> Como é determinado o prazo de validade de um produto?
Para saber até quando um produto mantém boas condições de consumo, é
feita uma análise em laboratório, com pequenas amostras, para avaliar
sob que condições e em que velocidade ele se deteriora.
Com base nessa avaliação, chamada de teste de vida de prateleira, é que se determina o prazo de validade de alimentos, remédios e pneus de carro passam por outros testes. A data de validade é um guia não só para quem consome.
Saber até quando o produto está em condições de ser vendido é bom para fabricantes, que evitam ter a imagem manchada por danos causados aos consumidores finais dos seus produtos e para os distribuidores, que conseguem planejar o ritmo de entrega para as lojas.
Prova de resistência
Testar a validade em laboratório é tão caro que a maioria dos fabricantes só copia o prazo dos concorrentes.
Cada Um Por Si
Nem todo fabricante encara o teste. Não é que tenham medo de ter o produto reprovado, mas é porque a avaliação é cara, cerca de 30 mil reais em testes de alimentos. Em vez de gastar a bolada, as empresas arriscam e estampam prazos de validade parecidos com os da concorrência.
Está Quente, Está Frio!
Amostras dos produtos vão para câmaras que aceleram sua degradação. Em alguns testes o produto é submetido a 10º C acima da temperatura média do lugar mais quente em que ele é comercializado. Outro teste é fazer a temperatura oscilar entre quente e frio várias vezes.
Perda Total
O fim do teste se dá quando algumas amostras estão muito fora do padrão de cor, sabor e textura. Por meio de análises químicas, é possível estimar o tempo que a degradação, acelerada pelo teste, levaria para aparecer em condições normais.
Aprovação Pública
Se o teste apontar o período máximo para consumo em três meses e 20 dias, o prazo de validade estampado na embalagem cai para três meses. Isso ajuda a garantir que a qualidade do produto não diminuirá antes do prazo ideal para consumo.
Validade pode variar de muitos anos a poucos dias:
> Pneu - 5 anos
> Milho em lata - 3 anos
> Aspirina - 2 anos
> Leite longa vida - 6 meses
> Ovo - 1 mês
> Frios - 3 dias
• Degustadores e consumidores também avaliam o produto comparando itens recém processados com itens embalados há mais tempo.(Fonte:PDF)
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
Contando...Histórias
No mundo de hoje a mídia está substituindo, cada vez mais, o diálogo nas famílias e diminuindo as oportunidades de desenvolvimento da imaginação infantil. O meio mais importante para atingir esse objetivo é a contação de histórias e a leitura, conduzidas num ambiente agradável para a criança. Contar ou ler histórias requer um certo preparo, que vai desde a escolha do texto até a sua apresentação.
Vivemos um período muito interessante na história da humanidade. Nunca antes tanta informação e tanta comunicação chegaram aos nossos lares, nossas escolas e aos nossos locais de trabalho e lazer.
Os atuais meios de comunicação e informação como TV, internet, revistas, jornais e vídeos prendem a atenção de grandes e pequenos.
Em princípio isto é bom – o horizonte de conhecimentos é ampliado e está ao alcance de cada vez mais pessoas. No entanto, é preciso ver com muita sobriedade, que esses meios de comunicação e informação podem gerar graves problemas no desenvolvimento integral do ser humano. O perigo que nos ronda, chama-se individualismo. Crianças e adultos buscam e recebem as informações e os divertimentos, que a moderna tecnologia coloca ao alcance de todos, sem que para isso precisem envolver-se com os outros. A agitada vida profissional de nossa época faz com que no fim do dia todos estejam tão cansados que somente querem relaxar.
O diálogo em família corre o risco de desaparecer, porque aquilo que os meios de comunicação oferecem parece mais interessante e não obriga ninguém a tomar posição.
Num passado já mais distante, havia espaço e tempo no seio da família para compartilhar as experiências e as vivências do dia a dia. Havia disposição para ouvir, falar e para compartilhar.
Em muitas famílias, após o jantar, todos se agrupavam ao redor do avô ou da avó, do pai ou da mãe, para ouvi-los falar sobre a história da família – e muitos tinham em seu meio um contador de histórias e histórias. Nessas horas um estava perto do outro, sentia o outro, afeto e carinho floresciam.
Os modernos meios de comunicação sabem contar e apresentar as velhas histórias, acompanhadas de som e imagem, de uma maneira tão bonita e fascinante, que os velhos contadores de histórias não se arriscam mais a abrir a boca. A história vem tão completa que não se precisa pedir alguma informação a mais, nem mesmo é necessário usar a imaginação.
Aqui somos confrontados com outro grave problema: a capacidade imaginativa diminui. A história apresentada na TV ou em vídeo vem tão completa que não é necessário criar imagens e usar a fantasia para entende-la. Além disso, nesses programas o diálogo com o interlocutor é reduzido a zero. Ao espectador e ouvinte cabe olhar e escutar em silêncio – e ai se alguém ousa falar ou fazer uma pergunta...
Atualmente, há opções de lazer como a televisão e o videogame. Muitas crianças estão sobrecarregadas de atividades como natação, ginástica, inglês, piano, além das obrigações da escola, da lição de casa. O tempo que elas teriam, talvez, para ler um livro está diminuindo. Infelizmente, esse é um comportamento que está ocorrendo não só com as crianças, mas com os adultos também. E, até por um aspecto cultural do Brasil, falta incentivo, o brasileiro não tem a cultura da leitura.
Diante desta realidade cabe perguntar: o que nós pais e educadores estamos fazendo para resgatar o gosto pelo imaginário nas crianças? O que estamos fazendo para ajudar nossas crianças a expressarem seus pensamentos e sentimentos e gostarem de conviver com os colegas e os membros da família? O que estamos fazendo para evitar que as crianças se tornem pessoas “ensimesmadas”, isto é, estejam centradas, quase que exclusivamente, em suas próprias questões?
A dura realidade de nossa época mostra que dia após dia aumenta o número de crianças que veem os pais cada vez menos e passam a maior parte do tempo sozinhas. Razões econômicas e sociais forçam esta realidade.
Por isso, é de suma importância que pais e professores batalhem pelo resgate do lúdico, do gosto pela expressão oral/corporal, do gosto pela leitura, pelo desenvolvimento dos sentidos e sentimentos.( Fonte:PDF)
Vivemos um período muito interessante na história da humanidade. Nunca antes tanta informação e tanta comunicação chegaram aos nossos lares, nossas escolas e aos nossos locais de trabalho e lazer.
Os atuais meios de comunicação e informação como TV, internet, revistas, jornais e vídeos prendem a atenção de grandes e pequenos.
Em princípio isto é bom – o horizonte de conhecimentos é ampliado e está ao alcance de cada vez mais pessoas. No entanto, é preciso ver com muita sobriedade, que esses meios de comunicação e informação podem gerar graves problemas no desenvolvimento integral do ser humano. O perigo que nos ronda, chama-se individualismo. Crianças e adultos buscam e recebem as informações e os divertimentos, que a moderna tecnologia coloca ao alcance de todos, sem que para isso precisem envolver-se com os outros. A agitada vida profissional de nossa época faz com que no fim do dia todos estejam tão cansados que somente querem relaxar.
O diálogo em família corre o risco de desaparecer, porque aquilo que os meios de comunicação oferecem parece mais interessante e não obriga ninguém a tomar posição.
Num passado já mais distante, havia espaço e tempo no seio da família para compartilhar as experiências e as vivências do dia a dia. Havia disposição para ouvir, falar e para compartilhar.
Em muitas famílias, após o jantar, todos se agrupavam ao redor do avô ou da avó, do pai ou da mãe, para ouvi-los falar sobre a história da família – e muitos tinham em seu meio um contador de histórias e histórias. Nessas horas um estava perto do outro, sentia o outro, afeto e carinho floresciam.
Os modernos meios de comunicação sabem contar e apresentar as velhas histórias, acompanhadas de som e imagem, de uma maneira tão bonita e fascinante, que os velhos contadores de histórias não se arriscam mais a abrir a boca. A história vem tão completa que não se precisa pedir alguma informação a mais, nem mesmo é necessário usar a imaginação.
Aqui somos confrontados com outro grave problema: a capacidade imaginativa diminui. A história apresentada na TV ou em vídeo vem tão completa que não é necessário criar imagens e usar a fantasia para entende-la. Além disso, nesses programas o diálogo com o interlocutor é reduzido a zero. Ao espectador e ouvinte cabe olhar e escutar em silêncio – e ai se alguém ousa falar ou fazer uma pergunta...
Atualmente, há opções de lazer como a televisão e o videogame. Muitas crianças estão sobrecarregadas de atividades como natação, ginástica, inglês, piano, além das obrigações da escola, da lição de casa. O tempo que elas teriam, talvez, para ler um livro está diminuindo. Infelizmente, esse é um comportamento que está ocorrendo não só com as crianças, mas com os adultos também. E, até por um aspecto cultural do Brasil, falta incentivo, o brasileiro não tem a cultura da leitura.
Diante desta realidade cabe perguntar: o que nós pais e educadores estamos fazendo para resgatar o gosto pelo imaginário nas crianças? O que estamos fazendo para ajudar nossas crianças a expressarem seus pensamentos e sentimentos e gostarem de conviver com os colegas e os membros da família? O que estamos fazendo para evitar que as crianças se tornem pessoas “ensimesmadas”, isto é, estejam centradas, quase que exclusivamente, em suas próprias questões?
A dura realidade de nossa época mostra que dia após dia aumenta o número de crianças que veem os pais cada vez menos e passam a maior parte do tempo sozinhas. Razões econômicas e sociais forçam esta realidade.
Por isso, é de suma importância que pais e professores batalhem pelo resgate do lúdico, do gosto pela expressão oral/corporal, do gosto pela leitura, pelo desenvolvimento dos sentidos e sentimentos.( Fonte:PDF)
terça-feira, 3 de junho de 2014
Anabolizantes...Consequências do Uso
> Consequências do Uso Abusivo de Anabolizantes
> Caminho sem Volta
"Cresce o número de pessoas que adere ao uso de esteróides anabolizantes para moldar o corpo e ganhar força, resistência e velocidade. Sem qualquer controle, o medicamento, apesar de ser proibido, é oferecido principalmente em academias de ginástica. Os danos causados por seu uso, entretanto, podem ser irreversíveis. O problema já está sendo visto como um caso de saúde pública".
>
A busca de corpos esculpidos à base de remédio está levando jovens de aparência saudável a um vício muitas vezes sem volta. O motivo é o uso dos chamados esteróides anabolizantes. Apesar de não haver estatísticas, sabe-se que vem crescendo o número de consumidores da droga. E não são apenas os atletas em busca de mais força, velocidade, e resistência dos músculos os únicos a usá-lo. Homens, jovens e mulheres que querem apenas ganhar massa corporal em pouco tempo também se deixam seduzir pelos efeitos da droga. O abuso desse medicamento não é novidade. O maior problema, atualmente, segundo especialistas, é a adesão às drogas nas academias convencionais.
"Muitas vezes, é o próprio instrutor quem chega para o aluno e diz que seu desenvolvimento chegou ao limite. Aí vem a sedução pelos anabolizantes", explica Fernando Vítor Lima, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Treinamento Esportivo. Nas lojas de suplementos nutricionais, a situação não é diferente: "O charlatanismo é muito grande nesse meio. As pessoas receitam o produto como se soubessem tudo sobre ele. Quem compra, na verdade está pagando pelo sonho de um corpo perfeito, na verdade, de uma ilusão, porque os problemas ocasionados são muitos", orienta.
Nos Estados Unidos, os anabolizantes já são considerados uma droga proibida, que só pode ser vendida com receita médica. Na Suécia, existem serviços que encaminham os usuários para tratamento, como se ele fosse um viciado em droga. No Brasil, segundo o professor, apesar da proibição de venda, a Vigilância Sanitária é falha e os esteróides continuam sendo consumidos em larga escala.
O uso indiscriminado desses esteróides teve início em 1930, com alguns fisiculturistas e atletas que buscavam desenvolvimento muscular rápido e melhora de performance. Com o passar dos anos, o uso se estendeu para esportistas amadores, frequentadores de academias e adolescentes.
O que são Esteróides Anabolizantes
Os anabolizantes são substâncias sintéticas similares aos hormônios sexuais masculinos e promovem, portanto, um aumento da massa muscular (efeito anabolizante) e o desenvolvimento de caracteres masculinizantes. A massa corporal aumenta porque eles aumentam a capacidade do corpo de absorver proteína, além de reter líquido provocando o inchaço dos músculos.
Geralmente, os anabolizantes, ou "bombas", como também são chamados, são tomados oralmente em cápsulas/tabletes, ou injetados no músculo. Muitas vezes, as drogas são usadas em associação de até três tipos diferentes e em doses 100 vezes maiores que as preconizadas por tratamento médico. Anadrol, Oxadrin e Durabolin são alguns exemplos de esteróides.
Embora muita gente não saiba, o anabolizante tem uso na medicina, para casos de osteoporose, deficiência de crescimento, problemas hormonais masculinos, como o hipogonadismo. Entretanto, só é ministrado em doses terapêuticas e necessitam sempre de prescrição médica para serem adquiridos. "Os médicos receitam doses de, no máximo, 15 mg enquanto que os fisiculturistas chegam a tomar até 300 mg", diz Fernando.
Consequências do uso de Anabolizantes
O efeito de um corpo saudável com os anabolizantes é apenas aparente. Está provado que seu uso só gera danos à saúde. Os efeitos colaterais das superdosagens são muitos. A pessoa pode desenvolver problemas no fígado, inclusive câncer, redução da função sexual, derrame cerebral, alterações de comportamento com aumento da agressividade e nervosismo, aparecimento de acne. Ao todo, 69 efeitos colaterais já foram documentados.
Em garotos e homens existe a diminuição da produção de esperma, retração dos testículos, impotência sexual, dificuldade ou dor ao urinar, calvície, desenvolvimento irreversível de mamas.
Em adolescentes de ambos os sexos, também pode ocorrer parada prematura do crescimento, tornado-os mais baixos que outros, não usuários de anabolizantes.
A parada brusca do uso de anabolizantes também pode produzir sintomas como depressão, fadiga, insônia, diminuição da libido, dores de cabeça, dores musculares e desejo de tomar mais anabolizantes.
O uso compartilhado de esteróides por seringas e agulhas não esterilizadas é comum e pode expor o indivíduo a doenças como Aids, hepatites B e C e endocardite bacteriana.
Caminho sem Volta
Segundo o professor Fernando, não se sabe até que ponto os problemas ocasionados pelo uso das "bombas" são reversíveis. "Os casos têm que ser analisados de forma isolada porque cada organismo reage de um jeito ao uso do esteróide. Em muitos casos, o nível de comprometimento das funções é tão grande que não há opção de cura. Várias pessoas já morreram por causa do uso indiscriminado dos anabolizantes", adverte.
Por tantos riscos e inconvenientes, o uso indiscriminado de anabolizantes deve ser desencorajado, banido do meio esportivo. Para Fernando, a grande arma capaz de resolver esse problema são as campanhas educativas. " O uso de esteróides já se tornou um caso de saúde pública. O governo tem que tomar providências", completa.(Comego)
terça-feira, 27 de maio de 2014
Cultura e Arte...Esquimó
Esquimó é um termo geral usado para se referir a um grupo de pessoas que habitam da costa do mar de Bering até a Groenlândia e a península de Chukchi no nordeste da Sibéria. Há grupos distintos de esquimós, eles são comumente identificados com base em diferenças nos padrões de exploração dos recursos.
Desde a década de 1970, grupos esquimós no Canadá e na Groenlândia adotaram o nome Inuit, embora o termo não se consolidasse no Alasca ou na Sibéria. Apesar das diferenças regionais, grupos esquimós são surpreendentemente uniformes na língua, tipo físico, e na cultura, e, como um grupo, são distintos nesses traços de todos os vizinhos. Eles falam dialetos de uma mesma língua, o Eskimo, que é um ramo principal da família Eskimo Aleut de idiomas. A antiguidade da população esquimó é desconhecida, mas é geralmente aceito que eles são migrantes relativamente recentes da América do Norte e da Ásia, espalhando-se de oeste para leste, ao longo dos últimos 5.000 anos.
adicionalmente, a maioria dos grupos contava com os mamíferos marinhos para alimentação, iluminação, óleo de cozinha, ferramentas e armas. Peixes e caribus eram de extrema importância para sua economia. A prática de comer carne crua era comum entre os esquimós, o que não era repetido por seus vizinhos nativos americanos.
Esquimós tradicionalmente utilizavam vários tipos de casas. Tendas de peles de rena ou peles de foca que eram mais adequadas para o verão, ou em estações mais frias o abrigo era construído de troncos ou às vezes de pedra, colocado sobre pisos escavados. Entre alguns grupos esquimós, a cabana de neve, conhecida como iglu, era usada como abrigo de inverno. Mais comumente, no entanto, essas estruturas foram usadas como abrigos temporários durante a noite durante as viagens.
O trenó puxado por cães era utilizado para o transporte de cargas pesadas em longas distâncias. Sua canoa de pele, conhecida como um caiaque, é uma das embarcações pequenas mais altamente manobráveis já construídas. As tecnologias de caça incluíam vários tipos de arpões, o arco e flecha, facas e lanças. Ferro e armas se tornaram uso comum apenas no século 20. Anteriormente, armas eram criadas a partir de marfim, osso, cobre ou pedra.
Para os esquimós distantes de centros populacionais, a vida no Ártico continua dura e pouco mudou desde seus antepassados há centenas de anos. Tradicionalmente esquimós eram caçadores e coletores. Eles viviam em grupos que se moviam de uma área para outra, de acordo com a época.
Habitações
Em algumas partes da Groenlândia e em regiões sem árvores do ártico do Canadá, como a Ilha de Baffin, os esquimós construíam casas de neve como abrigos de inverno. Estas casas abobadadas, construídas de blocos de neve recém cortados são comumente conhecidas como iglus.
Em outras partes do Canadá, Groenlândia, e no Alasca, alguns esquimós construíram casas de relva e pedra. Outros usavam espessas camadas de terra sobre bases de troncos ou osso de baleia. As casas geralmente tinham um quarto, com camas cobertos com peles de rena. No verão, quase todos os esquimós viviam em tendas feitas de peles de foca ou caribu.
Alimentos
A dieta tradicional esquimó varia com as estações. Focas, baleias e outros mamíferos marinhos são caçados nos meses de inverno. A carne são comidas cozidas, cruas, ou secas. No verão e no outono as fontes de alimento importantes são jogo caribu, pequenos peixes e frutas.
A iguaria tradicional esquimó é o akutok (muitas vezes chamado sorvete esquimó), feito a partir de bagas árticas, óleo de baleia e carne de caribu. Chá quente forte e biscoitos duros feitos com farinha comprada de um posto de troca são servidos em quase todos os lares.
Roupas
Roupas esquimó são feitas a partir de peles de animais. Tradicionalmente, homens, mulheres e crianças se vestem de forma parecida. Eles usam botas de pele de foca impermeáveis, jaquetas de pele encapuzados chamados parkas e calças de pele feitas de peles de focas, caribus, raposas, ou ursos polares.
Vida em Família
Os casais eram o núcleo de uma família. Os pais, irmãos, irmãs solteiras, ou outros parentes, muitas vezes partilhavam o mesmo lar. Todos os membros trabalham juntos para sobreviver aos invernos árticos. Os homens são responsáveis pelo fornecimento de alimentos. As mulheres fazem roupas e preparam alimentos. Durante os meses de inverno as famílias se entretinham contando e representando as histórias transmitidas de geração em geração.
Religião
Durante o século 20 mais esquimós se converteram ao cristianismo. Em regiões remotas, algumas famílias mantiveram a crença antiga de que certos homens e mulheres, chamados xamãs, têm a capacidade de invocar espíritos sobrenaturais para ajuda na cura de doenças, garantindo a boa caça e controlando o tempo.
Caça e Captura
Arcos e flechas eram usados para a caça de caribus e ursos polares até o século 19, quando fuzis e balas se tornaram disponíveis em postos de comércio. Focas eram caçadas com um arpão arremessado de um caiaque. Durante o longo inverno, raposa e outros curtumes animais eram caçados para alimentação e vestuário, e para a venda em postos de comércio. Os peixes eram capturados através de buracos no gelo no inverno e em rios e córregos no verão.
Artes e Ofícios
A forma de arte mais difundida esquimó era escultura da vida diária em miniatura de objetos, tais como animais, barcos e trenós puxados por cães. O material comumente usado era óleo de baleia e marfim de morsa. Em algumas áreas eram feitas máscaras altamente criativas de peles, em grande parte para fins religiosos ou de magia, como pacificar os espíritos malignos. Mulheres decoravam as roupas com peles de animais, apliques de pele de foca e acessórios esculpidos em marfim.(Fonte: PDF-Culturamix)
terça-feira, 29 de abril de 2014
Tempestade Negra...1930
Designa-se por Dust Bowl um fenômeno climático de tempestade de areia que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1930 e que durou quase dez anos. Foi um desastre econômico e ambiental que afetou severamente boa parte dos Estados Unidos da América nessa altura.
Ocorreu em três eventos: 1934, 1936 e 1939-40, mas algumas das regiões das Planícies Altas (High Plains) experimentaram condições de seca por quase oito anos. O efeito "dust bowl" (taça de pó) foi provocado por anos de práticas de manejo do solo que o deixaram susceptível às forças do vento que provocaram seca induzida pelo alto nível de partículas de solo suspensas no ar. O solo, despojado de umidade, era levantado pelo vento em grandes nuvens de pó e areia tão espessas que escondiam o sol durante vários dias. Estes dias eram referidos como "brisas negras" ou "vento negro".
Consequências
Os prejuízos agrícola e econômico devastaram os residentes das Grandes Planícies (Great Plains). A seca Dust Bowl piorou as já graves crises econômicas que muitos dos agricultores enfrentavam durante a Grande Depressão. No início da década de 1930, muitos deles procuravam recuperar das perdas econômicas. Para compensar começaram a incrementar as colheitas. A grande produção baixou os preços, forçando os agricultores a incrementar as colheitas para pagar as suas terras e as suas dívidas. Quando a seca fez impacto, os agricultores já não puderam produzir a quantidade suficiente para pagar empréstimos e as suas necessidades básicas. Mesmo com a ajuda federal de emergência, muitos agricultores das Grandes Planícies não puderam suportar a crise econômica da seca. Muitos foram forçados a deixar as suas terras, com uma em cada dez explorações a mudar de dono no momento alto das transferências.
As grandes planícies continham uma vegetação natural que suportava longas estiagens, e ainda segurava a terra no lugar e gerava umidade, ajudando nas precipitações em períodos chuvosos. Com a entrega dos títulos de terra a milhares de americanos, para plantarem trigo, milho, cevada e outras gramíneas, essa capa de vegetação natural foi retirada para o plantio e deixou a terra sem proteção. Com a primeira estiagem, as culturas morreram e deram lugar à terra nua, sem umidade e prolongando a seca mais do que o normal.
O resultado foi as tempestades de areia constantes, alterando ainda mais o clima existente na região, inclusive chegando a Chicago, Washington, Nova York e na longínqua Boston, com relatos até de navios em pleno oceano Atlântico Norte divulgando que seus decks ficavam sujos de areia.
No final da década de 30, um grande projeto recuperou boa parte da vegetação natural e a condição voltou ao normal tempos depois.
Uma vez passado o Dust Bowl, observava-se claramente que muitos fatores contribuíram para o severo impacto da seca. Era preciso desenvolver uma melhor compreensão das interações entre elementos naturais (clima, plantas e solo) e as atividades humanas (prática agrícola, economia e condições sociais) das Grandes Planícies. As lições foram aprendidas, e devido a esta seca os agricultores adotaram novos métodos para ajudar a controlar a erosão do solo nos ecossistemas de terras secas. As secas subsequentes nesta região tiveram menor impacto devido a estas práticas de cultivo.(Fonte:PDF)
Ocorreu em três eventos: 1934, 1936 e 1939-40, mas algumas das regiões das Planícies Altas (High Plains) experimentaram condições de seca por quase oito anos. O efeito "dust bowl" (taça de pó) foi provocado por anos de práticas de manejo do solo que o deixaram susceptível às forças do vento que provocaram seca induzida pelo alto nível de partículas de solo suspensas no ar. O solo, despojado de umidade, era levantado pelo vento em grandes nuvens de pó e areia tão espessas que escondiam o sol durante vários dias. Estes dias eram referidos como "brisas negras" ou "vento negro".
Consequências
Os prejuízos agrícola e econômico devastaram os residentes das Grandes Planícies (Great Plains). A seca Dust Bowl piorou as já graves crises econômicas que muitos dos agricultores enfrentavam durante a Grande Depressão. No início da década de 1930, muitos deles procuravam recuperar das perdas econômicas. Para compensar começaram a incrementar as colheitas. A grande produção baixou os preços, forçando os agricultores a incrementar as colheitas para pagar as suas terras e as suas dívidas. Quando a seca fez impacto, os agricultores já não puderam produzir a quantidade suficiente para pagar empréstimos e as suas necessidades básicas. Mesmo com a ajuda federal de emergência, muitos agricultores das Grandes Planícies não puderam suportar a crise econômica da seca. Muitos foram forçados a deixar as suas terras, com uma em cada dez explorações a mudar de dono no momento alto das transferências.
As grandes planícies continham uma vegetação natural que suportava longas estiagens, e ainda segurava a terra no lugar e gerava umidade, ajudando nas precipitações em períodos chuvosos. Com a entrega dos títulos de terra a milhares de americanos, para plantarem trigo, milho, cevada e outras gramíneas, essa capa de vegetação natural foi retirada para o plantio e deixou a terra sem proteção. Com a primeira estiagem, as culturas morreram e deram lugar à terra nua, sem umidade e prolongando a seca mais do que o normal.
O resultado foi as tempestades de areia constantes, alterando ainda mais o clima existente na região, inclusive chegando a Chicago, Washington, Nova York e na longínqua Boston, com relatos até de navios em pleno oceano Atlântico Norte divulgando que seus decks ficavam sujos de areia.
No final da década de 30, um grande projeto recuperou boa parte da vegetação natural e a condição voltou ao normal tempos depois.
Uma vez passado o Dust Bowl, observava-se claramente que muitos fatores contribuíram para o severo impacto da seca. Era preciso desenvolver uma melhor compreensão das interações entre elementos naturais (clima, plantas e solo) e as atividades humanas (prática agrícola, economia e condições sociais) das Grandes Planícies. As lições foram aprendidas, e devido a esta seca os agricultores adotaram novos métodos para ajudar a controlar a erosão do solo nos ecossistemas de terras secas. As secas subsequentes nesta região tiveram menor impacto devido a estas práticas de cultivo.(Fonte:PDF)
sábado, 5 de abril de 2014
Benefícios Para a Saúde...Andar, Pedalar
Para quem pensa em manter a forma não são necessários grandes esforços sobre-humanos para tanto. Basta um pouco de boa vontade e perseverança para obter a forma ideal. Atualmente duas práticas desportivas têm se destacado para os que buscam a boa forma. É a caminhada e a antiga e eterna bicicleta.
A falta de atividade física mais conhecida como sedentarismo, que se tem verificado com intensidade nos dias atuais, constitui-se um fator de risco para o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, em especial a arteriosclerose e a hipertensão arterial. O ato de caminhar funciona como efeito preventivo para vários problemas cardiovasculares.
Caminhar constitui uma das mais naturais atividades físicas por ser um método simples, facilmente controlável, sem a necessidade de equipamentos especiais e pode ser praticado por qualquer pessoa.
A caminhada está incluída no grupo de exercícios denominados de aeróbicos ou de resistência, que segundo os cardiologistas, significam exercícios rítmicos de grandes músculos, da mesma intensidade, até um nível em que o organismo utiliza o oxigênio como fonte de energia. Neste grupo de exercícios, além da caminhada estão incluídos ainda a corrida, a natação, andar de bicicleta e a própria dança aeróbica. Estes exercícios são os que proporcionam maiores benefícios ao sistema cardiovascular.
Benefícios
Outros efeitos benéficos da caminhada para o organismo, além da melhora e prevenção dos problemas cardíacos podem ser ressaltados, como a redução da gordura corporal, contribuindo para a manutenção do peso ideal, a melhoria da função respiratória, redução dos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, a redução da ansiedade e depressão, regularização do sono e consequentemente, um melhor desempenho intelectual e maior equilíbrio emocional. É considerada, ainda, como forma de lazer.
É preciso considerar alguns aspectos fundamentais para que a caminhada e demais exercícios aeróbicos tragam alguns benefícios à saúde. O principal deles é a intensidade do exercício a ser realizado, procurando-se obter de 51 a 85% da sua capacidade máxima. Isto pode ser medido através de testes, como por exemplo o ergométrico.
Outros aspectos a serem analisados são a duração e a frequência do exercício para que se obtenham resultados satisfatórios. Além disso, a prática deve ser de acordo com a idade, o sexo, o peso, o treinamento prévio, a situação cardiovascular e o uso de medicamentos.
Os fatores como a condição de vida e ambiente, a alimentação adequada, o trabalho diário, o hábito de bebidas alcoólicas, o fumo e as condições da temperatura devem ser consideradas. O ideal é que as pessoas que desejam iniciar qualquer atividade física contassem com uma avaliação prévia e controle regular através de exames solicitados por um cardiologista.
Cuidados
Além dos exames que garantem uma avaliação mais segura, as pessoas devem observar alguns princípios considerados fundamentais na prática da caminhada, como a escolha de um tênis confortável, flexível e macio, a escolha de local adequado e de preferência sem ladeiras.
Outro aspecto destacado é com relação ao uso adequado de roupas, que devem ser leves e confortáveis, evitando o suor excessivo, que deve surgir espontaneamente. E, com o término do exercício, as pessoas devem fazer o relaxamento, sob a forma de ginástica de alongamento e respiração leve para permitir a adaptação novamente ao estado de repouso.
Percursos
As pessoas, antes de iniciar qualquer atividade física, como por exemplo caminhar, devem ter o cuidado de se orientar com especialista sobre a necessidade ou não de alguns exames médicos. As pessoas que iniciam a caminhada com grandes percursos, ou que desejam entrar em forma de uma hora para a outra, devem lembrar que isto pode ser prejudicial à saúde com consequências imprevisíveis. O aumento de exercício deve ser gradual e qualquer alteração nas condições físicas deve ser comunicada a um especialista. Por exemplo, ao caminhar até 5 Km/h se consome 3,5 de energia; 7 Km já consome 4,5; e assim por diante.
Como exercício aeróbico perfeito, que não exige pique ou coordenação como nas aulas de academia, o caminhar em uma velocidade maior que a do andar normal tornou-se um grande esporte. Para tanto são necessárias algumas precauções como, uso de calçados adequados, postura, frequência, tempo, roupas e outros.
A vestimenta de quem se dispõe a caminhar deve ser leve. Os tecidos sintéticos ou emborrachados são desaconselháveis porque impedem a transpiração natural. Tênis acolchoados, com palmilhas que amortecem o impacto do pé contra o solo são os melhores. Mas se o único horário possível para a caminhada for a hora do almoço, procure usar pelo menos calçados que não estejam apertando os pés.
A postura de quem caminha deve ser ereta. O tempo de duração de uma caminhada não deve ser nunca menos de 20 minutos. É só, após este prazo que começa a queima de calorias. A hidratação deve ser feita com um copo de água antes, um durante e um depois da atividade.
Pedalar - um exercício lúdico
Já esta atividade física evita seu contato de impacto com o solo, eliminando os riscos de uma ruptura de ligamentos. Em termos aeróbicos os benefícios são os mesmos, além disso, pedalar fortalece os músculos da perna e do coração, combate à flacidez das pernas, melhora a circulação sanguínea e ajuda na queima de calorias.
Pedalar ainda é um exercício lúdico, estimula a convivência social e em família. Os melhores lugares são parques e ciclovias, pedalar ainda é indicado para as pessoas gordinhas porque exige menor esforço para executar a tarefa, principalmente para as crianças.
Algumas dicas para pedalar com segurança e prazer
O ideal é começar pedalando de 15 a 20 minutos, três vezes por semana. Use tênis, qualquer modelo, desde que confortáveis. As bicicletas devem ter guidão alto, para evitar esforços na coluna. A postura deve prezar por manter o tronco na vertical, sem forçá-lo. O banco deve estar regulado na altura da extensão das pernas.
O ciclismo não oferece risco algum, a não ser as quedas. Para usufruir do esporte como método de condicionamento físico, pedale mais de 20 minutos por dia, e para perder calorias o tempo deve ultrapassar os 40 minutos diários. Ainda é possível pedalar sem sair de casa, basta usar as bicicletas ergométricas. Os benefícios são os mesmos.
Antes de iniciar qualquer tipo de exercícios, é recomendável procurar um médico para obter maiores informações.(Fonte:Comego)
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