"A obesidade é um problema que já virou epidemia nos Estados Unidos e avança a passos largos no Brasil, atingindo cerca de 30% da população. A situação é tão grave que o excesso de peso já se transformou num caso de saúde pública. Além dos fatores genéticos, o problema está relacionado à qualidade da alimentação" .
Corre-corre, estresse, vida moderna. Cuidar bem da alimentação é um dos desafios do cotidiano corrido de quem vive nos grandes centros urbanos. Em meio a tantas facilidades para conseguir comida rápida e industrializada, fica difícil manter uma dieta saudável e recusar as ofertas dos fast foods e dos restaurantes de comida a quilo. O resultado de tudo isso é que a população mundial está cada vez mais obesa e, no Brasil, não é diferente. O problema é tão grave que o assunto já é tratado como caso de saúde pública e já se transformou em epidemia nos Estados Unidos. No Brasil, por incrível que pareça, enquanto 30% da população passam fome, outros 30% são considerados obesos.
Obesidade e Doenças
Além dos fatores genéticos, a obesidade é resultante do descompasso energético, onde a energia ingerida excede a que o organismo gasta. Esse desequilíbrio pode ser o resultado da ingestão calórica excessiva, baixo gasto energético, ou da combinação de ambos. A única forma de controlar tal descompasso é com reeducação alimentar e atividade física. E vale a pena tentar, afinal, de acordo com os nutricionistas, a obesidade é fator de risco para cerca de 60 doenças crônicas, dentre elas a hipertensão arterial e o diabetes tipo 2. Também podem ocorrer inadaptação psicossocial e aumento do colesterol total. Problemas cardiovasculares, gastrointestinais e até mesmo o câncer também estão incluídos na longa lista de enfermidades que o excesso de peso pode causar.
Atualmente, as pessoas priorizam os horários para qualquer coisa relativa ao trabalho, estudos, e se esquecem de organizar seu dia a dia para as cinco ou seis refeições que são necessárias diariamente, além de atividades físicas que se recomenda no mínimo três vezes por semana
Diante da pressa das pessoas, surgiram os fast foods que proporcionam um excesso de calorias sem suprir as necessidades de proteínas e vitaminas do organismo.
Não Existe Milagre
Muitas vezes a palavra dieta tem uma conotação negativa na vida das pessoas. Ela normalmente está associada a sentimentos de fome e de privação, e talvez seja por isso, que a maioria das pessoas que entram num processo de emagrecimento ganham em pouco tempo todo o peso que perderam. A maioria delas não funciona porque prometem muito, mas, na verdade, podem resolver pouco.
São as chamadas dietas milagrosas que, normalmente, aparecem publicadas em livros e revistas e não levam em consideração as características pessoais de cada um. Elas parecem resolver o problema porque realmente fazem a pessoa emagrecer reduzindo os carboidratos e as calorias totais ingeridas.
O problema é que isso provoca uma perda concentrada de líquido e proteína muscular, e não de gorduras. A dieta saudável promove a perda de somente um quilo de gordura, no máximo, por semana. Mais do que isso pode haver fadiga, nervosismo e flacidez muscular.
E o pior é que, ao voltar a comer como antes, recupera-se o quilo perdido e ainda se ganham outros. Isso acontece porque, perdendo a massa muscular, o metabolismo se reduz, ou seja, o indivíduo precisa de menos calorias para fazer o organismo funcionar.
O ideal é manter a massa muscular intacta. A dieta isenta de carboidrato e rica em proteína e gordura pode levar a problemas renais, articulares e cardiovasculares.
O Segredo do Sucesso
A dieta ideal deve levar em consideração sexo, idade, altura, atividades físicas, estudo fisiológico e patológico (possíveis enfermidades), disponibilidade de alimentos, lugares das refeições e, principalmente, os hábitos alimentares do indivíduo. Tais hábitos devem sofrer mudanças gradativas. O nutricionista é o profissional habilitado para indicar uma dieta personalizada.
Uma dieta balanceada não serve apenas para quem quer emagrecer, mas para quem quer manter o peso adequado, o fortalecimento muscular e o bom funcionamento dos órgãos, prevenindo doenças.
Para obter bons resultados em sua dieta é fundamental ajuda especializada e o mínimo de comprometimento. Neste caso, organização é fundamental. O primeiro passo é estabelecer horários certos para se alimentar, não deixando que o intervalo entre uma refeição e outra passe de quatro horas.
Também é muito importante reduzir o consumo de gordura, trocando a carne vermelha por frango sem pele ou peixe, desde que não sejam fritos. Troque os queijos em geral por Cottage ou requeijão light (em quantidades moderadas), não use frituras e prefira alimentos derivados do leite desnatados.
Coma no mínimo um tipo de verdura de folha e dois tipos de legumes por dia. Prefira os pães integrais, evite biscoitos bolos e pães de queijo. Devem-se consumir, no mínimo, quatro frutas ao longo do dia. O leite desnatado ou iogurte devem ser ingeridos duas vezes por dia. Ponha no prato menos feijão do que arroz. É fundamental ter carboidratos em todas as refeições, pois sua disposição física e mental depende deles. A quantidade é que deve ser calculada. Outro segredo é tomar bastante água o dia todo, aproximadamente 2 litros por dia, que ajuda na saciedade e mantém a pessoa hidratada.(Fonte:PDF)
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Influência...Televisiva
Como Reduzir seu Impacto Negativo
A televisão tem uma influência enorme sobre a forma com que as crianças veem nosso mundo. Desde que nascem e até os 18 anos de idade, as crianças passam mais horas vendo televisão do que na escola. Entre os aspectos positivos de ver televisões está o de que elas acabam conhecendo outros estilos de vida e outras culturas. Na atualidade, as crianças entram para a escola sabendo mais do que as crianças antes da era da TV. Além disto, a TV pode ser um bom professor, mas muitas crianças passam tempo demais vendo televisão e, portanto experimentam algumas das consequências negativas.
Aspectos Nocivos da Televisão
> A televisão toma o tempo de tipos ativos de recreação.
O excesso de televisão acarreta na diminuição do tempo dedicado a brincar com outras crianças, para usar a imaginação e pensar, participar nos esportes, música, arte e para outras atividades que requerem prática por parte da criança para que possa adquirir habilidade nelas.
> A televisão diminui o tempo disponível para conversação e troca de opiniões.
A TV reduz as interações sociais com a família e com os amigos.
> A televisão reprime a propensão para a leitura.
Para ler é necessário pensar muito mais do que para ver televisão. A leitura melhora o vocabulário de uma criança. A queda das notas em leitura pode estar relacionada com o tempo excessivo passado em frente ao televisor.
> Passar tempo demais vendo televisão (mais de 4 horas por dia) decididamente diminui o rendimento escolar.
Este excesso de televisão interfere no estudo, a leitura e o tempo para pensar. Se as crianças não dormem o suficiente porque estão vendo televisão, no dia seguinte não estarão suficientemente atentas para poder aprender bem.
> A televisão reduz a vontade de fazer exercícios.
Um estilo de vida inativo resulta em má forma física. Se isto é acompanhado pelo consumo frequente de sanduíches, o hábito exagerado de ver TV pode contribuir para a criação de problemas de aumento excessivo de peso corporal (obesidade).
> A publicidade na televisão estimula a demanda de posses materiais.
As crianças pequenas pressionarão seus pais para que comprem para eles os brinquedos anunciados. A televisão apresenta o materialismo como "o estilo de vida norte-americano".
> A violência na televisão pode afetar a forma como uma criança pensa a respeito da vida e de outras pessoas.
O fato de observar violência excessiva pode fazer com que uma criança torne-se muito temerosa com relação à sua segurança pessoal e futuro. A violência na televisão pode tirar a compaixão que uma criança normalmente sente para com as vítimas. Após ver programas de violência, as crianças pequenas podem ser mais agressivas em suas brincadeiras. Mesmo que a violência na televisão não aumente o comportamento agressivo para com os outros entre as crianças, pode aumentar este comportamento em crianças perturbadas ou impulsivas.
Prevenindo o vício de ver TV
> Estimule a recreação ativa.
Ajude seu filho a se interessar por esportes, brincadeiras, passatempos e música. De vez em quando, desligue a televisão e saia a caminhar ou brinque com seu filho.
> Leia para seus filhos.
Comece a ler para seu filho a partir de 1 ano de idade e estimule-o a ler sozinho. Alguns pais permitem um tempo de TV ou vídeo games equivalente ao que passam lendo. Ajude-os a melhorar suas aptidões para conversar, passando mais tempo conversando com seus filhos.
> Limite o tempo de ver televisão a 2 horas ou menos por dia.
Uma alternativa é limitar a televisão para 1 hora por noite durante a semana e 2 ou 3 horas por dia nos fins de semana. Permita-lhes mais tempo quando houver algum programa educativo especial.
> Não use a televisão como distração ou como babá para crianças em idade pré-escolar.
A televisão para crianças em idade pré-escolar deve esta limitada a programas especiais produzidos para crianças pequenas. Como a diferença entre fantasia e realidade nesta idade ainda não é clara, os programas normais de TV podem provocar medo.
> Se a criança apresentar mau desempenho escolar, limite o tempo de TV a meia hora por dia.
Estabeleça a regra de que a criança deve terminar primeiro o dever de casa e suas obrigações antes de ver TV. Se o programa favorito da criança for transmitido antes dela terminar o dever de casa, considere a hipótese de gravar o programa para que ele possa vê-lo mais tarde.
> Estabeleça a hora de dormir sem que este seja alterado por algum programa de TV que interesse a seu filho.
As crianças que são autorizadas a ficar acordadas até tarde vendo televisão normalmente estão muito cansadas no dia seguinte para lembrar o que foi ensinado na escola. De forma alguma não permita que seu filho tenha uma TV em seu quarto, porque isto limita o controle que tem sobre o tempo que ele passa vendo televisão.
> Desligue a televisão durante as refeições.
O tempo da família é demasiado valioso para desperdiçá-lo com programas de televisão. Além disto, não use a TV como música de fundo em sua casa. Se não gosta de casa silenciosa, tente escutar música instrumental.
> Ensine seu filho a escolher com discernimento os programas.
Ligue a televisão apenas para ver programas específicos. Não a ligue ao acaso para buscar algum programa interessante. Ensine seu filho a consultar o guia de programação antes de ligar a televisão.
> Ensine a seu filho a desligar a televisão quando terminar um programa.
Se a televisão permanecer ligada, seu filho provavelmente se interessará pelo programa seguinte e então será mais difícil desligar a televisão.
> Estimule seu filho a ver programas educativos ou que ensinem valores humanos
Estimule-o para que veja documentários ou dramas reais. Use os programas a respeito do amor, o sexo, as disputas familiares, o alcoolismo e as drogas como forma de iniciar as discussões familiares sobre estes temas difíceis.
> Proíba os programas violentos.
Isto significa que deve saber o que seu filho esteja vendo e deve desligar a televisão se achar que o programa não for bom. Faça listas de programas que são adequados para que as crianças pequenas e as maiores vejam. Torne as crianças mais velhas responsáveis por retirar as menores do quarto quando forem ver programas inadequados para menores. Se isto não for cumprido, desligue a TV. A disponibilidade de televisão a cabo e de tocador de dvd significa que qualquer criança de qualquer idade tem acesso às versões sem cortes dos filmes para adultos. Muitas crianças menores de 13 anos chegam a ter temores durante o dia e pesadelos à noite porque viram estes filmes.
> Caso permita que seu filho veja programas que mostram violência, fale com ele sobre as consequências desta.
Ensine a ele a forma como a violência prejudica a vítima e a família da vítima. Se seu filho está perturbado por um programa visto, certifique-se de conversar com ele a respeito.
> Discuta os anúncios publicitários com seus filhos.
Ajude-os a identificar os anúncios com alto grau de pressão para impulsionar vendas e as afirmações exageradas. Se seu filho quiser um brinquedo baseado em um personagem da televisão, pergunte como ele vai utilizar o brinquedo em casa (a resposta provavelmente o convencerá que o brinquedo servirá apenas para aumentar a coleção e não para brincar).
> Explique as diferenças entre a realidade e a fantasia.
Este tipo de classificação pode ajudar seu filho a desfrutar de um programa e contudo, compreender que o que está acontecendo na TV pode não acontecer na vida real.
> Dê exemplo.
Se você passa muito tempo diante da TV, pode estar certo de que seu filho fará o mesmo. Além disto, o tipo de programa que vê transmite uma mensagem muito clara a seu filho.(Fonte:PDF)
A televisão tem uma influência enorme sobre a forma com que as crianças veem nosso mundo. Desde que nascem e até os 18 anos de idade, as crianças passam mais horas vendo televisão do que na escola. Entre os aspectos positivos de ver televisões está o de que elas acabam conhecendo outros estilos de vida e outras culturas. Na atualidade, as crianças entram para a escola sabendo mais do que as crianças antes da era da TV. Além disto, a TV pode ser um bom professor, mas muitas crianças passam tempo demais vendo televisão e, portanto experimentam algumas das consequências negativas.
Aspectos Nocivos da Televisão
> A televisão toma o tempo de tipos ativos de recreação.
O excesso de televisão acarreta na diminuição do tempo dedicado a brincar com outras crianças, para usar a imaginação e pensar, participar nos esportes, música, arte e para outras atividades que requerem prática por parte da criança para que possa adquirir habilidade nelas.
> A televisão diminui o tempo disponível para conversação e troca de opiniões.
A TV reduz as interações sociais com a família e com os amigos.
> A televisão reprime a propensão para a leitura.
Para ler é necessário pensar muito mais do que para ver televisão. A leitura melhora o vocabulário de uma criança. A queda das notas em leitura pode estar relacionada com o tempo excessivo passado em frente ao televisor.
> Passar tempo demais vendo televisão (mais de 4 horas por dia) decididamente diminui o rendimento escolar.
Este excesso de televisão interfere no estudo, a leitura e o tempo para pensar. Se as crianças não dormem o suficiente porque estão vendo televisão, no dia seguinte não estarão suficientemente atentas para poder aprender bem.
> A televisão reduz a vontade de fazer exercícios.
Um estilo de vida inativo resulta em má forma física. Se isto é acompanhado pelo consumo frequente de sanduíches, o hábito exagerado de ver TV pode contribuir para a criação de problemas de aumento excessivo de peso corporal (obesidade).
> A publicidade na televisão estimula a demanda de posses materiais.
As crianças pequenas pressionarão seus pais para que comprem para eles os brinquedos anunciados. A televisão apresenta o materialismo como "o estilo de vida norte-americano".
> A violência na televisão pode afetar a forma como uma criança pensa a respeito da vida e de outras pessoas.
O fato de observar violência excessiva pode fazer com que uma criança torne-se muito temerosa com relação à sua segurança pessoal e futuro. A violência na televisão pode tirar a compaixão que uma criança normalmente sente para com as vítimas. Após ver programas de violência, as crianças pequenas podem ser mais agressivas em suas brincadeiras. Mesmo que a violência na televisão não aumente o comportamento agressivo para com os outros entre as crianças, pode aumentar este comportamento em crianças perturbadas ou impulsivas.
Prevenindo o vício de ver TV
> Estimule a recreação ativa.
Ajude seu filho a se interessar por esportes, brincadeiras, passatempos e música. De vez em quando, desligue a televisão e saia a caminhar ou brinque com seu filho.
> Leia para seus filhos.
Comece a ler para seu filho a partir de 1 ano de idade e estimule-o a ler sozinho. Alguns pais permitem um tempo de TV ou vídeo games equivalente ao que passam lendo. Ajude-os a melhorar suas aptidões para conversar, passando mais tempo conversando com seus filhos.
> Limite o tempo de ver televisão a 2 horas ou menos por dia.
Uma alternativa é limitar a televisão para 1 hora por noite durante a semana e 2 ou 3 horas por dia nos fins de semana. Permita-lhes mais tempo quando houver algum programa educativo especial.
> Não use a televisão como distração ou como babá para crianças em idade pré-escolar.
A televisão para crianças em idade pré-escolar deve esta limitada a programas especiais produzidos para crianças pequenas. Como a diferença entre fantasia e realidade nesta idade ainda não é clara, os programas normais de TV podem provocar medo.
> Se a criança apresentar mau desempenho escolar, limite o tempo de TV a meia hora por dia.
Estabeleça a regra de que a criança deve terminar primeiro o dever de casa e suas obrigações antes de ver TV. Se o programa favorito da criança for transmitido antes dela terminar o dever de casa, considere a hipótese de gravar o programa para que ele possa vê-lo mais tarde.
> Estabeleça a hora de dormir sem que este seja alterado por algum programa de TV que interesse a seu filho.
As crianças que são autorizadas a ficar acordadas até tarde vendo televisão normalmente estão muito cansadas no dia seguinte para lembrar o que foi ensinado na escola. De forma alguma não permita que seu filho tenha uma TV em seu quarto, porque isto limita o controle que tem sobre o tempo que ele passa vendo televisão.
> Desligue a televisão durante as refeições.
O tempo da família é demasiado valioso para desperdiçá-lo com programas de televisão. Além disto, não use a TV como música de fundo em sua casa. Se não gosta de casa silenciosa, tente escutar música instrumental.
> Ensine seu filho a escolher com discernimento os programas.
Ligue a televisão apenas para ver programas específicos. Não a ligue ao acaso para buscar algum programa interessante. Ensine seu filho a consultar o guia de programação antes de ligar a televisão.
> Ensine a seu filho a desligar a televisão quando terminar um programa.
Se a televisão permanecer ligada, seu filho provavelmente se interessará pelo programa seguinte e então será mais difícil desligar a televisão.
> Estimule seu filho a ver programas educativos ou que ensinem valores humanos
Estimule-o para que veja documentários ou dramas reais. Use os programas a respeito do amor, o sexo, as disputas familiares, o alcoolismo e as drogas como forma de iniciar as discussões familiares sobre estes temas difíceis.
> Proíba os programas violentos.
Isto significa que deve saber o que seu filho esteja vendo e deve desligar a televisão se achar que o programa não for bom. Faça listas de programas que são adequados para que as crianças pequenas e as maiores vejam. Torne as crianças mais velhas responsáveis por retirar as menores do quarto quando forem ver programas inadequados para menores. Se isto não for cumprido, desligue a TV. A disponibilidade de televisão a cabo e de tocador de dvd significa que qualquer criança de qualquer idade tem acesso às versões sem cortes dos filmes para adultos. Muitas crianças menores de 13 anos chegam a ter temores durante o dia e pesadelos à noite porque viram estes filmes.
> Caso permita que seu filho veja programas que mostram violência, fale com ele sobre as consequências desta.
Ensine a ele a forma como a violência prejudica a vítima e a família da vítima. Se seu filho está perturbado por um programa visto, certifique-se de conversar com ele a respeito.
> Discuta os anúncios publicitários com seus filhos.
Ajude-os a identificar os anúncios com alto grau de pressão para impulsionar vendas e as afirmações exageradas. Se seu filho quiser um brinquedo baseado em um personagem da televisão, pergunte como ele vai utilizar o brinquedo em casa (a resposta provavelmente o convencerá que o brinquedo servirá apenas para aumentar a coleção e não para brincar).
> Explique as diferenças entre a realidade e a fantasia.
Este tipo de classificação pode ajudar seu filho a desfrutar de um programa e contudo, compreender que o que está acontecendo na TV pode não acontecer na vida real.
> Dê exemplo.
Se você passa muito tempo diante da TV, pode estar certo de que seu filho fará o mesmo. Além disto, o tipo de programa que vê transmite uma mensagem muito clara a seu filho.(Fonte:PDF)
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Superando Obstáculos...Inclusão Social
A inclusão social traz diversos benefícios tanto para a pessoa com deficiência, como para o banco ou qualquer outra empresa.
Abrir as portas para o que é novo só garante aprendizado e uma nova visão de mundo.
Esta nova maneira de olhar a sociedade se reflete tanto dentro, como fora da organização, com reflexos positivos na sua imagem social.
Para a instituição, a contratação do profissional com deficiência contribui para humanizar as relações no ambiente de trabalho, já que há uma significativa melhora do clima organizacional, maior satisfação em trabalhar na corporação, aumento da solidariedade entre os colegas, maior produtividade e crescimento do ser humano, favorecendo a criação de novos valores.
Para as pessoas com deficiência contratadas os ganhos também são inúmeros.
Ser reconhecido como um profissional com independência financeira e auto realização, faz com que ele se sinta incluído na sua comunidade, tenha auto estima elevada, além de apresentar maior autonomia nas atividades do dia a dia.
Ter um papel participativo em uma sociedade produtiva, informada, culta, moderna, o faz sentir cidadão como outro qualquer.
A inclusão ocorre quando a empresa não exclui seus funcionários, ou candidatos a emprego, em razão de qualquer atributo individual, como nacionalidade, naturalidade, gênero, cor, deficiência, compleição anatômica (gordos, magros, altos e baixos), idade e outros.
Em uma empresa inclusiva todos os funcionários trabalham juntos e possuem igualdade de oportunidades.
Assim, as pessoas com deficiência devem ter metas e objetivos claros, ter sua performance avaliada e ser promovidas e mesmo demitidas quando necessário, como qualquer outro funcionário.
Todas as pessoas, com ou sem deficiência, devem ter direitos e deveres iguais, já que as necessidades de todo o cidadão são da mesma importância.
Estas necessidades constituem a base do planejamento social e todos os recursos precisam ser empregados para garantir oportunidades iguais de participação a todo indivíduo.
As pessoas com deficiência têm direitos e deveres iguais ao de qualquer cidadão.
A partir do momento que uma pessoa começa a trabalhar, ela se torna parte de uma sociedade produtiva.
Isto não é diferente com uma pessoa com deficiência.
A representação social do trabalho agrega a ideia de autonomia e de assumir um papel ativo e responsável.(Fonte:PDF)
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Medicina Alternativa...Acupuntura
> Como a acupuntura funciona?
> Afinal, acupuntura é eficaz ou não?
> Quais são as indicações de acupuntura?
Acupuntura é um método chinês para aliviar a dor e tratar doenças. Atualmente, a acupuntura vem sendo empregada com sucesso no tratamento de vários distúrbios dolorosos, com bons índices de sucesso em portadores de Espondilite Anquilosante.
O procedimento envolve a inserção de agulhas em várias partes do corpo. A acupuntura tem sido utilizada para tratar doenças como asma, surdez, úlceras, doenças dos olhos e alguns tipos de doenças mentais e faz parte do sistema de saúde na China há mais de 2.500 anos.
De acordo com a filosofia chinesa, a doença e a dor ocorrem devido a um desequilíbrio entre as duas principais forças da natureza, o Yin e o Yang. Acredita-se que a acupuntura restaure este equilíbrio. Muitos chineses e seguidores acreditam que a acupuntura influencie uma força vital (chamada QI) que flui ao longo de 12 meridianos (canais de energia que correm longitudinalmente no corpo) pareados e 2 não pareados.
Os terapeutas, chamados acupunturistas, inserem agulhas finas em um ou mais dos centenas de pontos específicos ao longo dos meridianos. A dor é mínima e logo desaparece, deixando lugar a uma sensação de peso ou dormência enquanto as agulhas estiverem no lugar. O paciente permanece consciente durante o tratamento.
Apenas recentemente a acupuntura foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil.
Como a acupuntura funciona?
Os cientistas propuseram três grandes teorias de como a acupuntura funciona. Uma teoria sugere que os meridianos realmente existem e conectam os órgãos do corpo de maneira bastante específica. De acordo com esta teoria, a acupuntura aumenta a atividade ao longo dos meridianos, influenciando assim o funcionamento de um determinado órgão.
A segunda teoria afirma que a acupuntura funcione, pelo menos em parte, aumentando a produção cerebral de analgésicos naturais chamados endorfinas. Estas substâncias são químicos correlacionados com a morfina e influenciam a sensibilidade dolorosa do corpo. O fato de que os antagonistas opióides, como a naloxona, revertem os efeitos analgésicos da acupuntura reforça esta teoria.
A estimulação através da acupuntura também deve ativar o hipotálamo e a glândula pituitária, resultando em um amplo espectro de efeitos sistêmicos. Foram documentadas alterações na secreção de neurotransmissores e neurohormônios e na regulação do fluxo sanguíneo, tanto central quanto perifericamente.
A terceira teoria sustenta que a acupuntura possa funcionar via sistema nervoso, desencadeando sinais que interrompem as mensagens dolorosas enviadas ao cérebro. Esta hipótese é conhecida como a "Teoria do portal da dor".
A despeito de esforços consideráveis para compreender a anatomia e a fisiologia dos "pontos" da acupuntura, a definição e caracterização destes pontos permanece controversa. Ainda mais alusiva é a base científica de alguns conceitos chaves da medicina Oriental tradicional, tais como circulação do Qi, o sistema de meridianos e outras teorias correlatas, que são difíceis de conciliar com a informação biomédica contemporânea, mas que continuam tendo um papel importante na avaliação dos pacientes e na formulação do tratamento na acupuntura.
Deve-se observar que, assim na acupuntura como em muitas outras terapias, os efeitos chamados "inespecíficos" respondem pelo sucesso do tratamento em si. Fatores como qualidade do relacionamento médico/paciente, grau de confiança, expectativas do paciente e outros aspectos que compõe o cenário do tratamento determinam a evolução do tratamento
Afinal, acupuntura é eficaz ou não?
A acupuntura é uma intervenção complexa que varia de acordo com o paciente, ainda que as queixas sejam similares. O número e a extensão dos tratamentos e os pontos específicos utilizados variam de indivíduo para indivíduo e até mesmo durante o tratamento. Infelizmente, os modelos de pesquisa recentes, baseados em relatos de casos, se mostraram inadequados para avaliar a eficácia da acupuntura.
Da mesma forma que em outros tipos de tratamentos, alguns indivíduos não respondem bem à acupuntura. Contudo, a maioria das pessoas apresenta alguma resposta favorável. As evidências da eficácia da acupuntura com agulha na náuseas e nos vômitos em adultos no período pós-operatório, ou pós quimioterapia, ou na gestação, são obscuras.
Existem vários estudo demonstrando a eficácia da acupuntura no tratamento da dor dental pós-operatória, da cólica menstrual, do cotovelo de tenista e da fibromialgia, sugerindo que a acupuntura possa ter um efeito mais geral sobre a dor. Entretanto, outras pesquisas não mostraram qualquer eficácia da acupuntura no tratamento da dor. Evidências recentes demonstraram que a acupuntura não foi eficaz no abandono do tabagismo e pode não ser eficaz em outras doenças.
Apesar de muitas doenças terem sido abordadas na literatura e algumas pesquisas mostrarem resultados animadores, a qualidade e a quantidade dessas evidências não são suficientes para sustentar afirmações incontestáveis quanto à eficácia da acupuntura neste momento. Contudo, as evidências atuais já são suficientes para estimular novas pesquisas.
Quais são as indicações de acupuntura?
Desde os anos 50, os médicos chineses vêm realizando cirurgias utilizando a acupuntura como anestésico local. O paciente permanece completamente consciente durante a operação.
Os praticantes da acupuntura dizem que o método é eficaz para cirurgias complicadas no estômago, no tórax, no pescoço e na cabeça.
Na Espondilite Anquilosante, a acupuntura pode ser empregada para reduzir a intensidade no uso de analgésicos e anti inflamatórios diversos, diminuindo o risco de efeitos medicamentosos adversos.
Outras indicações para acupuntura incluem:
>Tratamento da dor pós-operatória
>Tratamento da náusea e dos vômitos pós quimioterapia
>Complemento no tratamento de viciados em drogas
>Reabilitação de derrame cerebral
>Dores de cabeça
>Cólicas menstruais
>Cotovelo de tenista (um tipo de inflamação do cotovelo)
>Fibromialgia
>Dor miofascial
>Osteoartrite
>Dores lombares
>Síndrome do túnel do carpo
>Asma(Fonte:Comego)
> Afinal, acupuntura é eficaz ou não?
> Quais são as indicações de acupuntura?
Acupuntura é um método chinês para aliviar a dor e tratar doenças. Atualmente, a acupuntura vem sendo empregada com sucesso no tratamento de vários distúrbios dolorosos, com bons índices de sucesso em portadores de Espondilite Anquilosante.
O procedimento envolve a inserção de agulhas em várias partes do corpo. A acupuntura tem sido utilizada para tratar doenças como asma, surdez, úlceras, doenças dos olhos e alguns tipos de doenças mentais e faz parte do sistema de saúde na China há mais de 2.500 anos.
De acordo com a filosofia chinesa, a doença e a dor ocorrem devido a um desequilíbrio entre as duas principais forças da natureza, o Yin e o Yang. Acredita-se que a acupuntura restaure este equilíbrio. Muitos chineses e seguidores acreditam que a acupuntura influencie uma força vital (chamada QI) que flui ao longo de 12 meridianos (canais de energia que correm longitudinalmente no corpo) pareados e 2 não pareados.
Os terapeutas, chamados acupunturistas, inserem agulhas finas em um ou mais dos centenas de pontos específicos ao longo dos meridianos. A dor é mínima e logo desaparece, deixando lugar a uma sensação de peso ou dormência enquanto as agulhas estiverem no lugar. O paciente permanece consciente durante o tratamento.
Apenas recentemente a acupuntura foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil.
Como a acupuntura funciona?
Os cientistas propuseram três grandes teorias de como a acupuntura funciona. Uma teoria sugere que os meridianos realmente existem e conectam os órgãos do corpo de maneira bastante específica. De acordo com esta teoria, a acupuntura aumenta a atividade ao longo dos meridianos, influenciando assim o funcionamento de um determinado órgão.
A segunda teoria afirma que a acupuntura funcione, pelo menos em parte, aumentando a produção cerebral de analgésicos naturais chamados endorfinas. Estas substâncias são químicos correlacionados com a morfina e influenciam a sensibilidade dolorosa do corpo. O fato de que os antagonistas opióides, como a naloxona, revertem os efeitos analgésicos da acupuntura reforça esta teoria.
A estimulação através da acupuntura também deve ativar o hipotálamo e a glândula pituitária, resultando em um amplo espectro de efeitos sistêmicos. Foram documentadas alterações na secreção de neurotransmissores e neurohormônios e na regulação do fluxo sanguíneo, tanto central quanto perifericamente.
A terceira teoria sustenta que a acupuntura possa funcionar via sistema nervoso, desencadeando sinais que interrompem as mensagens dolorosas enviadas ao cérebro. Esta hipótese é conhecida como a "Teoria do portal da dor".
A despeito de esforços consideráveis para compreender a anatomia e a fisiologia dos "pontos" da acupuntura, a definição e caracterização destes pontos permanece controversa. Ainda mais alusiva é a base científica de alguns conceitos chaves da medicina Oriental tradicional, tais como circulação do Qi, o sistema de meridianos e outras teorias correlatas, que são difíceis de conciliar com a informação biomédica contemporânea, mas que continuam tendo um papel importante na avaliação dos pacientes e na formulação do tratamento na acupuntura.
Deve-se observar que, assim na acupuntura como em muitas outras terapias, os efeitos chamados "inespecíficos" respondem pelo sucesso do tratamento em si. Fatores como qualidade do relacionamento médico/paciente, grau de confiança, expectativas do paciente e outros aspectos que compõe o cenário do tratamento determinam a evolução do tratamento
Afinal, acupuntura é eficaz ou não?
A acupuntura é uma intervenção complexa que varia de acordo com o paciente, ainda que as queixas sejam similares. O número e a extensão dos tratamentos e os pontos específicos utilizados variam de indivíduo para indivíduo e até mesmo durante o tratamento. Infelizmente, os modelos de pesquisa recentes, baseados em relatos de casos, se mostraram inadequados para avaliar a eficácia da acupuntura.
Da mesma forma que em outros tipos de tratamentos, alguns indivíduos não respondem bem à acupuntura. Contudo, a maioria das pessoas apresenta alguma resposta favorável. As evidências da eficácia da acupuntura com agulha na náuseas e nos vômitos em adultos no período pós-operatório, ou pós quimioterapia, ou na gestação, são obscuras.
Existem vários estudo demonstrando a eficácia da acupuntura no tratamento da dor dental pós-operatória, da cólica menstrual, do cotovelo de tenista e da fibromialgia, sugerindo que a acupuntura possa ter um efeito mais geral sobre a dor. Entretanto, outras pesquisas não mostraram qualquer eficácia da acupuntura no tratamento da dor. Evidências recentes demonstraram que a acupuntura não foi eficaz no abandono do tabagismo e pode não ser eficaz em outras doenças.
Apesar de muitas doenças terem sido abordadas na literatura e algumas pesquisas mostrarem resultados animadores, a qualidade e a quantidade dessas evidências não são suficientes para sustentar afirmações incontestáveis quanto à eficácia da acupuntura neste momento. Contudo, as evidências atuais já são suficientes para estimular novas pesquisas.
Quais são as indicações de acupuntura?
Desde os anos 50, os médicos chineses vêm realizando cirurgias utilizando a acupuntura como anestésico local. O paciente permanece completamente consciente durante a operação.
Os praticantes da acupuntura dizem que o método é eficaz para cirurgias complicadas no estômago, no tórax, no pescoço e na cabeça.
Na Espondilite Anquilosante, a acupuntura pode ser empregada para reduzir a intensidade no uso de analgésicos e anti inflamatórios diversos, diminuindo o risco de efeitos medicamentosos adversos.
Outras indicações para acupuntura incluem:
>Tratamento da dor pós-operatória
>Tratamento da náusea e dos vômitos pós quimioterapia
>Complemento no tratamento de viciados em drogas
>Reabilitação de derrame cerebral
>Dores de cabeça
>Cólicas menstruais
>Cotovelo de tenista (um tipo de inflamação do cotovelo)
>Fibromialgia
>Dor miofascial
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terça-feira, 14 de outubro de 2014
Ritual e Sagrado...Teatro
A arte da representação ou Teatro é algo tão antigo quanto a própria humanidade. Os estudiosos sobre o assunto não tem um consenso a respeito do surgimento do teatro mas podemos apresentar algumas ideias a respeito disso.
A expressão de sentimentos, bem como a comunicação podem ter sido a mola propulsora da invenção do Teatro, assim para podermos conhecer e entender um pouco mais sobre a utilidade ou função do Teatro, faremos uma pequena visita a alguns momentos da história, verificando as diferentes funções que lhe foram atribuídas.
Nossos antepassados, conhecidos como “homens pré-históricos”, já praticavam ritos em que faziam representações cênicas com função mágica e narrativa.
Utilizavam-se de elementos musicais, movimentos corporais e pinturas.
Desta forma, o Teatro surgiu com o próprio homem, assim como a dança, a música e a pintura, usadas em seus rituais para a caça, em louvor aos seus deuses e para contar histórias.
Já nessa época, utilizava-se o artifício de fingir ser outro indivíduo ou outra pessoa, que vivia outra vida e agia representando acontecimentos que faziam parte de seu cotidiano.
A função decisiva da arte neste período foi a de conferir poder sobre a natureza, sobre os inimigos, sobre os parceiros, sobre a realidade, enfim, poder no sentido de um fortalecimento da coletividade humana.
Já tentou imaginar como era a vida de nossos antepassados pré históricos?
Como viviam em sociedade, caçavam, criavam seus filhos e enfrentavam os seus medos e angústias?
Num ambiente perigoso e desconhecido, abrigando-se em cavernas, nossos parentes distantes reuniam-se ao redor de uma fogueira, no fim de um dia difícil, contando suas aventuras numa terra hostil.
E sabe como é, uma história puxa a outra, e vai surgindo a necessidade de mostrar como se agiu em determinado momento e como tal pessoa ou animal agiu em outro.
Pronto! Já está caracterizado o fenômeno teatral, pois o teatro existe quando temos:
> Uma pessoa que finja ser algo ou alguém: personagem.
> Uma história ou uma ação para ser representada: ação.
> Um determinado espaço (lugar ocupado durante a ação): espaço.
> Alguém que veja ou assista essa representação: espectador.
Porém, nessa época, ainda não havia a divisão entre atores e espectadores, ou seja, todos participavam do ritual e o lugar que faziam era comunitário, não era chamado de palco ou teatro, formas estas, que permanecem ainda hoje em certas manifestações populares, rituais, festas, comemorações, entre outras.
A origem do teatro no Brasil
O teatro brasileiro teve sua origem no século XVI, em 1564, quando o Brasil passou a ser colônia de Portugal. Os padres da chamada companhia de Jesus, os Jesuítas, vieram para catequizar os índios, e com isso trouxeram suas influências culturais como a literatura e o teatro. Este então foi usado como instrumento pedagógico, em princípio para a educação religiosa, já que os índios tinham uma tendência natural para a música e a dança, e sendo assim os Jesuítas se utilizaram de elementos da cultura indígena e perceberam no teatro o método mais eficaz como instrumento de "civilização"
Pelo fascínio da imagem representativa, o teatro era muito mais eficaz do que um sermão,por exemplo. Nota-se, portanto, que a origem do teatro no Brasil é religiosa, assim como boa parte das manifestações culturais. Nessa época o Padre Anchieta era o responsável pela autoria das peças,ele escreveu alguns Autos como "Na festa de São Lourenço", também conhecido como "Mistério de Jesus", e o "Auto da Pregação Universal", escrito entre 1567 e 1570, e representado em várias regiões do Brasil, por vários anos.
No entanto, o principal objetivo era a catequese, por isso com esses elementos também estavam os dogmas da Igreja Católica . Sendo assim, as comédias e tragédias eram pouco representadas. A opção ficava com os autos sacramentais, que tinham caráter dramático, e, portanto, estavam impregnadas de características religiosas.
Até 1584 as peças eram escritas em tupi, português ou espanhol, quando então surgiu o latim. Os autos tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, representados por personagens de demônios, santos, imperadores e algumas vezes apenas simbolismos, como o amor ou o temor a Deus. Os atores eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios.(Fonte:PDF)
A expressão de sentimentos, bem como a comunicação podem ter sido a mola propulsora da invenção do Teatro, assim para podermos conhecer e entender um pouco mais sobre a utilidade ou função do Teatro, faremos uma pequena visita a alguns momentos da história, verificando as diferentes funções que lhe foram atribuídas.
Nossos antepassados, conhecidos como “homens pré-históricos”, já praticavam ritos em que faziam representações cênicas com função mágica e narrativa.
Utilizavam-se de elementos musicais, movimentos corporais e pinturas.
Desta forma, o Teatro surgiu com o próprio homem, assim como a dança, a música e a pintura, usadas em seus rituais para a caça, em louvor aos seus deuses e para contar histórias.
Já nessa época, utilizava-se o artifício de fingir ser outro indivíduo ou outra pessoa, que vivia outra vida e agia representando acontecimentos que faziam parte de seu cotidiano.
A função decisiva da arte neste período foi a de conferir poder sobre a natureza, sobre os inimigos, sobre os parceiros, sobre a realidade, enfim, poder no sentido de um fortalecimento da coletividade humana.
Já tentou imaginar como era a vida de nossos antepassados pré históricos?
Como viviam em sociedade, caçavam, criavam seus filhos e enfrentavam os seus medos e angústias?
Num ambiente perigoso e desconhecido, abrigando-se em cavernas, nossos parentes distantes reuniam-se ao redor de uma fogueira, no fim de um dia difícil, contando suas aventuras numa terra hostil.
E sabe como é, uma história puxa a outra, e vai surgindo a necessidade de mostrar como se agiu em determinado momento e como tal pessoa ou animal agiu em outro.
Pronto! Já está caracterizado o fenômeno teatral, pois o teatro existe quando temos:
> Uma pessoa que finja ser algo ou alguém: personagem.
> Uma história ou uma ação para ser representada: ação.
> Um determinado espaço (lugar ocupado durante a ação): espaço.
> Alguém que veja ou assista essa representação: espectador.
Porém, nessa época, ainda não havia a divisão entre atores e espectadores, ou seja, todos participavam do ritual e o lugar que faziam era comunitário, não era chamado de palco ou teatro, formas estas, que permanecem ainda hoje em certas manifestações populares, rituais, festas, comemorações, entre outras.
A origem do teatro no Brasil
O teatro brasileiro teve sua origem no século XVI, em 1564, quando o Brasil passou a ser colônia de Portugal. Os padres da chamada companhia de Jesus, os Jesuítas, vieram para catequizar os índios, e com isso trouxeram suas influências culturais como a literatura e o teatro. Este então foi usado como instrumento pedagógico, em princípio para a educação religiosa, já que os índios tinham uma tendência natural para a música e a dança, e sendo assim os Jesuítas se utilizaram de elementos da cultura indígena e perceberam no teatro o método mais eficaz como instrumento de "civilização"
Pelo fascínio da imagem representativa, o teatro era muito mais eficaz do que um sermão,por exemplo. Nota-se, portanto, que a origem do teatro no Brasil é religiosa, assim como boa parte das manifestações culturais. Nessa época o Padre Anchieta era o responsável pela autoria das peças,ele escreveu alguns Autos como "Na festa de São Lourenço", também conhecido como "Mistério de Jesus", e o "Auto da Pregação Universal", escrito entre 1567 e 1570, e representado em várias regiões do Brasil, por vários anos.
No entanto, o principal objetivo era a catequese, por isso com esses elementos também estavam os dogmas da Igreja Católica . Sendo assim, as comédias e tragédias eram pouco representadas. A opção ficava com os autos sacramentais, que tinham caráter dramático, e, portanto, estavam impregnadas de características religiosas.
Até 1584 as peças eram escritas em tupi, português ou espanhol, quando então surgiu o latim. Os autos tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, representados por personagens de demônios, santos, imperadores e algumas vezes apenas simbolismos, como o amor ou o temor a Deus. Os atores eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios.(Fonte:PDF)
sábado, 4 de outubro de 2014
Consequências em Nosso Ciclo Biológico...Horário de Verão
Quais as consequências no ciclo biológico dos seres humanos, quando estão sob influência do horário de verão?
Nós, humanos, estamos ajustados ao ciclo dia/noite de 24 horas como praticamente todos os seres vivos. O horário de verão consiste em uma modificação desse ciclo em dois momentos, na sua implantação (em meados de outubro) e na sua retirada (em meados de fevereiro).
Na implantação nos é imposto um dia de 23 horas e na retirada um dia de 25 horas.
Com o conhecimento acumulado principalmente nas últimas décadas e que constitui uma área do conhecimento chamada cronobiologia, sabe-se hoje que o ajuste dos organismos vivos aos ciclos ambientais é feito através de mecanismos conhecidos como ‘relógios biológicos’.
Nossos relógios biológicos são ajustados a um dia de 24 horas a cada dia, pois se ficarmos isolados dos sinais ambientais (como o dia e a noite) que marcam a passagem do tempo, nosso “dia” estende-se para 25 horas. Essa é uma das razões pelas quais tendemos a dormir e acordar mais tarde nos finais de semana, quando estamos menos presos a horários rígidos como nos outros dias.
Por esse motivo, na retirada do horário de verão, nos ajustamos com relativa facilidade.
O mesmo não acontece no início, o tal dia de 23 horas, ao qual temos muito mais dificuldade (e demora) em ajustar nossos relógios biológicos.
Por isso, as pessoas tendem a se queixar mais dos efeitos no início do que no final.
Essas queixas vão desde alterações no humor até transtornos digestivos, passando por problemas como insônia e sonolência durante o dia.
Esses problemas são a expressão do desajuste pelo qual nossos relógios estão passando e, em alguns indivíduos, são bastante persistentes.
A adaptação ao novo horário varia para cada pessoa, e pode levar de poucos dias, à bem mais do que duas semanas – e algumas pessoas podem até não se ajustar. Normalmente, após alguns dias acordando mais cedo que o habitual, cria-se um “débito de sono” no corpo e automaticamente passa-se a ir para a cama mais cedo.
Dicas para diminuir os efeitos do horário de verão sobre o corpo:
> Persista com sua rotina habitual (horários de sono, vigília e atividades) que, após alguns dias de fadiga e sonolência, você irá se adaptar ao novo horário.
> Não durma durante o dia para compensar a noite “mal dormida”. Organize sua vida para conseguir finalizar suas atividades cotidianas mais cedo a fim de antecipar sua sonolência noturna.
> Evite atividades estimulantes no começo da noite, como exercícios físicos, assistir filmes muito agitados ou mesmo trabalhar em algum projeto estressante.
> Fuja da luminosidade de computadores e tablets antes de dormir.
> Não consuma bebidas energéticas antes de dormir, como café e chá preto.
> Não se alimente muito à noite ou deite em jejum e evite alimentos pesados nesse período.
> Procure gradativamente dormir mais cedo, assim você acostuma o seu relógio biológico aos poucos.(Fonte:PDF)
Nós, humanos, estamos ajustados ao ciclo dia/noite de 24 horas como praticamente todos os seres vivos. O horário de verão consiste em uma modificação desse ciclo em dois momentos, na sua implantação (em meados de outubro) e na sua retirada (em meados de fevereiro).
Na implantação nos é imposto um dia de 23 horas e na retirada um dia de 25 horas.
Com o conhecimento acumulado principalmente nas últimas décadas e que constitui uma área do conhecimento chamada cronobiologia, sabe-se hoje que o ajuste dos organismos vivos aos ciclos ambientais é feito através de mecanismos conhecidos como ‘relógios biológicos’.
Nossos relógios biológicos são ajustados a um dia de 24 horas a cada dia, pois se ficarmos isolados dos sinais ambientais (como o dia e a noite) que marcam a passagem do tempo, nosso “dia” estende-se para 25 horas. Essa é uma das razões pelas quais tendemos a dormir e acordar mais tarde nos finais de semana, quando estamos menos presos a horários rígidos como nos outros dias.
Por esse motivo, na retirada do horário de verão, nos ajustamos com relativa facilidade.
O mesmo não acontece no início, o tal dia de 23 horas, ao qual temos muito mais dificuldade (e demora) em ajustar nossos relógios biológicos.
Por isso, as pessoas tendem a se queixar mais dos efeitos no início do que no final.
Essas queixas vão desde alterações no humor até transtornos digestivos, passando por problemas como insônia e sonolência durante o dia.
Esses problemas são a expressão do desajuste pelo qual nossos relógios estão passando e, em alguns indivíduos, são bastante persistentes.
A adaptação ao novo horário varia para cada pessoa, e pode levar de poucos dias, à bem mais do que duas semanas – e algumas pessoas podem até não se ajustar. Normalmente, após alguns dias acordando mais cedo que o habitual, cria-se um “débito de sono” no corpo e automaticamente passa-se a ir para a cama mais cedo.
Dicas para diminuir os efeitos do horário de verão sobre o corpo:
> Persista com sua rotina habitual (horários de sono, vigília e atividades) que, após alguns dias de fadiga e sonolência, você irá se adaptar ao novo horário.
> Não durma durante o dia para compensar a noite “mal dormida”. Organize sua vida para conseguir finalizar suas atividades cotidianas mais cedo a fim de antecipar sua sonolência noturna.
> Evite atividades estimulantes no começo da noite, como exercícios físicos, assistir filmes muito agitados ou mesmo trabalhar em algum projeto estressante.
> Fuja da luminosidade de computadores e tablets antes de dormir.
> Não consuma bebidas energéticas antes de dormir, como café e chá preto.
> Não se alimente muito à noite ou deite em jejum e evite alimentos pesados nesse período.
> Procure gradativamente dormir mais cedo, assim você acostuma o seu relógio biológico aos poucos.(Fonte:PDF)
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