muito complexo.
Para o cientista, ainda está longe o dia que o DNA possa ser alterado para determinar a aparência de um bebê.(Fonte:Rebecca Morelle-BBC)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Coluna Vertebral...Prevenção de Problemas
- Métodos Orientais
- Sentar, Flexionar e Dormir
Se o ser humano pensa que tem alguma vantagem sobre outros animais, por estar sobre duas pernas, se enganou. Enquanto usamos os quatro membros para nos equilibrarmos, evitamos uma série de problemas na coluna. Pena que esta fase não passe de um ano de vida. Com os primeiros passinhos surgem os primeiros problemas de coluna.
Introdução
Cerca de 80% da população mundial tem ou vai ter problemas de coluna. E estes problemas trazem com eles fortes dores que afligem os que fazem parte desta camada da população mundial.
A coluna tem um papel fundamental no funcionamento do organismo. Dela saem 32 pares de nervos em direção a todas as partes do corpo. A persistência de uma postura inadequada, a presença de tensão nervosa ou o uso de cadeiras e colchões de má qualidade podem levar àquelas dores terríveis. Para quem sofre destes distúrbios, o uso de medicamentos pode ser necessário. Mas, se você não tem esse problema e não quer aumentar os riscos, o caminho é a prevenção.
Existem alguns métodos de tratamento, como a medicina convencional, RPG (reeducação postural global) e acupuntura. Mas duas orientações podem ser dadas independente do método. A primeira é: não fazer da coluna uma alavanca de trabalho - quando se precisa levantar peso do chão, basta flexionar os joelhos e não dobrar a coluna. E a segunda: nunca carregar peso superior a 10% do peso do seu próprio corpo.
Métodos Orientais
A acupuntura segue os princípios da medicina oriental. Os chineses acreditam que vários problemas do organismo estão ligados à energia liberada pelos cinco órgãos essenciais, coração, rins, fígado, baço e pulmões, que precisam estar em equilíbrio.
A coluna está bem próxima dos rins e para diagnosticar, o médico oriental analisa individualmente o paciente. Alteração na cor do paciente e na pulsação pode ser considerada por eles como uma ameaça para a coluna.
Para a medicina oriental o importante é tratar a causa. A região a ser manipulada pela acupuntura nesta situação é o tornozelo.
O tratamento é feito com calor, massagem, tração, infiltração e manipulação. O tratamento emocional, com métodos de relaxamento e técnicas cognitivas, que ensinam o paciente a sentar, andar e deitar adequadamente é realizado na complementação do primeiro.
Sentar, Flexionar e Dormir.
Para estes três movimentos existem posturas adequadas, que podem colaborar na prevenção de possíveis problemas de coluna. Para sentar é preciso usar cadeiras com encosto que pegue o meio das costas.
O assento deve ser duro e os pés devem tocar o chão. Não sente longe da mesa e não cruze as pernas. Para dormir a melhor posição é de lado ou posição fetal. É a que mais descansa o corpo. Já para fazer qualquer trabalho ao nível do chão, relaxe os ombros e equilibre sempre o peso nas duas pernas. Ao abaixar-se, levante ligeiramente as nádegas. Qualquer inicio de sintomas como dor nas pernas ou nas costas, dormências, formigamentos podem estar relacionados com distúrbios de coluna e merecem uma avaliação por um especialista.(Fonte:Comego)
- Sentar, Flexionar e Dormir
Se o ser humano pensa que tem alguma vantagem sobre outros animais, por estar sobre duas pernas, se enganou. Enquanto usamos os quatro membros para nos equilibrarmos, evitamos uma série de problemas na coluna. Pena que esta fase não passe de um ano de vida. Com os primeiros passinhos surgem os primeiros problemas de coluna.
Introdução
Cerca de 80% da população mundial tem ou vai ter problemas de coluna. E estes problemas trazem com eles fortes dores que afligem os que fazem parte desta camada da população mundial.
A coluna tem um papel fundamental no funcionamento do organismo. Dela saem 32 pares de nervos em direção a todas as partes do corpo. A persistência de uma postura inadequada, a presença de tensão nervosa ou o uso de cadeiras e colchões de má qualidade podem levar àquelas dores terríveis. Para quem sofre destes distúrbios, o uso de medicamentos pode ser necessário. Mas, se você não tem esse problema e não quer aumentar os riscos, o caminho é a prevenção.
Existem alguns métodos de tratamento, como a medicina convencional, RPG (reeducação postural global) e acupuntura. Mas duas orientações podem ser dadas independente do método. A primeira é: não fazer da coluna uma alavanca de trabalho - quando se precisa levantar peso do chão, basta flexionar os joelhos e não dobrar a coluna. E a segunda: nunca carregar peso superior a 10% do peso do seu próprio corpo.
Métodos Orientais
A acupuntura segue os princípios da medicina oriental. Os chineses acreditam que vários problemas do organismo estão ligados à energia liberada pelos cinco órgãos essenciais, coração, rins, fígado, baço e pulmões, que precisam estar em equilíbrio.
A coluna está bem próxima dos rins e para diagnosticar, o médico oriental analisa individualmente o paciente. Alteração na cor do paciente e na pulsação pode ser considerada por eles como uma ameaça para a coluna.
Para a medicina oriental o importante é tratar a causa. A região a ser manipulada pela acupuntura nesta situação é o tornozelo.
O tratamento é feito com calor, massagem, tração, infiltração e manipulação. O tratamento emocional, com métodos de relaxamento e técnicas cognitivas, que ensinam o paciente a sentar, andar e deitar adequadamente é realizado na complementação do primeiro.
Sentar, Flexionar e Dormir.
Para estes três movimentos existem posturas adequadas, que podem colaborar na prevenção de possíveis problemas de coluna. Para sentar é preciso usar cadeiras com encosto que pegue o meio das costas.
O assento deve ser duro e os pés devem tocar o chão. Não sente longe da mesa e não cruze as pernas. Para dormir a melhor posição é de lado ou posição fetal. É a que mais descansa o corpo. Já para fazer qualquer trabalho ao nível do chão, relaxe os ombros e equilibre sempre o peso nas duas pernas. Ao abaixar-se, levante ligeiramente as nádegas. Qualquer inicio de sintomas como dor nas pernas ou nas costas, dormências, formigamentos podem estar relacionados com distúrbios de coluna e merecem uma avaliação por um especialista.(Fonte:Comego)
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
A Importância no Resgate de Vidas...Cães Farejadores
Existem dois tipos de localizadores, um de origem israelense e outro alemão. Este último tem a vantagem de permitir a comunicação chamada duplex, ou seja, além de localizar a vítima, possibilita que ela se comunique por meio de um microfone e um receptor de áudio acoplado ao aparelho, que é guiado até o mais próximo possível da pessoa e muitas vezes orienta a melhor forma de procedimento em seu salvamento.
Com o emprego dos cães, esse trabalho foi aprimorado. A grande valia é que eles têm uma capacidade muito superior a do homem no que se refere ao olfato e à audição. Apresentam uma sensibilidade auditiva 16 vezes maior que a dos seres humanos e, enquanto o homem possui 5 milhões de células na cavidade nasal, os cães são dotados de 250 milhões. Por isso, facilmente identificam suor, odor de sangue, adrenalina, etc.
A capacidade de trabalho de um cão farejador para localizar pessoas equivale a 20 homens desempenhando a mesma função de busca, sendo que o animal pode realizar a tarefa em um tempo muito menor.
O trabalho com cães de resgate no Brasil é desenvolvido apenas nos estados de S. Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro. A maioria dos animais é treinada em corporações militares, como Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, desempenhando um papel fundamental na localização de pessoas perdidas em florestas, desabamentos e soterramentos.
No Brasil, o número de cães de resgate tem aumentado e já acontecem encontros de cães farejadores, eventos nos quais os condutores com seus animais participam de provas em diferentes ambientes, tentando descobrir os diversos odores.
As raças de cães que apresentam maior capacidade de faro são Labrador ou Springuer Spaniel, cuja composição genética facilita a adaptação a qualquer tipo de treinamento. Além de ser um cão adaptável a qualquer terreno e ter um histórico de caçador.
Apesar do trabalho tão importante realizado por esses cães, como todo serviço voluntário realizado por Ongs, é necessário patrocínio para manter os animais e deslocá-los para áreas mais distantes e até outros estados onde ocorrem os acidentes e desastres. Por falta de recursos, muitas vezes não é possível transportar os cães, e vidas podem deixar de ser salvas...(Fonte:PDF)
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