Quais as consequências no ciclo biológico dos seres humanos, quando estão sob influência do horário de verão?
Nós, humanos, estamos ajustados ao ciclo dia/noite de 24 horas como praticamente todos os seres vivos. O horário de verão consiste em uma modificação desse ciclo em dois momentos, na sua implantação (em meados de outubro) e na sua retirada (em meados de fevereiro).
Na implantação nos é imposto um dia de 23 horas e na retirada um dia de 25 horas.
Com o conhecimento acumulado principalmente nas últimas décadas e que constitui uma área do conhecimento chamada cronobiologia, sabe-se hoje que o ajuste dos organismos vivos aos ciclos ambientais é feito através de mecanismos conhecidos como ‘relógios biológicos’.
Nossos relógios biológicos são ajustados a um dia de 24 horas a cada dia, pois se ficarmos isolados dos sinais ambientais (como o dia e a noite) que marcam a passagem do tempo, nosso “dia” estende-se para 25 horas. Essa é uma das razões pelas quais tendemos a dormir e acordar mais tarde nos finais de semana, quando estamos menos presos a horários rígidos como nos outros dias.
Por esse motivo, na retirada do horário de verão, nos ajustamos com relativa facilidade.
O mesmo não acontece no início, o tal dia de 23 horas, ao qual temos muito mais dificuldade (e demora) em ajustar nossos relógios biológicos.
Por isso, as pessoas tendem a se queixar mais dos efeitos no início do que no final.
Essas queixas vão desde alterações no humor até transtornos digestivos, passando por problemas como insônia e sonolência durante o dia.
Esses problemas são a expressão do desajuste pelo qual nossos relógios estão passando e, em alguns indivíduos, são bastante persistentes.
A
adaptação ao novo horário varia para cada pessoa, e pode levar de poucos
dias, à bem mais do que duas semanas – e algumas pessoas podem até não
se ajustar. Normalmente, após alguns dias acordando mais cedo que o
habitual, cria-se um “débito de sono” no corpo e automaticamente
passa-se a ir para a cama mais cedo.
Dicas para diminuir os efeitos do horário de verão sobre o corpo:
> Persista com sua rotina habitual (horários de sono, vigília e atividades) que, após alguns dias de fadiga e sonolência, você irá se adaptar ao novo horário.
> Não durma durante o dia para compensar a noite “mal dormida”. Organize sua vida para conseguir finalizar suas atividades cotidianas mais cedo a fim de antecipar sua sonolência noturna.
> Evite atividades estimulantes no começo da noite, como exercícios físicos, assistir filmes muito agitados ou mesmo trabalhar em algum projeto estressante.
> Fuja da luminosidade de computadores e tablets antes de dormir.
> Não consuma bebidas energéticas antes de dormir, como café e chá preto.
> Não se alimente muito à noite ou deite em jejum e evite alimentos pesados nesse período.
> Procure gradativamente dormir mais cedo, assim você acostuma o seu relógio biológico aos poucos.(Fonte:PDF)
sábado, 4 de outubro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Rua, Residência...Poluição Doméstica
- Quais os efeitos da Poluição Doméstica?
- O que fazer para controlar a Poluição Doméstica?
Nos últimos anos, várias pesquisas vêm indicando que o ar em nossas casas e no local de trabalho pode estar mais poluído que o ar da "rua", mesmo em grandes cidades industrializadas. Muitos produtos tóxicos apresentam níveis 2 a 5 vezes maiores dentro de casa do que na rua.
Fontes domésticas emissoras de gases ou partículas microscópicas são a principal causa de problemas na qualidade do ar em nossas residências. Uma ventilação inadequada aumenta os níveis internos de agentes nocivos ao não permitir uma renovação e uma diluição adequada da atmosfera doméstica.
Temperaturas elevadas e altos níveis de umidade também aumentam as concentrações de certos poluentes e então, ao final de um dia de luta na empresa, escritório ou consultório, chegando em casa para o merecido descanso, eis que nosso corpo passa se engajar em uma estressante luta contra poluentes e carcinógenos.
Quais são os principais fontes de poluentes em casa?
A importância relativa de uma determinada fonte depende da quantidade de emissão do poluente e quão prejudicial esta emissão é. Algumas fontes, como depósitos de materiais de construção e produtos para "refrescar o ar", liberam poluentes de maneira mais ou menos contínua, dependendo da frequência de uso.
Outras fontes, relacionadas a várias atividades desenvolvidas em casa (p.ex: tabagismo, uso de solventes, produtos de limpeza e pesticidas), liberam poluentes de maneira mais intermitente.
Existe muita controvérsia quanto à possibilidade da fibra de tapetes e carpetes produzirem e emitirem Compostos Orgânicos Voláteis (COVs). Os COVs, na verdade, estão presentes na atmosfera da fábrica onde são fabricados e terminam aprisionados nos tapetes e carpetes. Alguns dias após a instalação, começam a ser liberados em níveis muito pequenos, cessando em poucas semanas, sendo que esses níveis de liberação não são tóxicos. Geralmente, os problemas de alergia não decorrem do tapete ou carpete, mas da própria poeira doméstica acumulada por falta de limpeza adequada.
Quais os efeitos da Poluição Doméstica?
Os efeitos da exposição à poluição doméstica podem surgir imediatamente ou levar anos até se manifestar. Os efeitos mais imediatos incluem irritação dos olhos, nariz e garganta, dores de cabeça, tontura e fadiga, e em geral são temporários e tratáveis. Algumas vezes o tratamento se restringe a eliminar a exposição à fonte poluidora – quando esta pode ser identificada.
A reação à presença da poluição doméstica depende de vários fatores. Idade, sensibilidade individual e doenças pré-existentes os aspectos relacionados mais importantes. Infelizmente, as pessoas mais expostas à poluição doméstica – idosos, jovens e criticamente doentes – são exatamente aquelas mais susceptíveis aos seus efeitos
A maioria dos efeitos imediatos assemelha-se a resfriados e outras doenças virais leves. Em muitos casos é difícil determinar se os sintomas foram causados por exposição à poluição doméstica. Por isso é importante ficar atento ao local e ao período em que os sintomas ocorreram: sintomas recorrentes sempre que se tem contato com determinado ambiente sugerem poluição doméstica como causa.
Ainda não foram bem definidos a concentração dos poluentes domésticos e o período de exposição necessários para causar danos sérios à saúde. As reações individuais variam grandemente e muitos efeitos (p.ex.: doenças respiratórias, cardiopatias e câncer) levar anos para se manifestar ou surgirem apenas após um longo período de exposição. Por isso, é prudente melhorar a qualidade do ar em sua casa mesmo na ausência de quaisquer sintomas.
O que fazer para controlar a Poluição Doméstica?
As soluções para o problema da qualidade do ar em casa envolvem medidas como eliminar ou controlar a fonte poluente, aumentar a ventilação e instalar dispositivos de renovação e limpeza do ar ambiente.
Controle da fonte poluente: em geral, a maneira mais eficaz de melhorar a qualidade do ar em sua casa é eliminar as fontes poluentes ou reduzir sua emissão. Algumas fontes, podem ser seladas ou fechadas. Outras, como sistemas de gás, podem ser ajustadas para diminuir o volume de emissão. Na maioria dos casos, o controle da fonte é a solução mais eficaz.
Melhorar a ventilação: manter janelas e portas abertas sempre que possível ou acionar a função de exaustor quando estiver utilizando o ar-condicionado são medidas viáveis que podem ajudar. Melhorar a ventilação é especialmente importante quando está sendo desenvolvida alguma atividade produtora de poluentes (p.ex.: pinturas, cozimentos, soldas, reformas em geral, etc).
Limpadores de ar: alguns modelos são realmente eficazes, mas a maioria deles geralmente não remove poluentes gasosos. Além disso, o uso destes dispositivos não exclui a necessidade de eliminar ou controlar a fonte emissora de poluentes. Há algum tempo havia a crença de que plantas poderiam reduzir os níveis de poluentes dentro de casa, mas até o momento não existem evidências científicas significativas comprovando isto. Ainda, plantas no interior da casa regadas excessivamente podem abrigar fungos na terra que lhes sustenta, afetando indivíduos alérgicos.(Fonte:Comego)
sábado, 20 de setembro de 2014
Semana Farroupilha...Chama Crioula
A Semana Farroupilha começou no Rio Grande do Sul em 1947, quando alunos do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, fundaram junto ao Grêmio Estudantil o Departamento de Tradições Gaúchas.
Uma centena de Professores e alunos, entre eles Paixão Cortês, Antônio de Sá Siqueira, Celso Campos, Orlando Jorge Degrazia, Ciro Dias da Costa, Fernando Machado Vieira, Cyro Dutra Ferreira e outros, em suas reuniões, tinham a preocupação principal de preservar, desenvolver e proporcionar uma revitalização da cultura rio grandense.
Esta reunião marcou o dia 20 de setembro como o marco máximo da Revolução Farroupilha, data da tomada de Porto Alegre e começo da Revolução Farroupilha.
Como começou a Ronda Crioula
A Ronda Crioula começou com a fundação do Departamento de Tradições Gaúchas no Colégio Júlio de Castilhos, em 1947. Paixão Cortês e seus companheiros, com o apoio da Liga de Defesa Nacional e o comando da Brigada Militar, tomaram uma centelha da "pira da pátria". Surgiu a Ronda Crioula, estendendo-se de 7 a 20 de setembro daquele ano.“
De onde veio a Ronda Crioula
O nome Ronda Crioula foi buscado na campanha, onde, quando se cuida do gado nas tropeadas, os gaúchos ficam sempre em redor deles, cantarolando, assobiando, tocando violão, que assim faziam para acalmar os bois.
Um fogo, aceso a certa distância do gado, fica igualmente rodeado de gaúchos que esperam para fazer a sua ronda, ou seja, vão substituir os companheiros que estão observando o gado. Ao redor do fogo, como é natural, “o mate corre de mão em mão”.
![]() |
| Chama Crioula |
A Chama Crioula
O simbolismo do fogo é universal, encerra em si o poder e a força. Assim como na Semana da Pátria, também na Semana Farroupilha temos um fogo simbólico, a “Chama Crioula”, aliás, esta tem origem primeira naquela: foi em 1947 que, pela vez primeira, ardeu um candeeiro crioulo.
A “Chama Crioula” representa a história, a tradição, a alma da sociedade gaúcha, construída ao longo de pouco mais de três séculos. Em torno dela construímos um ambiente de reverência ao passado, de culto aos feitos e fatos que nos orgulham, de reflexão sobre a sociedade que somos e a que queremos ser. Frente à chama, não fazemos festa, não bebemos, não dançamos. Nossa postura é de reverência e de compenetração cívica.
Anualmente, em data e local definido no Congresso Tradicionalista, o Rio Grande e o mundo tradicionalista se voltam para alguma "Querência" do Rio Grande, onde a "Chama Crioula" é acesa para reverenciar a história e a trajetória vitoriosa de uma sociedade que superou todas as dificuldades, desde a sua povoação, passando pela Guerra Guaranítica e Revolução Farroupilha, entre outras, para manter e fazer crescer o Rio Grande do Sul e o Brasil.
Como liame que une todas as querências, todos os galpões, todos os acampamentos, todas as manifestações cívicas e culturais da Semana Farroupilha, a "Chama Crioula" arderá no Rio Grande, no Brasil e no coração de todos os gaúchos, rio grandenses ou não, sempre carregada a cavalo por homens e mulheres que sabem o que fazem e o que querem.(Fonte:PDF)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Cultura Perversa...Zoológico
Os zoológicos foram criados na Inglaterra no início do século passado para exibir humanos, especialmente aqueles com deficiência e os de origem primitiva. Rapidamente perceberam que era uma burla contra a própria espécie e não era apropriado exibir suas deformidades e atrasos.
Aí os grandes primatas e animais de grande porte substituíram os humanos como objetos de exibição e diversão. Para alimentar a fome dos zoológicos, especialmente do mundo mais desenvolvido, encomendas se disseminaram pelos países do terceiro mundo, que possuíam as espécies mais procuradas.
Milhões de indivíduos de todas as espécies foram tirados do seu habitat natural e destinados a milhares de zoológicos em todos os continentes. Os zoológicos cresceram sem controle e criaram também um incentivo para que pessoas com mais recursos montassem seus próprios zoológicos particulares. De ditadores a artistas, passando até por chefes do tráfico de drogas, como o colombiano Pablo Escobar, tiveram e têm seus próprios zoológicos, arrancando animais importantes do seu habitat natural para enriquecer suas coleções.
A paranoia chegou a um ponto que hoje, por exemplo, existem mais de 7 mil tigres em quintais de residências norte-americanas, mais do que os que existem em vida livre, que não passam de 5 mil.
Quando os zoológicos perceberam que estavam sendo atacados e expostos na sociedade por sua atividade predatória de devastar a fauna selvagem, a fim de enriquecer suas coleções, criaram uma justificativa para sua existência: educar a juventude, preservar as espécies ameaçadas de extinção e mostrar às crianças as espécies mais exóticas que existem na natureza. Porém, a verdadeira função dos zoológicos é divertir o público e isso ficou escondido, visto que não era justificável que para divertir o público se depredasse a natureza dessa forma.
Se não existisse reposição de espécies, hoje possivelmente os zoológicos brasileiros não teriam 1/3 dos grandes primatas que possuíam 10 anos atrás; mais de 70% dos grandes primatas em zoológicos brasileiros morreram nos últimos 10 anos e não morreram mais porque os Santuários do GAP resgataram uma boa parte dos que estavam marcados para desaparecer.
Quando o Zoológico de São Paulo tentou nos silenciar judicialmente 5 anos atrás, por denunciar a morte de todos seus grandes primatas em poucas semanas, usou como argumento que “nossa denúncia tinha impedido que eles substituíssem as espécies mortas procedentes de outras fontes e zoológicos”. Meses mais tarde recebeu oito chimpanzés de Portugal e dois orangotangos de Europa, substituindo aqueles que morreram precocemente, possivelmente por uma infecção viral transmitida por ratos e que nunca ficou totalmente esclarecida.
O caso agora do gorila Idi Amin e das duas fêmeas, trazidas a um custo substancial da Inglaterra, para acompanhar o gorila que vive há mais de 25 anos solitário, tem só um fim: “dar publicidade ao zoológico mineiro e aos políticos que gerem o destino da cidade e do Estado. Uma matéria veiculada em um programa de TV de grande audiência provou isso, quando o apresentador repetia incessantemente “o único Zoológico da América do Sul que tem um grupo de gorilas”.
O que a sociedade deve discutir e debater é para que é necessária a existência dos zoológicos da forma que existem, que os força a ser predadores de espécies na natureza para preencher suas coleções. O ser humano hoje não tem divertimentos suficientes, especialmente, com os últimos lançamentos eletrônicos e o que a cibernética lhe oferece, para continuar engaiolando milhões de seres inocentes, que morrem prematuramente, porque não resistem a vida fora do seu habitat natural? É ético, humano, correto, lógico ou legítimo condenar à morte 500 mil animais selvagens a cada ano para divertir a humanidade? (Fonte:PDF)
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Prazo de Validade...
> Como é determinado o prazo de validade de um produto?
Para saber até quando um produto mantém boas condições de consumo, é feita uma análise em laboratório, com pequenas amostras, para avaliar sob que condições e em que velocidade ele se deteriora.
Com base nessa avaliação, chamada de teste de vida de prateleira, é que se determina o prazo de validade de alimentos, remédios e pneus de carro passam por outros testes. A data de validade é um guia não só para quem consome.
Saber até quando o produto está em condições de ser vendido é bom para fabricantes, que evitam ter a imagem manchada por danos causados aos consumidores finais dos seus produtos e para os distribuidores, que conseguem planejar o ritmo de entrega para as lojas.
Prova de resistência
Testar a validade em laboratório é tão caro que a maioria dos fabricantes só copia o prazo dos concorrentes.
Cada Um Por Si
Nem todo fabricante encara o teste. Não é que tenham medo de ter o produto reprovado, mas é porque a avaliação é cara, cerca de 30 mil reais em testes de alimentos. Em vez de gastar a bolada, as empresas arriscam e estampam prazos de validade parecidos com os da concorrência.
Está Quente, Está Frio!
Amostras dos produtos vão para câmaras que aceleram sua degradação. Em alguns testes o produto é submetido a 10º C acima da temperatura média do lugar mais quente em que ele é comercializado. Outro teste é fazer a temperatura oscilar entre quente e frio várias vezes.
Perda Total
O fim do teste se dá quando algumas amostras estão muito fora do padrão de cor, sabor e textura. Por meio de análises químicas, é possível estimar o tempo que a degradação, acelerada pelo teste, levaria para aparecer em condições normais.
Aprovação Pública
Se o teste apontar o período máximo para consumo em três meses e 20 dias, o prazo de validade estampado na embalagem cai para três meses. Isso ajuda a garantir que a qualidade do produto não diminuirá antes do prazo ideal para consumo.
Validade pode variar de muitos anos a poucos dias:
> Pneu - 5 anos
> Milho em lata - 3 anos
> Aspirina - 2 anos
> Leite longa vida - 6 meses
> Ovo - 1 mês
> Frios - 3 dias
• Degustadores e consumidores também avaliam o produto comparando itens recém processados com itens embalados há mais tempo.(Fonte:PDF)
Para saber até quando um produto mantém boas condições de consumo, é feita uma análise em laboratório, com pequenas amostras, para avaliar sob que condições e em que velocidade ele se deteriora.
Com base nessa avaliação, chamada de teste de vida de prateleira, é que se determina o prazo de validade de alimentos, remédios e pneus de carro passam por outros testes. A data de validade é um guia não só para quem consome.
Saber até quando o produto está em condições de ser vendido é bom para fabricantes, que evitam ter a imagem manchada por danos causados aos consumidores finais dos seus produtos e para os distribuidores, que conseguem planejar o ritmo de entrega para as lojas.
Prova de resistência
Testar a validade em laboratório é tão caro que a maioria dos fabricantes só copia o prazo dos concorrentes.
Cada Um Por Si
Nem todo fabricante encara o teste. Não é que tenham medo de ter o produto reprovado, mas é porque a avaliação é cara, cerca de 30 mil reais em testes de alimentos. Em vez de gastar a bolada, as empresas arriscam e estampam prazos de validade parecidos com os da concorrência.
Está Quente, Está Frio!
Amostras dos produtos vão para câmaras que aceleram sua degradação. Em alguns testes o produto é submetido a 10º C acima da temperatura média do lugar mais quente em que ele é comercializado. Outro teste é fazer a temperatura oscilar entre quente e frio várias vezes.
Perda Total
O fim do teste se dá quando algumas amostras estão muito fora do padrão de cor, sabor e textura. Por meio de análises químicas, é possível estimar o tempo que a degradação, acelerada pelo teste, levaria para aparecer em condições normais.
Aprovação Pública
Se o teste apontar o período máximo para consumo em três meses e 20 dias, o prazo de validade estampado na embalagem cai para três meses. Isso ajuda a garantir que a qualidade do produto não diminuirá antes do prazo ideal para consumo.
Validade pode variar de muitos anos a poucos dias:
> Pneu - 5 anos
> Milho em lata - 3 anos
> Aspirina - 2 anos
> Leite longa vida - 6 meses
> Ovo - 1 mês
> Frios - 3 dias
• Degustadores e consumidores também avaliam o produto comparando itens recém processados com itens embalados há mais tempo.(Fonte:PDF)
domingo, 29 de junho de 2014
Contando...Histórias
No mundo de hoje a mídia está substituindo, cada vez mais, o diálogo nas famílias e diminuindo as oportunidades de desenvolvimento da imaginação infantil. O meio mais importante para atingir esse objetivo é a contação de histórias e a leitura, conduzidas num ambiente agradável para a criança. Contar ou ler histórias requer um certo preparo, que vai desde a escolha do texto até a sua apresentação.
Vivemos um período muito interessante na história da humanidade. Nunca antes tanta informação e tanta comunicação chegaram aos nossos lares, nossas escolas e aos nossos locais de trabalho e lazer.
Os atuais meios de comunicação e informação como TV, internet, revistas, jornais e vídeos prendem a atenção de grandes e pequenos.
Em princípio isto é bom – o horizonte de conhecimentos é ampliado e está ao alcance de cada vez mais pessoas. No entanto, é preciso ver com muita sobriedade, que esses meios de comunicação e informação podem gerar graves problemas no desenvolvimento integral do ser humano. O perigo que nos ronda, chama-se individualismo. Crianças e adultos buscam e recebem as informações e os divertimentos, que a moderna tecnologia coloca ao alcance de todos, sem que para isso precisem envolver-se com os outros. A agitada vida profissional de nossa época faz com que no fim do dia todos estejam tão cansados que somente querem relaxar.
O diálogo em família corre o risco de desaparecer, porque aquilo que os meios de comunicação oferecem parece mais interessante e não obriga ninguém a tomar posição.
Num passado já mais distante, havia espaço e tempo no seio da família para compartilhar as experiências e as vivências do dia a dia. Havia disposição para ouvir, falar e para compartilhar.
Em muitas famílias, após o jantar, todos se agrupavam ao redor do avô ou da avó, do pai ou da mãe, para ouvi-los falar sobre a história da família – e muitos tinham em seu meio um contador de histórias e histórias. Nessas horas um estava perto do outro, sentia o outro, afeto e carinho floresciam.
Os modernos meios de comunicação sabem contar e apresentar as velhas histórias, acompanhadas de som e imagem, de uma maneira tão bonita e fascinante, que os velhos contadores de histórias não se arriscam mais a abrir a boca. A história vem tão completa que não se precisa pedir alguma informação a mais, nem mesmo é necessário usar a imaginação.
Aqui somos confrontados com outro grave problema: a capacidade imaginativa diminui. A história apresentada na TV ou em vídeo vem tão completa que não é necessário criar imagens e usar a fantasia para entende-la. Além disso, nesses programas o diálogo com o interlocutor é reduzido a zero. Ao espectador e ouvinte cabe olhar e escutar em silêncio – e ai se alguém ousa falar ou fazer uma pergunta...
Atualmente, há opções de lazer como a televisão e o videogame. Muitas crianças estão sobrecarregadas de atividades como natação, ginástica, inglês, piano, além das obrigações da escola, da lição de casa. O tempo que elas teriam, talvez, para ler um livro está diminuindo. Infelizmente, esse é um comportamento que está ocorrendo não só com as crianças, mas com os adultos também. E, até por um aspecto cultural do Brasil, falta incentivo, o brasileiro não tem a cultura da leitura.
Diante desta realidade cabe perguntar: o que nós pais e educadores estamos fazendo para resgatar o gosto pelo imaginário nas crianças? O que estamos fazendo para ajudar nossas crianças a expressarem seus pensamentos e sentimentos e gostarem de conviver com os colegas e os membros da família? O que estamos fazendo para evitar que as crianças se tornem pessoas “ensimesmadas”, isto é, estejam centradas, quase que exclusivamente, em suas próprias questões?
A dura realidade de nossa época mostra que dia após dia aumenta o número de crianças que veem os pais cada vez menos e passam a maior parte do tempo sozinhas. Razões econômicas e sociais forçam esta realidade.
Por isso, é de suma importância que pais e professores batalhem pelo resgate do lúdico, do gosto pela expressão oral/corporal, do gosto pela leitura, pelo desenvolvimento dos sentidos e sentimentos.( Fonte:PDF)
Vivemos um período muito interessante na história da humanidade. Nunca antes tanta informação e tanta comunicação chegaram aos nossos lares, nossas escolas e aos nossos locais de trabalho e lazer.
Os atuais meios de comunicação e informação como TV, internet, revistas, jornais e vídeos prendem a atenção de grandes e pequenos.
Em princípio isto é bom – o horizonte de conhecimentos é ampliado e está ao alcance de cada vez mais pessoas. No entanto, é preciso ver com muita sobriedade, que esses meios de comunicação e informação podem gerar graves problemas no desenvolvimento integral do ser humano. O perigo que nos ronda, chama-se individualismo. Crianças e adultos buscam e recebem as informações e os divertimentos, que a moderna tecnologia coloca ao alcance de todos, sem que para isso precisem envolver-se com os outros. A agitada vida profissional de nossa época faz com que no fim do dia todos estejam tão cansados que somente querem relaxar.
O diálogo em família corre o risco de desaparecer, porque aquilo que os meios de comunicação oferecem parece mais interessante e não obriga ninguém a tomar posição.
Num passado já mais distante, havia espaço e tempo no seio da família para compartilhar as experiências e as vivências do dia a dia. Havia disposição para ouvir, falar e para compartilhar.
Em muitas famílias, após o jantar, todos se agrupavam ao redor do avô ou da avó, do pai ou da mãe, para ouvi-los falar sobre a história da família – e muitos tinham em seu meio um contador de histórias e histórias. Nessas horas um estava perto do outro, sentia o outro, afeto e carinho floresciam.
Os modernos meios de comunicação sabem contar e apresentar as velhas histórias, acompanhadas de som e imagem, de uma maneira tão bonita e fascinante, que os velhos contadores de histórias não se arriscam mais a abrir a boca. A história vem tão completa que não se precisa pedir alguma informação a mais, nem mesmo é necessário usar a imaginação.
Aqui somos confrontados com outro grave problema: a capacidade imaginativa diminui. A história apresentada na TV ou em vídeo vem tão completa que não é necessário criar imagens e usar a fantasia para entende-la. Além disso, nesses programas o diálogo com o interlocutor é reduzido a zero. Ao espectador e ouvinte cabe olhar e escutar em silêncio – e ai se alguém ousa falar ou fazer uma pergunta...
Atualmente, há opções de lazer como a televisão e o videogame. Muitas crianças estão sobrecarregadas de atividades como natação, ginástica, inglês, piano, além das obrigações da escola, da lição de casa. O tempo que elas teriam, talvez, para ler um livro está diminuindo. Infelizmente, esse é um comportamento que está ocorrendo não só com as crianças, mas com os adultos também. E, até por um aspecto cultural do Brasil, falta incentivo, o brasileiro não tem a cultura da leitura.
Diante desta realidade cabe perguntar: o que nós pais e educadores estamos fazendo para resgatar o gosto pelo imaginário nas crianças? O que estamos fazendo para ajudar nossas crianças a expressarem seus pensamentos e sentimentos e gostarem de conviver com os colegas e os membros da família? O que estamos fazendo para evitar que as crianças se tornem pessoas “ensimesmadas”, isto é, estejam centradas, quase que exclusivamente, em suas próprias questões?
A dura realidade de nossa época mostra que dia após dia aumenta o número de crianças que veem os pais cada vez menos e passam a maior parte do tempo sozinhas. Razões econômicas e sociais forçam esta realidade.
Por isso, é de suma importância que pais e professores batalhem pelo resgate do lúdico, do gosto pela expressão oral/corporal, do gosto pela leitura, pelo desenvolvimento dos sentidos e sentimentos.( Fonte:PDF)
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