Êxodo Rural
Podemos definir êxodo rural como sendo o deslocamento de pessoas da zona rural (campo) para a zona urbana (cidades). Ele ocorre quando os habitantes do campo visam obter condições de vida melhor.
Causas
Os principais motivos que fazem com que grandes quantidades de habitantes saiam da zona rural para as grandes cidades são: busca de empregos com boa remuneração, mecanização da produção rural, fuga de desastres naturais (secas, enchentes, etc), qualidade de ensino e necessidade de infraestrutura e serviços (hospitais, transportes, educação, etc).
Consequências
O êxodo rural provoca, na maioria das vezes, problemas sociais. Cidades que recebem grande quantidade de migrantes, muitas vezes, não estão preparadas para tal fenômeno. Os empregos não são suficientes e muitos migrantes partem para o mercado de trabalho informal e passam a residir em habitações sem boas condições (favelas, cortiços, etc).
Além do desemprego, o êxodo rural descontrolado causa outros problemas nas grandes cidades. Ele aumenta em grandes proporções a população nos bairros de periferia das grandes cidades. Como são bairros carentes em hospitais e escolas, a população destes locais acabam sofrendo com o atendimento destes serviços. Escolas com excesso de alunos por sala de aula e hospitais superlotados são as consequências deste fato.
Os municípios rurais também acabam sendo afetados pelo êxodo rural. Com a diminuição da população local, diminui a arrecadação de impostos, a produção agrícola decresce e muitos municípios acabam entrando em crise. Há casos de municípios que deixam de existir quando todos os habitantes deixam a região.
Êxodo Rural na História
Roma Antiga: durante o Império Romano, a mão de obra escrava foi substituindo o trabalho livre na zona rural. Estes camponeses começaram a migrar em grande quantidade para as cidades romanas, principalmente, a capital do império, Roma. Esta legião de desocupados passou a preocupar os imperadores, que tinham medo de revoltas. Criaram, pare evitar problemas sociais nas cidades, a política do pão e circo (comida e diversão para acalmar e distrair os desempregados).
Idade Média: entre os séculos XIII e XV (Baixa Idade Média), o comércio voltou a ser praticado, impulsionando o surgimento e desenvolvimento de cidades. Uma nova classe social surgiu, a burguesia. Muitos camponeses deixavam a zona rural em busca de melhores condições de vida nestas cidades.
Revolução Industrial: com o surgimento das indústrias no século XVIII, as grandes cidades europeias passaram a atrair grandes quantidades de camponeses. Estes buscavam trabalho nas fábricas e melhores salários.
Brasil (década de 1960): durante o governo de JK (Juscelino Kubitschek) houve um grande investimento no desenvolvimento industrial nas grandes cidades da região Sudeste. Com a abertura da economia para o capital internacional, diversas multinacionais, principalmente montadoras de veículos, construíram grandes fábricas em cidades como São Paulo, São Bernardo do Campo, Guarulhos, Santo André, Diadema, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. O resultado disso foi um grande êxodo rural do Nordeste para o Sudeste do país. Os migrantes nordestinos, fugitivos da seca do Nordeste e do desemprego, foram em busca de trabalho e melhores condições de vida nas grandes cidades do Sudeste. Este processo estendeu-se com força durante as décadas de 70 e 80. Como estas cidades não ofereceram condições sociais aos migrantes, houve o esperado: aumento das favelas e cortiços, desemprego (muitos migrantes não tinham qualificação profissional para os empregos) aumento da violência, principalmente nos bairros de periferia.
Outro fato relacionado ao êxodo rural ocorreu com a construção de Brasília, no final da década de 1950. Muitos migrantes do Norte e Nordeste do país foram em busca de empregos na região central do país, principalmente na construção civil. As cidades satélites de Brasília cresceram desordenadamente, causando vários problemas sociais, que persistem até os dias de hoje.(Fonte:Sua pesquisa).
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
Bicho-da-Seda...
O bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira, ao longo de toda a sua fase de vida larvar (lagarta).
Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto (imago).
É esse casulo que serve de fonte para a seda.
Estas mariposas que produzem a seda foram domesticadas a cerca de 3.000 anos a.C, nos países asiáticos (possivelmente na China), e por isso não conseguem sobreviver no ambiente natural.
Vivem apenas criadas pelo homem de quem dependem para serem alimentadas e não conseguem voar.
É como dizer que suas asas atrofiaram nestes séculos de domesticação.
Existem mais de 400 espécies desta raça e hoje inúmeros cientistas trabalham na preservação do banco de germoplasma para, através de cruzamentos específicos, buscarem melhores híbridos para produção de seda, possibilitando, assim, melhores resultados na cadeia produtiva, desde o sericicultor até a indústria têxtil.
Segundo (Hanada e Watanabe, 1986) a sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional.
Esta atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural; além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores.
Para se aproveitar a seda, tem que haver o sacrifício da crisálida antes de seu amadurecimento, para se preservar a integridade do fio.
Ciclo de vida
Ovo: 10-14 meses (tempo mínimo: 11 dias, ele nasce depois deste tempo, mas somente com o calor, o tempo restante é para não ocorrer o caso do animal nascer no inverno ou em temperaturas muito baixas, causando a sua morte).(Fonte:Wiki)
Larva: 27 dias
1º estágio larval
2º estágio larval
3º estágio larval
4º estágio larval
5º estágio larval
Crisálida: 14 dias
Adulto: 7 dias
Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto (imago).
É esse casulo que serve de fonte para a seda.
Estas mariposas que produzem a seda foram domesticadas a cerca de 3.000 anos a.C, nos países asiáticos (possivelmente na China), e por isso não conseguem sobreviver no ambiente natural.
Vivem apenas criadas pelo homem de quem dependem para serem alimentadas e não conseguem voar.
É como dizer que suas asas atrofiaram nestes séculos de domesticação.
Existem mais de 400 espécies desta raça e hoje inúmeros cientistas trabalham na preservação do banco de germoplasma para, através de cruzamentos específicos, buscarem melhores híbridos para produção de seda, possibilitando, assim, melhores resultados na cadeia produtiva, desde o sericicultor até a indústria têxtil.
Segundo (Hanada e Watanabe, 1986) a sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional.
Esta atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural; além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores.
Para se aproveitar a seda, tem que haver o sacrifício da crisálida antes de seu amadurecimento, para se preservar a integridade do fio.
Ciclo de vida
Ovo: 10-14 meses (tempo mínimo: 11 dias, ele nasce depois deste tempo, mas somente com o calor, o tempo restante é para não ocorrer o caso do animal nascer no inverno ou em temperaturas muito baixas, causando a sua morte).(Fonte:Wiki)
Larva: 27 dias
1º estágio larval
2º estágio larval
3º estágio larval
4º estágio larval
5º estágio larval
Crisálida: 14 dias
Adulto: 7 dias
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Yoga...Saúde e Longevidade
- A Yoga Hoje
- Power Yoga: Uma Derivação Brasileira
- Os Riscos da "Ocidentalização"
- Ayurveda: A Mãe da Medicina
- Contraponto: O Risco é Substituir a Medicina pela Filosofia
"Prática milenar, surgida na Índia, o Yoga vem ganhando mais e mais adeptos em tudo o mundo, através de suas diferentes correntes e linhas. Há autores e praticantes que o consideram como uma filosofia capaz de substituir a medicina - idéia frontalmente combatida pelos cientistas. Neste artigo estão descritas algumas dessas teorias, assim como alguns contrapontos, como por exemplo, da Psicologia."
O Que é Yoga ?
O Yoga é um sistema místico filosófico indiano milenar, sistematizado por Patanjali, sábio indiano, em sua obra clássica Yoga Sutras, composta por 185 aforismos.
A palavra yoga deriva da raiz sânscrita "yuj" que significa unir, atar, juntar. O ser humano, em sua ignorância, acredita ter uma existência separada do Ser Supremo. O Yoga ensina os meios pelos quais o homem alcança finalmente a compreensão de que sempre esteve unido ao Ser Supremo, conquistando, assim, a sua liberação. O Yoga é uma prática milenar que surgiu na Índia milhares de anos atrás.
Baseada nas palavras de Patanjali, "Yoga é a anulação das ondas mentais, ou a anulação das formações mentais ou ainda é impedir que a mente tome várias formas". Colocando-se em outros termos, o objetivo é perceber a verdade interior, ao se tranqüilizar a mente.
Para que se atinja a liberação proposta, o sábio propôs alguns meios: Yama, ou Mandamentos da moral universal; a auto purificação pela disciplina; as posturas psicofísicas; o controle da Energia ou força universal; o controle da respiração; o desligar os sentidos dos seus objetos; a concentração; a meditação.
Existem diversas linhas de Yoga. O praticante pode optar, de acordo com a sua identidade, por uma das diferentes formas do Yoga, como Raja Yoga (meditação), Bhakti Yoga (devoção), Karma Yoga (ação), Jnana Yoga (conhecimento), todas visando a integração do ser humano com o ser espiritual.
No Ocidente, um dos estilos mais populares é o Hatha Yoga, o Yoga físico. Este sistema é baseado na prática de Asanas (posturas) e Pranayama (controle da respiração) e representa uma das mais antigas formas de exercício do mundo. Já o Power Yoga é um estilo de Hatha Yoga.
Há diversos caminhos para a união de acordo com a personalidade de cada um, há vários caminhos, mas o fim é sempre o mesmo: compreender e viver a união (Yoga). Alguns dos caminhos são: o trabalho e o serviço desinteressado; a devoção a um Deus; o conhecimento verdadeiro; o controle da mente.
O Yoga Hoje
De acordo com praticantes, o interesse por atividades de integração corpo e mente está crescendo cada vez mais hoje em dia. Os desafios da vida moderna, sejam no plano físico, mental ou emocional, pessoal ou profissional, acabaram criando um interesse especial por práticas de exercícios e terapia. Para eles, dentre tantas atividades, a prática milenar do Yoga vem ganhando seu espaço. Só nos Estados Unidos são doze milhões de praticantes.
Inicialmente, a Yoga foi vista com uma atividade de pequenos grupos, como os hippies. Entretanto, muitos empresários, intelectuais, artistas e atletas profissionais estão praticando Yoga atualmente.
Power Yoga: Uma Derivação Brasileira
Desenvolvido por Marco Schultz (professor americano, radicado no Brasil, formado em Educação Física e Ciência do Esporte pela Universidade de São Diego), o Power Yoga vem ganhando um número cada vez maior de adeptos em todo o Brasil. Trata-se de uma prática que exercita o corpo inteiro.
De acordo com o professor Schultz, o fato de existirem muitos atletas e pessoas voltadas a atividades físicas praticando Power Yoga não significa que a atividade se limite a eles. O trabalho é exigente, requer esforço físico e presença mental, mas tudo dentro de uma proposta em que cada um, independentemente da força e flexibilidade, coordenação e equilíbrio, respeite a capacidade e o limite do próprio corpo. Cada pessoa no seu tempo, cada um com seu processo.
O Power Yoga sugere que se tenha uma dieta alimentar consciente, equilibrada e que alimente verdadeiramente. Esclarece que não existe a dieta perfeita, e sim o que o organismo precisa para viver bem nutrido. "Acreditamos que é fundamental desenvolver uma intimidade com o corpo para saber o que de fato é alimento. Com certeza, quanto mais natural, integral e orgânica for sua alimentação, melhor".
Os Riscos da "Ocidentalização"
De acordo com Pedro Kupfer, autor de livros sobre Yoga (História do Yoga e Yoga Prático, por exemplo) e estudioso do assunto, as tradições do Yoga mudam de geração para geração. Para ele, a mudança quase nunca significa melhoria. "É virtualmente impossível manter a tradição intacta, porque o Yoga não é uma múmia: é algo vivo, dialético, mutante e que interage com o tempo e as pessoas", diz o também articulista de um site de yoga na Internet, chamado Portal de Yoga.
Não há contra indicações para a prática do Yoga. Embora algumas posturas comumente vistas em fotos e ilustrações pareçam, ao leigo, impraticáveis, o iniciante do Yoga deve começar gradualmente: "se for muito difícil ficar sentado no solo, é preferível que você pratique no início sentado numa cadeira ou poltrona de encosto reto. O que importa é a disposição interior e o entusiasmo", explica Kupfer.
De acordo com Kupfer, em um de seus artigos, "Cuidados Preliminares para Praticar", publicado no Portal do Yoga, vinte minutos é um tempo razoável para quem está começando a praticar o Yoga. "Gradativamente, na medida em que os primeiros resultados forem se manifestando, você irá aumentar de forma natural e progressiva esse tempo até uma hora por sessão", orienta.
Ele adverte que, embora algumas pessoas pensem que o progresso no Yoga dependa de práticas de austeridade ou mortificação, de ficar sofrendo ou atormentando-se com exercícios extenuantes, "há formas e formas de se fazer tapas (calor, auto superação, esforço sobre si próprio). A prática de tapas deve estar em função do temperamento e do caráter da pessoa. A austeridade que vale para um camelo, que fica dias a fio sem beber água, pode não ser boa para o homem. O segredo é fazer tapas com inteligência", exemplifica, contando que, como dizia um mestre do yoga, "cara feia não é sinal de espiritualidade, e sim de dispepsia".
Para Kupfer, a auto superação significa "disciplina na prática, cultivo das virtudes mais elevadas e muita consciência em todas as atitudes e decisões do dia a dia". Ele adverte sobre a importância de se evitar os exageros e praticar hábitos que garantam qualidade de vida, como "manter o pensamento positivo, a alimentação correta, os exercícios para manter o corpo em forma e dedicar alguns momentos à natureza e a atividades que nos outorguem satisfação e nos realizem como seres humanos", ensina.
Ele também indica que convém eliminar o uso de álcool, drogas ou tabaco, mesmo que socialmente. O vegetarianismo também é indicado aos que pretendem levar o Yoga a sério. Kupfer explica que a razão desta opção por uma alimentação equilibrada e frugal, evitando os excessos, "é que assim se consegue fazer muito mais facilmente todos os exercícios e a evolução é mais rápida".
Do ponto de vista da promoção da saúde e da prevenção de doenças, Kupfer conta que "todas as posições de meditação disciplinam a atividade psíquica, tonificam os órgãos da região pélvica e ativam a circulação nesta área". O estudioso conclui que mesmo que o praticante que está iniciando o yoga não consiga permanecer nas posições indicadas confortavelmente, não significa que a meditação não lhe esteja indicada, bastando que comece devagar e bem orientado por um bom mestre, que leve em consideração as particularidades de cada um.
Ayurveda: A Mãe da Medicina
De acordo com a professora Camila Reitz, o ayurveda, sistema de medicina baseado no conhecimento védico, do qual o yoga faz parte, trata cada indivíduo como um ser único. "Ayurveda vem de duas palavras em sânscrito: ayus significa vida; veda significa sabedoria ou ciência, esta é uma ciência baseada na observação dos seres humanos e suas atuais relações com o meio ambiente. É denominada a mãe de todas as medicinas, pois influenciou a medicina chinesa, tibetana, grega e também a da cultura árabe".
O ayurveda trabalha com seres humanos que aspiram a ter longevidade, abundância e felicidade. Para Reitz: "O objetivo é conquistar saúde e longevidade para o indivíduo; prevenir estados de desequilíbrio mental e físico; equilibrar o corpo e a mente; atingir a libertação".
Segundo a professora, para conseguir liberação é necessário equilibrar o corpo e a mente e manter a saúde perfeita. Esta pode se adquirir através de condutas diárias regulares, de dietas relacionadas as estações do ano, de purificações do corpo e das emoções. Estar constantemente saudável é comparável com estar em liberação, pois assim você deixa de sofrer, esclarece.
Compreendido por esse ângulo, o Ayurveda trata não somente de fatores físicos, mas também de fatores psicológicos, importantes para a manutenção do equilíbrio e da saúde. Para eles, pode-se dizer que as doenças são apenas uma descoordenação entre o corpo e a mente. De acordo com seus princípios, a liberação da mente é importante, ou seja, o momento em que todos os desejos acabam. Para a professora, os desejos nos distanciam de uma vida equilibrada, pois fazem com que percamos os limites de medida, causando desequilíbrio da mente.
Para Camila Reitz, a grande diferença entre a medicina tradicional e o ayurveda é que esta trata cada indivíduo como sendo único, pois cada um tem o seu biótipo. "Enquanto a medicina tradicional trata de curar a doença, ou seja, matar o vírus, ou retirar estranhos tumores que aparecem não se sabe de onde, a ciência da vida trata de manter o equilíbrio dos elementos que constituem o Universo e o indivíduo, para que não haja doença", esclarece Camila.
> Contraponto: O Risco é Substituir a Medicina pela Filosofia
Não se deve confundir a prática de um exercício com o conhecimento científico. É bastante perigoso pensar em se tratar algumas doenças apenas com técnicas de relaxamento, respiratórias, de exercícios e com a qualidade da alimentação. Há situações, como, por exemplo, casos de câncer e de portadores do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana, causador da AIDS), em que é fundamental a aplicação dos conhecimentos da medicina tradicional. Ainda que as técnicas do yoga e seu estilo de vida possam contribuir para a melhora do quadro geral do paciente, pondera, a medicina é essencial para que se combata os vírus e bactérias, assim como os tumores, citando apenas alguns dos agentes das patologias atuais.
Deduz-se daí que, contando com a medicina tradicional, o praticante de yoga tenda a ter mais forças para superar sua doença - assim como qualquer médico também indicará aos seus pacientes, seja de câncer ou de AIDS, que tenham uma vida saudável, pratiquem exercícios, não fumem, não bebam e mantenham uma alimentação adequada e nutritiva. O risco é que se pretenda substituir a medicina pela filosofia, em vez de aliá-las no esforço pela manutenção da saúde.(Fonte:Comego)
sábado, 24 de agosto de 2013
Dragões...
Dragões são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.
Origem dos mitos
Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. c., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.
Dragões para a mitologia
Dragões ao redor do mundo
A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos aztecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões.
Dragões no Médio Oriente
No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas (e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.(Fonte:Wiki)
Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.
Origem dos mitos
Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. c., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.
Dragões para a mitologia
Dragões ao redor do mundo
A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos aztecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões.
Dragões no Médio Oriente
No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas (e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.(Fonte:Wiki)
Zeppelin...Brasileiro
Os nossos dirigíveis
foram criação da Viação Sul Americana, de propriedade do
contador do Banco Ultramarino Clóvis Ferreira Jorge & sócios.
E eram construídos na São Jorge de Ribamar Ltda., igualmente de sua propriedade. Tinham carroceria de madeira, ferro e flandres, pintados externamente na cor alumínio.
O interior era em couro, acolchoado.
Em vez de cobradores, eram tripulados por ‘aeromoças’.
No início dos anos 60 foram vendidos para Manaus, Amazonas e São Luiz, Maranhão. Antes disso, porém, inspiraram ainda uma marchinha carnavalesca assinada pelo Prof. Clodomir Colino: ‘Mamãe eu quero, quero / andar de zeppelin, / com tanta mulher boa / dando sopa, está pra mim’.
Na casa dessa família havia uma oficina de consertos de carro e de fabricação de ônibus. Foi lá que foi construído o ônibus em forma de Zeppelin, de nome Viação Pérola, e que foi uma sensação em Belém, Pará nos anos 40 e 50.
Esse ônibus era uma réplica dos outros cinco construídos na Indústria São José de Ribamar Ltda., de nome Viação Sul Americana, de propriedade de Clóvis Ferreira Jorge, segundo registro do professor Armando Dias Mendes, em seu livro A Cidade Transitiva, IOF, Belém, 1998. (Fonte: FAU-UFPA)
> Algumas pesquisas relatam que estes ônibus foram mandados construir em São Luis, Maranhão, nos anos 40, ao que parece que sobre chassi Dodge, pelo empresário Joaquim Lourenço, vulgo Joaquim Português, um admirador das formas dos dirigíveis. Fizeram sucesso por alguns anos e foram levados para Belém, Pará mais tarde.
E eram construídos na São Jorge de Ribamar Ltda., igualmente de sua propriedade. Tinham carroceria de madeira, ferro e flandres, pintados externamente na cor alumínio.
O interior era em couro, acolchoado.
Em vez de cobradores, eram tripulados por ‘aeromoças’.
No início dos anos 60 foram vendidos para Manaus, Amazonas e São Luiz, Maranhão. Antes disso, porém, inspiraram ainda uma marchinha carnavalesca assinada pelo Prof. Clodomir Colino: ‘Mamãe eu quero, quero / andar de zeppelin, / com tanta mulher boa / dando sopa, está pra mim’.
Na casa dessa família havia uma oficina de consertos de carro e de fabricação de ônibus. Foi lá que foi construído o ônibus em forma de Zeppelin, de nome Viação Pérola, e que foi uma sensação em Belém, Pará nos anos 40 e 50.
Esse ônibus era uma réplica dos outros cinco construídos na Indústria São José de Ribamar Ltda., de nome Viação Sul Americana, de propriedade de Clóvis Ferreira Jorge, segundo registro do professor Armando Dias Mendes, em seu livro A Cidade Transitiva, IOF, Belém, 1998. (Fonte: FAU-UFPA)
> Algumas pesquisas relatam que estes ônibus foram mandados construir em São Luis, Maranhão, nos anos 40, ao que parece que sobre chassi Dodge, pelo empresário Joaquim Lourenço, vulgo Joaquim Português, um admirador das formas dos dirigíveis. Fizeram sucesso por alguns anos e foram levados para Belém, Pará mais tarde.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
O Poder do...Sorriso
Você sabia que sorrir faz bem a saúde?
Está comprovado que bom humor e otimismo vacinam nosso corpo contra todo tipo de doença.
O funcionamento do corpo melhora e várias dores diminuem visivelmente.
Quem sorri estimula o cérebro a liberar endorfina e serotonina - substâncias responsáveis pela sensação de prazer e felicidade.
Essas substâncias proporcionam uma sensação de leveza e bem-estar, além de ativarem o sistema imunológico.
Essa imunização ajuda a prevenir, principalmente, doenças ocasionadas por elevado grau de estresse.
O sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita.
Além disso, se você está sempre sorrindo, as pessoas irão querer sempre ficar perto de você e sua convivência social será muito favorecida.
Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais; não precisa de prescrição e é de graça. Por isso, pare de franzir a testa e solte uma boa gargalhada sempre que possível que os benefícios virão.
Cuide do seu bem-estar
Esteja mais atento às coisas simples da vida: dormir melhor, caminhar em uma praça, estar com os amigos.
Cuide bem de seu corpo e mente para ter bem-estar e auto estima.
Procure sempre se conhecer para saber o que lhe dá mais prazer.
Tudo isso leva naturalmente ao sorriso. Incorpore o bom humor no seu dia a dia. Vista-se de sorrisos e abrace o mundo com toda a sua atenção e delicadeza.(Fonte:Equilíbrio total)
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