terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Alimentos Envenenados Por Agrotóxicos...Causam Câncer



É cada dia maior o número de brasileiros com câncer. Com exceção dos ricos, que conseguem ter acesso a remédios caros e importados e aos melhores médicos e hospitais, a imensa maioria dos brasileiros que contraem a doença, morrem em poucos meses.  Alguns desinformados afirmam que o crescimento do número de pessoas com câncer é resultado do fato de a população estar vivendo mais.  Porém, estudos científicos provam que existe uma relação direta entre o câncer e a alimentação e, mais precisamente, com a contaminação dos alimentos por agrotóxicos. O Brasil, como se sabe, é o país que mais consome agrotóxicos no mundo.

A gravidade dessa situação vem sistematicamente sendo denunciada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Em dossiê intitulado Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde, a Abrasco afirma que o processo produtivo agrícola brasileiro está cada vez mais dependente dos agrotóxicos. Somente na safra de 2011, foram utilizados 853 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nas lavouras, principalmente herbicidas, fungicidas e inseticidas, representando uma média de exposição ambiental/ocupacional/alimentar superior a 5 litros de agrotóxicos por habitante, quantidade altíssima e acima de todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Segundo ainda o dossiê da Abrasco, “Parte dos agrotóxicos utilizados tem a capacidade de se dispersar no ambiente, e outra parte pode se acumular no organismo humano, inclusive no leite materno. O leite contaminado, ao ser consumido pelos recém-nascidos, pode provocar graves danos à saúde, pois eles são mais vulneráveis à exposição a agentes químicos presentes no ambiente, por suas características fisiológicas e por se alimentarem, quase exclusivamente, com o leite materno até os seis meses de idade.” (Veja o dossiê completo em: www.abrasco.org.br)

Também o professor Wanderley Pignati, doutor no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Mato Grosso, alerta que o Brasil, além de usar vários agrotóxicos que estão proibidos desde 1985 nos Estados Unidos e na União Europeia, “aqui, dezenas de agrotóxicos são aplicados por avião, coisa que é proibida em vários países. Jogamos agrotóxicos por avião perto de casas, animais, gado, nascentes de rios e córregos.” O professor Pignati afirma também que “alguns agrotóxicos causam câncer, problemas neurológicos, má formação fetal e desregulação endócrina”. São extremamente prejudiciais à saúde humana. Estão na água, no ar, na chuva. Os defensivos agrícolas demoram de três a quatro anos para se degradarem. Em 2008, 32,7% das intoxicações registradas no Brasil teve como principal agente tóxico os agrotóxicos de uso agrícola.

Apesar de todos esses alertas, os agrotóxicos continuam sendo usados indiscriminadamente e sem nenhum controle por parte do governo federal. Pelo contrário. Depois de 12 anos exercendo o cargo de gerente-geral de Toxicologia (GGTox) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Luiz Cláudio Meirelles foi afastado por denunciar pressões e fraudes da indústria de agroquímicos dentro do órgão. Não bastasse, o governo federal concede isenção de impostos e financiamentos para as grandes corporações que fabricam esses venenos.

Por trás de tudo isso, estão poderosos monopólios capitalistas como Syngenta, Bayer, Monsanto, Basf, Dow AgroSciences e Du Pont, que faturam bilhões de dólares por ano à custa do envenenamento do nosso povo e reservam alguns milhões para subornar ministros, governadores, deputados, senadores e funcionários para que continuem permitindo mais um crime contra o povo brasileiro.

> Os agrotóxicos são produtos químicos são pesticidas, praguicidas, herbicidas, inseticidas, desinfetantes, usados na agricultura. A Organização Mundial da Saúde (OMS)  define pesticida ou praguicida como toda substância capaz de controlar uma praga, em sentido amplo, que possa oferecer risco ou incômodo às populações e ambiente.(Fonte:A Verdade)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Queda de Raios...Brasil é Campeão

Os raios e os trovões já apareciam nos mitos das civilizações do passado, que chegaram a interpretá-los como manifestações divinas. O imaginário popular também originou crenças, muitas delas já esclarecidas pela ciência. Em entrevista, o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI), Osmar Pinto Júnior, falou sobre esse fenômeno natural, que também intriga os cientistas.

O Brasil é campeão mundial em incidência de raios e ocorre em seu território pelo menos uma a cada 50 mortes causadas por descargas elétricas no planeta. São cerca de 100 vítimas fatais, mais de 200 feridos por ano e prejuízos anuais da ordem de R$ 1 bilhão.

Doutor em ciências espaciais e autor de quatro livros e de mais de 100 artigos em revistas nacionais e internacionais, o especialista falou um pouco sobre os mitos e dá as dicas para evitar acidentes. E esclarece: sim, um raio pode cair duas – ou mais – vezes no mesmo lugar.


Segundo o site do Elat, dos 57 milhões de raios registrados por ano no Brasil, a maior incidência ocorre no Norte e no Centro-Oeste, mas ao se considerar a densidade, ou seja, proporcionalmente ao território, os estados do Sul ficam à frente. No entanto, o maior número de mortes ocorre no Sudeste. E, segundo o próprio Elat, Recife, na região Nordeste, é a capital do país onde um raio tem maior chance de causar uma morte, seguida de Salvador, de São Luís e do Rio de Janeiro. Como explicar esse cenário diferenciado nas diversas regiões e cidades brasileiras?

O Brasil é um país continental, com enormes dimensões. São cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e as condições meteorológicas mudam muito de uma região para outra. Nós temos a região praticamente equatorial, na Amazônia e parte do Nordeste, temos uma parte tropical e temos uma parte até subtropical, no Sul. Em função disso, as tempestades e os tipos de tempestades e a incidência de raios são diferentes. Nós temos, por exemplo, regiões com incidência de raios pouco acima de zero raio por quilômetro quadrado por ano, ou seja, quase não ocorrem raios ou então o fenômeno acontece a cada dois ou três anos. Por outro lado, temos regiões onde caem 20 raios por quilômetro quadrado por ano.

Quanto a mortes, não se pode analisar somente a incidência de raios, é preciso levar em conta a quantidade de pessoas que vivem no lugar e o hábito delas. Quem tem o costume de estar mais ao ar livre, no campo, está mais exposto a ser atingido pelos raios. Em compensação numa grande cidade, num centro urbano, dentro de um carro ou dentro de um prédio, está mais seguro. Mas numa grande cidade também temos mais pessoas, então há mais alvos a serem atingidos.

Considerando a incidência de raios, a quantidade e a disposição das pessoas, chegamos a números interessantes. A cidade com maior número de ocorrência de mortes por raios é Manaus, uma cidade com quase 2 milhões de habitantes, uma população grande, numa região com alta incidência de raios e onde um número elevado de pessoas exercem atividades a céu aberto. O segundo lugar no ranking das cidades no Brasil está São Paulo, onde as pessoas não têm tantas atividades a céu aberto, em compensação a população ultrapassa 10 milhões de habitantes, numa região também com grande incidência de raios. Já Recife é a cidade onde o menor número de raio já causa morte, mas em Recife, na última década, só morreu uma pessoa, e o número de raios é fraco em comparação com outras cidades.

Diante dessa incidência diferenciada por região, podemos destacar localidades onde o fenômeno tem maior impacto?
A região de maior incidência se encontra ao longo do rio Amazonas, a cerca de 100 quilômetros de Manaus, mas em outras áreas brasileiras também existe grande incidência. No Sudeste, temos a grande São Paulo, o vale do Paraíba e o Sul do Rio de Janeiro. No Centro-Oeste, os registros são, no Sul do Mato Grosso do Sul e na própria capital Campo Grande.  No Sul, o oeste do Rio Grande do Sul, próximo a Uruguaiana. No Nordeste, principalmente o estado do Piauí, próximo a Teresina. São todas regiões com grande incidência de raios.

Então a questão populacional já explica um pouco as últimas estatísticas do Elat, que mostram que do total de 1.488 mortes, entre 2000 e 2011, 414 casos aconteceram na região Sudeste – número bem superior aos de outras regiões brasileiras.

Exatamente, porque nós temos mais de um terço da população brasileira vivendo na região Sudeste. Então é a região onde tem o maior número de pessoas, o que acaba levando ao maior número de mortes.

Ainda segundo o Elat, a cada 50 mortes por raios no mundo, uma é no Brasil. O que faz do país campeão em descargas elétricas e em fatalidades?
O Brasil é o maior país da região tropical do planeta – região mais próxima ao centro e mais quente. Por ser mais quente, favorece a formação de tempestades e de raios. Apesar de o número de mortes no Brasil ser relativamente alto, média de 130 por ano, o nosso país é campeão de raios, mas não de mortes. A China é o país campeão de mortes e, de novo, porque a população ultrapassa 1 bilhão de pessoas. Embora lá as estatísticas não sejam tão precisas como as nossas, estima-se que morram 700 pessoas atingidas por raios por ano no território chinês.

Dados do Inpe também revelam a evolução das ocorrências desde o início do século, em que os números apontam para uma redução de mortes nos últimos três anos em relação à média do período. Como o senhor avalia essa queda?
Realmente, as estatísticas mostram que o número de mortes está abaixo de 100 óbitos. Nós tínhamos uma média que chegou a 150, depois caiu para 130, mas nessa segunda década do século 21 o número de mortes tem caído. Ainda é cedo para dizer se esse número de mortes se deve a uma maior preocupação e educação das pessoas no que se refere aos riscos dos raios. Mas a quantidade de raios não está diminuindo, então, num primeiro momento, somos levados a concluir que o trabalho de divulgação está surtindo efeito. Hoje também, com a internet, as informações estão mais disponíveis para as pessoas. Nos Estados Unidos, o número de mortes caiu, na última década, em função do aumento da informação.

E, aparentemente, isso que não estava acontecendo no Brasil, na década passada, começou a acontecer nesta década. O trabalho que o governo, particularmente o Inpe e o MCTI, junto com a imprensa, tem feito de divulgar os riscos que os raios oferecem à população parece que já está surtindo os primeiros efeitos em termos da diminuição dos número de mortes.

Quais são as diferenças entre raio, relâmpago e trovão e que perigo esses fenômenos oferecem ao ser humano?
O trovão é o som, é o barulho causado pelo raio ou pelo relâmpago.  O trovão em si, apesar de causar medo, não causa nenhum dano às pessoas. É claro que se a pessoa estiver muito próxima, 10 a 20 metros, do local de queda do raio, a onda de ar que se propaga e causa o trovão pode arremessar a vítima contra a um objeto, como uma árvore ou uma parede.  O perigo está na descarga elétrica do raio. Essa sim é extremamente intensa, cuja média é de 20 mil amperes, mil vezes a corrente de um chuveiro elétrico, por exemplo, e que pode atingir a 200 mil amperes.

É uma descarga que, obviamente, atingindo diretamente a pessoa mata instantaneamente, mas, em geral, o raio cai próximo à pessoa. É por isso que as vítimas sobrevivem em muitas circunstâncias. Relâmpago é um nome genérico para todas as descargas. Os raios são parte dos relâmpagos, são aqueles relâmpagos que atingem o solo.  Os relâmpagos incluem aquelas descargas dentro das nuvens que não causam danos.

Recentemente o Elat divulgou as primeiras imagens dos chamados raios ascendentes no Brasil. Como esse fenômeno é possível?
Em 99% dos casos os raios começam nas nuvens e se propagam das nuvens para baixo na atmosfera atingindo o solo. Em 1% dos casos acontece o contrário, o raio começa no solo e se propaga para cima em direção às nuvens. Então esses raios são muito raros e acontecem principalmente em torres instaladas em locais elevados. A proximidade com a nuvem facilita que uma descarga comece no chão em direção à nuvem. Foi assim que nós filmamos, há pouco mais de um ano, os primeiros raios ascendentes no Brasil, numa torre de pouco mais de 100 metros de altura em cima de uma colina na cidade de São Paulo.

Uma situação que preocupa são as torres de transmissão que estão sendo construídas na Amazônia, também com mais de 100 metros de altura. Essas torres altas num local com grande incidência de tempestades como a Amazônia vai favorecer muito a incidência de raios ascendentes.

Tem confirmação científica a ideia de que algumas árvores atraem mais os raios que outras?

As pessoas, como os animais, acabam buscando abrigo embaixo de árvores para fugir da chuva, mas se esquecem que aumentam a chance de ser atingidas por um raio. Algumas árvores atraem mais os raios de acordo com as suas características. Quanto mais seiva dentro do caule e mais profundas as raízes, mais chance existe de a árvore ser atingida. Não é mito dizer que algumas árvores são mais atingidas do que outras, mas como é difícil para o leigo identificar e como não há estatísticas em relação a isso, a melhor coisa a fazer é se afastar de qualquer árvore diante de uma tempestade.

Uma crença popular antiga está baseada na ideia de que um local não pode ser atingido duas vezes pelo mesmo raio. Isso já foi desmentido pela ciência?

Esse é o maior mito do povo brasileiro. Os índios que habitavam a região do Brasil, em 1500, quando os portugueses chegaram aqui, acreditavam nisso e até hoje muitas pessoas acreditam. Mas é um mito. O raio cai muitas vezes no mesmo lugar e, em lugares de grande incidência, a chance aumenta.

Existe também a superstição de que os espelhos atraem os raios e que, por isso, durante uma tempestade precisam ser cobertos com um pano. Esse receio tem fundamento?
É apenas um mito muito antigo, não tem por quê as pessoas se preocuparem com os espelhos.

> Em que situações as pessoas estão mais vulneráveis a se tornar vítimas de raios e como é possível evitar?

Fundamentalmente, a pessoa está mais vulnerável a ser atingida por um raio quando está a céu aberto. Dentro de um automóvel fechado, ela está 100% segura. Dentro de uma residência, bastante segura – neste caso, não 100% porque ela pode ser atingida através da rede elétrica ao, por exemplo, falar por um telefone com fio, tomar banho num chuveiro elétrico ou ficar encostada numa geladeira. Ao ar livre a situação se complica e a pessoa corre risco na beira da praia, no campo, num trator ou numa estrada andando de moto.

Como evitar? É importante sempre procurar um abrigo e é importante também ter algumas informações básicas. São muitas as situações. Numa cartilha do Inpe, disponível no portal do Elat/Inpe, o usuário pode conferir essas recomendações no sentido de como agir ao ouvir um trovão ou perceber a proximidade de uma tempestade. (FONTE: Ministério de Ciência & Tecnologia)

domingo, 20 de janeiro de 2013

Criatividade, Jeitinho...Gambiarra

No sentido de improviso ou improvisação, gambiarra é o próprio ato de constituir uma solução improvisada. No contexto da cultura material, "gambiarra é o procedimento necessário para a configuração de um artefato improvisado. A prática da gambiarra envolve sempre uma intervenção alternativa, o que também poderíamos definir como uma “técnica” de re-apropriação material: uma maneira de usar ou constituir artefatos, através de uma atitude de diferenciação, improvisação, adaptação, ajuste, transformação ou adequação necessária sobre um recurso material disponível, muitas vezes com o objetivo de solucionar uma necessidade específica.Podemos compreender tal atitude como um raciocínio projetivo imediato, determinado pela circunstância momentânea.". Como processo, a gambiarra pode ser considerada uma forma alternativa de design. "O uso informal do termo (como improviso) denota uma propensão cultural relacionada ao que se costuma chamar de jeitinho brasileiro. É uma manifestação não exclusiva, porém típica e muito presente na cultura popular brasileira. Veja alguns exemplos >

> Sem o pneu dianteiro, a vovó serve de contrapeso.
> Sentiu frio e resolveu aquecer os pés no forno do fogão.
> Gatos em rede elétrica, não é só no Brasil.
 >Esse modelo de porta, foi muito usado em veículos nos anos 60.
> Direto para as compras.
> Se a moto estragar, ele vai rolando. 
> Sem comentários.
> Merece uma casa melhor.
> Gabinete reciclável.
> Para não errar o traço.
> Farol duplo
 > 147 turbo.
> Óculos de eletricista.
> Estépe? Para que.

sábado, 19 de janeiro de 2013

O Que é Psicose?


A psicose palavra é usada para descrever uma condição médica que afeta o cérebro, de forma há uma perda de contato com a realidade.
Quando alguém está doente, desta forma, é chamado surto psicótico.
Psicose ocorre mais frequentemente em adultos jovens e é bastante comum.
Fora de si as pessoas vão ter um episódio psicótico, tornando essa doença muito comum.
Psicose pode acontecer a qualquer um e deve ser tratado como qualquer outra doença.
Quais são os sintomas?
> Psicose pode levar a mudanças no humor e no pensamento, idéias anormais, o que torna difícil de compreender como uma pessoa realmente sente.
Para entender o que uma pessoa sente quando tem psicose, é importante agrupar alguns dos sintomas característicos:
.>Pensamentos desorganizados

Os pensamentos da vida cotidiana ficam borradas ou não conectado de forma adequada.
Não é possível compreender o que a pessoa está falando ou o que ela diz não faz sentido.
Tem dificuldade de concentração, depois de uma conversa ou lembrar de coisas.
Podem parecer rápidos ou enaltecidos 
>Alucinações

Na psicose a pessoa vê, ouve, sente, cheira ou sente sabores que não existem. Por exemplo: Podem ouvir vozes ou ver coisas que não estão lá.
Alguns podem sentir odor ou gosto ruim, ou aparência venenosa.
Falsas crenças ou delírios.
É comum que uma pessoa com um episódio psicótico ter equívocos,conhecidos como ilusões.
A pessoa está tão convencida de sua ilusão, que a discussão mais lógica não vai mudar sua mente.
Por exemplo: Pode ser convencido de que, porque há carros estacionados na rua, pode estar sendo vigiado pela polícia.
 >Sentimentos alterados

Os sentimentos de pessoas com psicose podem mudar sem qualquer razão aparente.
Eles podem sentirem-se estranhos ou isolados do mundo, e como tudo se move lentamente. as mudanças de humor são comuns, para que eles possam sentirem-se estranhos felizes ou deprimidos.
Ou as emoções parecem ser desligadas, fica a sensação de serem inferiores ao que eram antes, ou procuram provar ter emoções menores para as pessoas que os rodeiam.
>Mudança de comportamento 

Indivíduos com psicose comportam-se de maneira diferente do que o habitual, podem ser
extremamente ativos ou muito letárgicos, passarem o dia sentados e não fazer nada.
Rindo de forma inadequada, ou com raiva, sem motivo aparente.
Mudanças de comportamento são frequentemente associadas com as alterações acima.
Por exemplo: Por causa do que parecia ouvir ou ver, pode chamar a polícia ou ter muito medo de dormir.
Alguns param de comer, se eles acharem que a comida está envenenada.
Se acreditar que ele é Jesus Cristo, a pregação pode passar dias nas ruas.Os sintomas podem ser diferentes para cada pessoa, e pode variar ao longo do dia.
.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Defeitos Visuais...Correções

Miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia...esses termos são familiares, mas o que realmente significam?
Em seguida, algumas definições simples para entendê-los melhor.
As três ametropias (defeitos visuais) são a miopia, hipermetropia e o astigmatismo.
A presbiopia (ou vista cansada) é uma alteração natural da visão de perto e que se manifesta em todas as pessoas a partir dos 40 anos.

A Miopia >
O míope vê mal de longe, mas enxerga bem de perto. O olho míope é "demasiado longo" ou “demasiado forte”.
A imagem se forma à frente da retina, e o cérebro recebe a imagem borrada.
Os sinais da miopia >
A dificuldade para ver ao longe é a queixa mais freqüente. Você franze os olhos para ver com nitidez de longe?
O seu filho, ainda criança, escreve com o nariz colado no caderno? Não enxerga as placas ao longe quando dirige?
Podem ser sinais de miopia.
Correção >
A miopia é corrigida com uma lente côncava (negativa), que recoloca a imagem sobre a retina e restitui uma boa visão até o infinito.

Quanto maior a miopia, maior será a espessura nas bordas das lentes e maior será o peso. Mas hoje, graças à alta tecnologia e aos materiais modernos, é possível oferecer
lentes mais leves e finas, mesmo nestes casos.

A Hipermetropia >
O hipermetrope vê em princípio melhor de longe do que de perto. Ao contrário da miopia, o olho é muito pequeno ou não suficientemente forte.
A imagem se forma atrás da retina e o cérebro recebe imagem borrada.

Os sinais >
Fadiga ocular e dores de cabeça podem ser sinais de hipermetropia sobretudo na atividades para perto.
Uma hipermetropia baixa passa freqüentemente desapercebida até os 40 anos, pois o olho se "acomoda"para estabelecer uma imagem nítida.
Na criança, quando a hipermetropia é forte, ela é muitas vezes acompanhada de estrabismo, que deve ser rapidamente corrigido.

Correção >
A hipermetropia é corrigida com uma lente convexa (positiva), que recoloca a imagem sobre a retina.
Ao contrário da miopia, as lentes para hipermetropes são mais espessas no centro do que nas bordas. A diferença de espessura é tanto maior quanto mais forte for a hipermetropia.
Também existem materiais modernos que permitem lentes mais leves e finas para corrigir a hipermetropia.

O astigmatismo >
O astigmata tem uma visão imperfeita, tanto para perto como para longe. Tem uma visão deformada dos
objetos e não percebe nitidamente os contrates entres as linhas horizontais, verticais e oblíquas. O astigmatismo é um defeito de curvatura da córnea (ou do cristalino).
Pode associar-se com outras anomalias
visuais como a miopia, a hipermetropia ou a presbiopia - vista cansada.
Os sinais >
O astigmata confunde as letras de características próximas como o H, o M e o N, ou os números como o 8 e o 0, ou ainda os sinais como + e o x.

Correção >
O astigmatismo é corrigido com uma lente tórica (ou cilíndrica), cujas curvas compensem as da córnea. A espessura da lente não é a mesma em toda a sua superfície e a diferença
de espessura é tanto maior quanto mais forte é o astigmatismo.

Também existem materiais de alta tecnologia que permitem lentes mais leves e finas para corrigir o astigmatismo mesmo quando é associado à miopia, hipermetropia ou presbiopia.

A Presbiopia >
A presbiopia, chamada de vista cansada, é uma alteração natural da visão que se manifesta em todas as
pessoas a partir dos 40 anos: o cristalino perde a elasticidade, encurva-se de forma insuficiente e perde
a capacidade de acomodação para os objetos próximos, resultando em uma crescente dificuldade para ver
bem de perto. Ela pode se combinar com os outros defeitos ópticos do olho (miopia, hipermetropia ou
astigmatismo).
Os primeiros sinais da presbiopia:
Os seus braços já não são suficientemente compridos para ler o jornal. Não consegue enfiar um fio em uma agulha.
Precisa de mais luz para ler. Não consegue ler as páginas amarelas ou uma carta do trânsito.
Correção >
Para ler o jornal, costurar, escrever, sem nunca olhar para além dessa distância, as lentes simples de leitura ou as "meia-luas" são adequadas.
Mas quando você levanta os olhos para ver o que está na visão intermediária
e de longe, as imagens ficam desfocadas. Isso obriga a tirar e pôr os óculos continuamente ou a olhar por cima deles.
Existem lentes especiais com área de visão ampla para perto ideais para trabalho no computador, cozinhar, trabalho de precisão...

Lentes bifocais >
As lentes bifocais permitem ver de perto e de longe, mas são caracterizadas por uma linha de separação visível.
Esta linha constitui um obstáculo, pois os olhos passam bruscamente da visão de perto à visão delonge, sem beneficiarem o campo de visão intermediário, além de revelar a idade
do usuário.

Lentes progressivas >
As lentes progressivas permitem ver nitidamente a todas as distâncias, devido à sua superfície óptica sofisticada.
O olhar passa suavemente da visão de perto para visão intermediária e depois à visão de longe, sem qualquer esforço, naturalmente.(Fonte:PDF)

domingo, 23 de dezembro de 2012

Energéticos...Mascaram a Fadiga

> Vício
> Isotônicas
> Desidratação
> Comercialização
> Inofensivos?

"Seja para garantir horas extras de estudo durante a madrugada ou para curtir com disposição uma festa badalada, as bebidas energéticas estão conquistando a população, sobretudo das faixas etárias mais jovens. Grande parte dos usuários, no entanto, não faz a menor idéia do que está ingerindo e dos riscos que o produto pode trazer. Popularmente conhecidas como energéticas, as bebidas que excitam o sistema nervoso são, na verdade, estimulantes. A diferença está no fato de que a bebida energética tem um teor elevado de carboidratos, que ajuda na recuperação da energia após treinos, competições ou durante os intervalos de atividades físicas prolongadas. No mercado brasileiro, há produtos energéticos como o Sport Energy e o Carb-up. Já as bebidas estimulantes, à venda em bares e casas noturnas, são produtos que têm, além dos carboidratos que fornecem energia para o organismo, substâncias excitantes para o sistema nervoso, como a cafeína. Depois da ingestão de uma bebida estimulante, o usuário tem a sensação de que está mais disposto. No Brasil, há marcas conhecidas como o Red Bull e o Flying Horse."

Vício

As bebidas estimulantes conseguem mascarar a fadiga do indivíduo, o que nem sempre é um fator conveniente. "A pessoa que consome este tipo de produto pode não detectar a tempo uma possível lesão muscular ou articular por overdose de treino", alerta a nutricionista Carmen Zita Pinto Coelho. A nutricionista afirma que a bebida também pode viciar. Os usuários freqüentes podem ter o desempenho reduzido quando não consumirem antes a cafeína. Carmen Zita explica que se a pessoa não abre mão de usar a bebida estimulante, o melhor é escolher uma competição prolongada e importante para ingeri-la - no início e nos intervalos -, evitando que seu consumo se torne um hábito em todas as competições e ocasiões.

Isotônicas

Outro tipo de bebida que também conquistou o mercado são as isotônicas, como Gatorade, SportDrink e Energyl C. As isotônicas provocam a hidratação, possibilitando também a reposição de carboidratos em concentrações consideradas pequenas - de 6% a 8% - e de eletrólitos, que são substâncias que se perdem no suor. "A bebida isotônica deve ser consumida com regularidade a partir de uma hora após o início da atividade física. Antes deste período, o ideal é priorizar a ingestão de água", explica a nutricionista. As bebidas isotônicas também são usadas em festas para a reidratação e a reposição de pequenas quantidades de glicose e eletrólitos.

A verdadeira bebida energética, rica em carboidratos, não deve ser consumida por pessoas diabéticas. Para os demais indivíduos, que querem recuperar a energia rapidamente após a atividade física, o consumo não traz problema. No entanto, o usuário deve ficar atento à quantidade de calorias ingeridas, que precisa estar de acordo com a dieta diária recomendada. "Já as bebidas estimulantes são contra-indicadas para pacientes com hipertensão e cardiopatias, pessoas nervosas ou com problemas psiquiátricos, além de diabéticos e indivíduos com insônia", recomenda Carmen Zita.

Desidratação

Um dos riscos de consumir a bebida estimulante e o álcool é a desidratação. Tanto o álcool quanto a cafeína são produtos potencialmente diuréticos. Por isso, a orientação é para que o usuário alterne a ingestão do estimulante com grandes quantidades de água.

A cafeína não é a única fonte de preocupações dos especialistas da área de saúde. Algumas bebidas também contêm a droga efedrina, que é um estimulante, normalmente encontrado em descongestionantes nasais. Segundo alguns médicos, a cafeína misturada com a efedrina pode causar sérios problemas cardíacos. O aminoácido natural taurina é outro componente de algumas bebidas deste tipo. Em alguns alimentos, este aminoácido é encontrado em pequenas quantidades. Nas bebidas estimulantes, no entanto, sua concentração é semelhante à encontrada em 500 taças de vinho. Em grandes quantidades, acredita-se que o taurina potencialize o efeito dos demais estimulantes presentes na bebida. Seus efeitos em longo prazo ainda não foram estudados.

Comercialização

Se consumida por muito tempo e com freqüência, a bebida estimulante pode causar alterações no sistema nervoso. Por seus efeitos no organismo e seu teor de cafeína, as bebidas energéticas são produtos que têm a venda acompanhada com cuidado em outros países. No Canadá, França e Dinamarca, diversas bebidas estimulantes não foram aprovadas. O produto austríaco Red Bull, responsável por metade do mercado norte-americano e um sucesso de vendas no Brasil, foi um deles.

Apesar das restrições em alguns países, as bebidas estimulantes têm conseguido o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pelo controle do produto no Brasil. Segundo a Anvisa, 31 marcas têm autorização para serem comercializadas no País. Red Bull, Ninja, Blue Energy Xtreme, Red Dragon, Ecstasy, Liquid Energy, Sky Horse Energy Drink, Repique, Dynamite, First One Atomic Energy Drink, Strength Bulls-Energy Drink, Flyng Horse-Booster e On line são algumas das bebidas estimulantes regularizadas.

Carmen Zita não recomenda o consumo das bebidas estimulantes. Segundo ela, o produto pode ser usado, mas em casos esporádicos. "Se alguém precisa estar em uma festa e está desanimado, uma dose não faria mal, mas isto não pode se tornar um hábito. Vale lembrar que o produto não deve ser consumido por pessoas com hipertensão e diabetes, por exemplo", alerta.

Inofensivos?

Apesar da preocupação dos especialistas, os fabricantes das bebidas estimulantes afirmam que estes produtos são inofensivos. A única orientação das indústrias é que os usuários se mantenham hidratados, já que a cafeína e o álcool são diuréticos, ou seja, provocam a perda de líquidos no corpo. Em todo o mundo, há três casos de morte - possivelmente ligados a este tipo de bebida - sendo investigados. Um deles, de uma jovem, por desidratação, que consumiu a bebida estimulante e álcool.(Fonte:Comego)